Ivan Capelli não é um ex-piloto de Fórmula 1, embora o nome sugira isso. É um jornalista não-praticante gaúcho que adora dar pitaco em diversos assuntos, principalmente automobilismo.
Escreve sobre Fórmula 1 na Internet desde 1998, tendo sido um dos primeiros a fazer isso no Brasil. Desde 2003 colabora com o site Grande Prêmio. Já escreveu também para o site GP Total e foi o responsável pela tradução do GP Guide, Bíblia da F1, para o português brasileiro. Fundou e assina matérias para a Revista Warm Up. Também quebra galhos como ilustrador picareta. Mas faz tudo isso por gosto pelas corridas, já que sua atividade principal é como gestor em uma empresa de Tecnologia da Informação.
No fim das contas, não sabe nada de nada, mas parece que engana muito bem.
CAPELLI, vc tem alguma informação sobre os patrocinadores??? estou curioso pra saber se a Petrobras está na parada…
Nada. A Petrobras nega fortemente a participação. Mas admito que aquele “BR” diferenciado no logo da equipe me deixou encucado.
BR de Brawn ou o famoso British Racing !
Será que não qq sentimento de desconfiança desde quando, muitos dos nossos sérios jornalistas afirmavam que o RB escondia algo na vez em que “não admitia aposentadoria???”.
Eu acho que são as duas coisas, Juca. Até a Honda anunciar que abandonava a F1, ele não admitia a aposentadoria. Quando Ross Brawn começou a negociar o controle da equipe, ele passou a esconder algo.
Capelli,
Esse artigo tem tantas curiosidades sobre Rubinho que parece ter sido feito por você:
http://tazio.uol.com.br/f-1/textos/8556/
O Vicaria aprendeu comigo, hehehehe
Haha, sensacional!!! Barrichello ainda chega aos 300 GPs, podem anotar!
Aliás, no blog do Mike Vlcek do Lancenet, foi mostardo um cálculo que ele correu nada menos do que 28,333333…. % de todos os anos de Fórmula 1, imaginando como o mundo era bem diferente em 1993, ano de estreia do Rubinho, podendo chegar a 300 GPs em 2010, cerca de 1/3 de toda a história da categoria, por mais que ele teha sido detonado por todos, Rubens Barrichello ficará eternamente na história da Fórmula 1!
Para quem quer saber como era o mundo em 1993 acesse:
http://msn.lancenet.com.br/blogs%5Fcolunistas/mike/
O que eu acho legal, Capelli, é que você além de ter as suas charges, que são ótimas, abre espaço para outras. Essa foi simplesmente hilária.
Um abração e continue sempre assim
Achei Fraquinha.
foi exatamente por causa do “BR” que eu pensei na petrobras… tomara que seja mesmo!
A Mercedes-Benz tem parceria com a MOBIL.Comercialmente, e também em termos tecnológicos, é algo impossível de acontecer uma parceria com a Petrobras!
Interessante o “apelo” do Barrichelo para charge. O Senninha foi deixado ao léu e ninguém arrisca uma charge com o garoto…
Embora tenha a bandeira do Japão na charge, quem apertou o botão para ejetar o Barrichello foi o Nick Fry.
É o Nick Fry quem foi colocado de lado pelos Japoneses e ainda pode perder a boquinha na Fórmula 1 antes do final da carreira do Barrichello.
O momento para demissão do Barrichello seria após aquele GP Brasil onde ele falou cobras e lagartos da equipe japonesa.
A Honda nunca teve moral para demitir o brasileiro. Ganhou um GP mas durante muito tempo do brasileiro por lá foi uma equipe do meio para o final do GRID.
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Alôoou. o BR no carro da Brawn se refere aos pneus. Reparem que diversas equipes tem o BR no bico do carro também.
Não é um BR, é um “B” de Bridgestone.