
Michael Schumacher, quem diria, já andou de Ligier. Aconteceu em um teste no circuito do Estoril, no final de 1994, logo após a conquista de seu primeiro título mundial.
O motivo? Flavio Briatore, então diretor da Benetton, havia adquirido a equipe francesa em meados daquela temporada, com o objetivo de repassar o contrato vigente de fornecimento dos motores Renault da Ligier para sua equipe principal. A jogada deu certo, mas a Benetton só poderia ser equipada com seus novos motores a partir de 1995.
Michael Schumacher queria conhecer seus novos propulsores o quanto antes e, assim, pegou um carro francês “emprestado” para iniciar os trabalhos visando a temporada de 1995. O resultado? Uma imagem inusitada e um bicampeoanto mundial com a Benetton-Renault.
A sugestão deste “Baú” foi da Larissa Oliveira.


genial ese post, eu so conhecia uma foto do teste, ams nao sabia que esse era o motivo….esse blog como sempre mandando bem…..nucna pensei que as brincadeiras do downforce, fossem render algo tao legal assim…
Meu caro Capelli, nota 10 pra essa seção Do BAÚ. PARABÉNS. Realmente traz coisas poucos lembradas e tambem inesperadas eu diria, hehe.
Agora deixa eu aproveitar pra fazer uma sugestão. Você e seus colaboradoes, como bons conhecedores de F1, poderiam postar as mudanças das equipes. (compras de equipe, mudanças de nome, etc)Se não de todas, das mais conhecidas (por ex.: Jordan > Midland > Spyker > Force India).
Acredito que muitos, como eu, iriam se divertir.
Grande abraço a todos. Neto
Capelli, voce poderia fazer outro “Do Baú” relacionado com o Schumacher, so que com o teste dele com a Sauber em 1996.
Que grande achado, essa é completamente nova pra mim
Cada dia melhor esse blog, essa parte do Baú eh 10 junto com a dos Capacetes!
Junto com a Lotus, Brabham e Tyrrel, a Ligier não poderia ter acabado… uma pena.
Mas como o capacete do alemão era diferente naquela época!
Eu acho esse carro de 94 da Ligier um dos mais bonitos, e o Olivier Panis, na época, era uma grande promessa. Uma pena que se arrebentou no Canadá, e nunca mais foi o mesmo. Nem a Ligier.
Interessante ver o patrocinio dos cigarros Gitanes, do grupo frances Altadis, no carro e o Mild Seven, produzido pela Japan Tabaco, no capacete do alemao. Certamente hj isso nao aconteceria, talvez o alemao testaria o carro sem patrocionio no casco.
Rafael barcelona
Isso é o q faz a diferença entre um piloto e um gênio…
Parabéns, Capelli, pelo blog.
Eu lembro dessa notíca e dessa foto na Grid de 94
Alguem sabe os tempos virados pelo Schumacher com esse carro? Só pra saber se ele é realmente competente!!!!
Acho que o Ayrton faria bem melhor!!