Do Baú: Salo na BAR


Quando se fala de Mika Salo em 1999, praticamente todo mundo se lembra de sua participação na Ferrari, quando substituiu o convalescente Michael Schumacher em seis etapas, inclusive abrindo mão de uma vitória na Alemanha para ajudar Eddie Irvine.

O que pouca gente se lembra é que o mesmo Salo já tinha feito as vezes de regra-três naquela temporada, na equipe BAR. O finlandês substiuiu o novato Ricardo Zonta, que sofrera uma lesão no tornozelo em um acidente em Interlagos, logo em seu segundo final de semana na Fórmula 1.

Salo correu pela BAR em três etapas daquele ano (San Marino, Mônaco e Espanha) e obteve um sétimo lugar em Imola como melhor resultado. Aliás, foi a melhor classificação da equipe em todo o campeonato. Villeneuve e Zonta não fizeram melhor que uma oitava posição cada.

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14 respostas a Do Baú: Salo na BAR

  1. Anonymous disse:

    Salo pode até ter ajudado Irvine a se manter vivo na disputa pelo título de 1999, mas ele foi um covarde. Como é que ele deixou a vitória para o irlandês na última volta da corrida da Alemanha? Repito: Mika Salo ajudou Irvine na briga pelo título, mas ele sí não venceu na Fórmula 1 simplesmente porque foi um covarde.

  2. Anonymous disse:

    Desculpe. É só, não sí.

  3. Anonymous disse:

    esse Zonta realmente existiu? Pra mim foi só mais um filhinho de papai passando as férias na F1.

  4. andre gps disse:

    Zonta chegou na F1 sob o título de “campeão em todas as categorias que disputou”. Eu era criança e acreditei que ele poderia conquistar algo na F1.

  5. verde disse:

    Uma das maiores injustiças da Fórmula 1 contemporânea foi não ter visto Mika Salo com uma oportunidade real. Especialmente no começo da carreira, se dizia que era um campeão em potencial. E, de fato, ele sempre andou muito bem, aniquilando todos os seus companheiros de equipe.

    Quanto à Ferrari, compreendo o que ele fez. Já naquela época, se dizia que Irvine não continuaria na Ferrari depois de 1999. Assim, Salo se lançou para disputar essa vaga e, apesar de ter ido realmente mal em algumas corridas (aquele 18º na Hungria foi muito mal explicado, especialmente sabendo que no ano seguinte ele tinha largado em 9º de Sauber), fez a lição de casa direito, cedendo sua única vitória a Irvine e esperando que a Ferrari o chamasse para 2000. Porém, Barrichello tomou a vaga.

    Dizem, porém, que um dos motivos que a Toyota o chamou foi exatamente esse ato ético de dar a vitória a Irvine. Porém, a Toyota o mandou embora inescrupulosamente.

    Sem dúvida, um grande talento jogado no lixo.

  6. Felipe disse:

    Muito embora os elogios nos comentários acia, eu me lembro muito bem que o Salo não mostrou coisa alguma na Toyota.

    No mais essa BAR da foto tinha a pintura do carro dividida ao meio. Metade azul e metade branco, no meio passva um ziper… Sem dúvida uma revolução em termos de pinturas na F-1.

  7. Anonymous disse:

    Chegar na F1 é uma coisa, ganhar é outra. Eu costumo dizer que só bicampeão pra cima é que pode ser chamado de um vencedor.

  8. Lucas Israel disse:

    Carrinho bonito mas ordinááário…

  9. F1 + disse:

    Realmente concordo, um talento jogado aos ares! Poderia ter mostrado grandes resultados se houvessem mais portas abertas.

    Só posso dizer que foi bom que deram o lugar ao Rubinho na Ferrari, ele realmente merecia na época.

    Abraços

  10. F1 critics disse:

    Talvez tenha faltado a Mika Salo uma oportunidade de correr por uma equipe melhor por mais tempo. Mesmo assim, o desempenho do finlandês nas poucas corridas que fez pela Ferrari foi muito abaixo do que se pode esperar de um piloto da Ferrari. O único ponto de destaque foi o GP da Alemanha, no qual cedeu a vitória ao Irvine.

  11. Capelli disse:

    Só uma informação: Salo não entregou a vitória ao Irvine na última volta, mas sim lá pela metade da corrida.

  12. Daniel Médici disse:

    Foi nesse acidente que o Zonta sofreu que meus colegas de arquibancada em Interlagos o apelidaram de “Zonta tudo e joga fora”…

  13. Jonatas disse:

    kkk boa Daniel

    O Salo estreou em 1994 pela Lotus no GP de Suzuka no lugar de Johnny Herbert, que fora para a Benetton nas 2 últimas provas daquele Mundial, para assumir efetivamente a vaga em 1995. O Salo teve alguns feitos interessantes na carreira, como por exemplo fazer uma corrida inteira, na era dos pit stops, sem reabastecer ou trocar os pneus: foi em Monaco em 1997, numa corrida com chuva e disputada no limite de 2 horas (completaram-se 62 das 78 voltas previstas). Teve passagens pela Lotus (1994), Tyrrell (de 1995 a 1997), Arrows (1998), BAR (1999), Ferrari (1999), Sauber (2000) e Toyota (2002). Em 1995 ele conseguiu levar consigo o patrocínio da Nokia para os carros da Tyrrell, pois, ambos são finlandeses.

  14. Guilherme disse:

    Essa BAR “zipada” tinha sééérios problemas de estabilidade…

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