
Foto: Reprodução/Grande Prêmio
Com a vitória em Valência, Rubens Barrichello interrompeu um jejum de quase cinco anos sem vencer na Fórmula 1. Precisos quatro anos, dez meses e 28 dias separaram sua última conquista, na China em 2004, desta de hoje no GP da Europa.
O longo jejum, no entanto, não é o maior da história da Fórmula 1. Outros cinco pilotos enfrentaram períodos ainda mais longos de vacas magras. O recordista é o italiano Riccardo Patrese, que ficou mais de seis anos sem subir ao alto do pódio.
Confira abaixo os mais longos períodos entre-vitórias da F1:
1º Riccardo Patrese – 6 anos, 6 meses e 28 dias (África do Sul/1983 – San Marino/1990)
2º Bruce McLaren – 6 anos e 6 dias (Mônaco/1962 – Bélgica/1968)
3º Jack Brabham – 5 anos, 10 meses e 19 dias (Portugal/1960 – França/1966)
4º Mario Andretti – 5 anos, 7 meses e 18 dias (África do Sul/1971 – Japão/1976)
5º John Watson – 4 anos, 11 meses e 3 dias (Áustria/1976 – Inglaterra/1981)
6º Rubens Barrichello – 4 anos, 10 meses e 28 dias (China/2004 – Europa/2009)
7º Johnny Herbert – 4 anos e 16 dias (Itália/1995 – Europa/1999)


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Bom, ao menos ele não foi o segundo maior jejum, hehe…
Ufa pelo menos nessa estatística ele não periga ficar em segundo lugar hehe
Pingback: sergio
Pensei a mesma coisa…
Mto bonita a imagem heim!
parabens e agora vao lembrar de voce sucesso
Capelli,
Quem foi o mais velho a vencer um GP??? Podia colocar aí o Rubinho nesta lista…
Abraços.
Pingback: Thiago Crivellaro
Glailson,
Não sei quem foi o mais velho a vencer, mas só pra você ter uma idéia, Juan Manuel Fangio estreou na F1 com 39 anos. E ainda teve tempo de ganhar 24 corridas e ser pentacampeão!
Abraços a todos.
Bem, segundo informações do Stats F1 (www.statsf1.com), o piloto com mais idade ao vencer um GP foi o italiano Luigi Fagioli no GP da França de 1951, pilotando uma Alfa Romeo. É isso.
Luigi Fagioli tinha 53 anos e 23 dias.
Esta vitória não é vossa! Não a merecem! Sempre no bota abaixo, no lugar dele preferia ser Argentino!
Capelli, em anos de diferença entre as vitórias o rubinho não é recordista, mas e em quantidade de GPS?
essa lista podia ser incrementada com os pilotos que venceram uma(s) corrida(s) e ficaram em jejum permanente até encerrar a carreira, o que acha, capelli?
Juntando com a pergunda do Pablo… talvez para o Patrese seja até fato, mas para os outros pilotos, todos se mantiveram em atividade na F1 durante o jejum?
Só o Andretti não.
Corrida fantástica do Rubens. Rápido, preciso e sem declarações infundadas.O que sempre desaponta é aquela sambadinha no pódium.
Mario Andretti, nesse periodo citado por vc,não deixou de disputar algumas temporadas da F1 para correr na Indy?
Sim!
corrrida incrível do Rubinho e detalhes à parte, SENSACIONAL essa foto…
Já elogiei e defendi muito o Barichello e, confesso, já critiquei muito também. Mas hoje ele fez uma corrida perfeita! A “mancada” foi aquela “sambadinha”… Ô tristeza!
Capelli, dos que correm atualmente, algum tem chance de quebrar um jejum maior do que o Barrichello?
Dei uma olhada na lista de participantes e acho que só o Fisichella e o Trulli seriam candidatos. Quando foi a última vitória de cada um deles?
Abraços,
Zé Eduardo
A do Trulli foi em 2004. Do Fisico, em 2006.
acho que auem pode ter um jejum igual desses pilotos ai é o kubica ou kovaleinen e até mesmo o ice man……
Capelli, você saberia me dizer qual é essa classificação de jejum em GPs, e não em tempo?
e ae capeli! viu essa? http://tazio.uol.com.br/f-1/textos/12983/
vc q eh o homem dos indicadores perdeu essa hein!
[]s
Tô fazendo escola.
Capelli, para alegria dos corneteiros, se levarmos em conta o número de GPs, e não o tempo decorrido entre eles, o Rubinho passa a figurar na lista em… 2.º lugar. Patrese venceu o 388.º GP da história da F1 e depois voltou a comemorar um triunfo no 487.º GP, um intervalo de 98 GPs. Já com Rubinho o jejum foi de 84 provas (do 729.º até o 814.º). Levando-se em conta esses sete pilotos listados no post, Andretti é o terceiro, com 81 GPs, Watson, o 4.º, com 75 corridas. Herbert, 67, McLaren, 60 e Brabham, 51 completam o rol. Isso se explica pelo número de GPs por temporada, que até a década de 60 não chegava a 10, em média, e nos últimos anos tem variado entre 17 e 18. Abraços.
5 anos ou 84 GPs, não importa. Ninguém pode dizer que o Rubinho não tem paciência…
Acho que as férias fizeram bem a ele. Voltou sem falar bobagens, focado no programa de testes dos engenheiros, fez uma boa classificação, largou bem e não se afobou durante a prova, como fez em Monaco e acabou com os pneus antes da hora.
Sabia que tinha um carro muuuuito melhor que a McLaren e bastou seguir a estratégia sem trapalhadas. Ganharia mesmo sem a trapalhada da McLaren.
Mas, aquele ‘ataque epiléptico’ no pódio… Coisa mais esquisita!!!
E o Lauda, contando o período em que ficou de fora?
Complementando o que o RODRIGUERA colocou e o Capelli confirmou, também era característica do Gerhard Berger conquistar vitórias e bons resultados na segunda metade do campeonato. Das 10 vitórias do austríaco, apenas uma foi antes da metade do campeonato – o GP do Canadá, 7ª etapa, das 16 corridas em 1992.
Capeli;
E o intervalo em número de GPs?
Vc tem este dado.
Forte abraço.
VICENTE
Quebrando um galho pro Capelli, Niki Lauda ficou sem vencer entre o GP da Itália de 1978 (10 de setembro) e o GP do EUA – Oeste de 1982 (4 de abril), o que daria um intervalo de 58 corridas, e em tempo, salvo engano, de 3 anos, 6 meses e 24 dias. Porém nesse intervalo ele só disputou 18 corridas, sendo 2 em 1978, 14 em 1979 e 2 em 1982.
E nos mais velhos, Barrichello é apenas o 25º, os corneteiros não suportariam o tempo até ele chegar em segundo, que atualmente é Giuseppe Farina, que venceu aos 46 anos, 09 meses e 03 dias.
Pior é o jejum dos que nunca ganharam, este não tem salvação.
rubens deixa os interesse dos outros para traz traga as vitorias que tando lhe faz justo vamos la voce merece ser campeão