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Ivan Capelli não é um ex-piloto de Fórmula 1, embora o nome sugira isso. É um jornalista não-praticante gaúcho que adora dar pitaco em diversos assuntos, principalmente automobilismo. Escreve sobre Fórmula 1 na Internet desde 1998, tendo sido um dos primeiros a fazer isso no Brasil. Desde 2003 colabora com o site Grande Prêmio. Já escreveu também para o site GP Total e foi o responsável pela tradução do GP Guide, Bíblia da F1, para o português brasileiro. Fundou e assina matérias para a Revista Warm Up. Também quebra galhos como ilustrador picareta. Mas faz tudo isso por gosto pelas corridas, já que sua atividade principal é como gestor em uma empresa de Tecnologia da Informação. No fim das contas, não sabe nada de nada, mas parece que engana muito bem. SIGA NO TWITTER ASSINE O RSSContato
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Capacetes da Fórmula 1 2011
Trabalhando para o especial da nova temporada do site Grande Prêmio, desenvolvi um pacote de ilustrações com todos os capacetes dos pilotos da temporada 2011 da Fórmula 1. Achei que ficou tão bacana que resolvi publicar também aqui no blog.
Confira ao lado todos os cascos da temporada, clicando na imagem para ampliá-la. Aproveite e escolha nos comentários o mais bonito e o mais feio. Eu já tenho opinião formada: o mais bonito é o de Felipe Massa. O mais feio, Pastor Maldonado. Se bem que os de Adrian Sutil e Paul di Resta também são um tanto quanto medonhos…
Lembrando que hoje à noite, às 22h30, começam os primeiros treinos livres para o GP da Austrália. Estarei no Twitter dando pitacos durante a transmissão do SporTv. Estão todos convidados: twitter.com/ivancapelli .
Tags: Capacetes
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Red Bull iguala marca que durava onze anos

Com a pole position obtida hoje com Mark Webber, a equipe Red Bull atingiu uma marca que não acontecia na Fórmula 1 desde 1999. É a primeira vez em onze anos que uma equipe crava cinco poles seguidas no começo do campeonato. O último time a atingir tal feito foi a McLaren, que conseguiu cinco poles no começo da temporada de 1999, todas com Mika Hakkinen.
O recorde absoluto de poles consecutivas desde o começo da temporada é da Williams, que em 1993 conseguiu largar na frente 15 vezes seguidas. A equipe só perdeu uma pole, justamente na última corrida do ano, para a McLaren de Ayrton Senna. De lá pra cá, quem chegou mais perto disso foi a McLaren, com nove poles seguidas na largada do campeonato de 1998, com Mika Hakkinen e David Coulthard.
Não por acaso, todas estas marcas passam por um mesmo nome: Adrian Newey. É dele o projeto de todos estes carros, da Williams de 1993 à Red Bull atual.
Alonso é o 6º a vencer na estreia pela Ferrari
O espanhol Fernando Alonso tornou-se hoje o sexto piloto da história a vencer em sua primeira corrida pela equipe Ferrari. Antes dele, obtiveram tal marca os italianos Luigi Musso e Giancarlo Baghetti, o norte-americano Mario Andretti, o inglês Nigel Mansell e o finlandês Kimi Raikkonen.
Musso foi o primeiro a realizar tal feito, vencendo o GP da Argentina de 1956. Cinco anos depois, o mais incrível deles: Baghetti venceu não só sua primeira corrida pela Ferrari, mas sim sua primeira corrida na Fórmula 1. Desde então, ninguém mais conseguiu repetir a façanha.
Em 1971, Mario Andretti ganhou na África do Sul, em seu primeiro GP pela equipe italiana. Depois de um hiato de 18 anos, foi a vez de Nigel Mansell ganhar o GP do Brasil. E, novamente 18 anos depois, Kimi Raikkonen foi o vencedor do GP da Austrália de 2007, temporada na qual terminou campeão do mundo.
Fernando Alonso, em apenas uma corrida, já inscreve seu nome na história da Ferrari. Resta saber se conseguirá ser campeão, como Kimi.
Hamilton: primeira quebra na F1

Foto: Reprodução/Adrivo.com
Vice-campeão e melhor estreante da história da Fórmula 1 em 2007. Campeão do mundo logo na segunda temporada, em 2008. Apesar da temporada não tão boa em 2009, quando terminou em quinto, Lewis Hamilton não pode reclamar muito da sorte que tem na categoria. Afinal, pela primeira vez em três anos, o inglês experimentou ontem a sensação de abandonar uma corrida por falha mecânica.
Parece surreal, mas é verdade: até o GP de Abu Dhabi, em 51 corridas, o inglês jamais havia sofrido uma única quebra durante uma prova. Hamilton já tinha abandonado quatro corridas, mas todas por acidentes ou erros. Na China, em 2007, errou e ficou preso na caixa de brita na entrada dos boxes. No Canadá, em 2008, bateu na traseira de Kimi Raikkonen no pit lane. Na Bélgica, este ano, acidentou-se na largada. E na Itália, rodou e bateu sua McLaren na última volta.
Agora, em Yas Marina, o inglês teve sua primeira quebra mecânica. Seus freios traseiros apresentaram problemas e a equipe o orientou a abandonar. Sempre existe uma primeira vez, mas ela demorou bastante para Lewis Hamilton.
Distribuição de vitórias é a maior em 27 anos

Foto: Divulgação/Ferrari
Com o primeiro lugar de Kimi Raikkonen no GP da Bélgica, a temporada 2009 da Fórmula 1 atingiu uma histórica marca de distribuição de vitórias. Pela primeira vez em 27 anos, houve seis diferentes vencedores em seis provas consecutivas: Jenson Button (Turquia), Sebastian Vettel (Inglaterra), Mark Webber (Alemanha), Lewis Hamilton (Hungria), Rubens Barrichello (Europa) e Kimi Raikkonen (Bélgica).
Em 1999 e 2003, passou perto: cinco diferentes pilotos ganharam cinco corridas consecutivas. Antes disso, só o recorde absoluto de 1982. Naquela temporada, nove diferentes ganhadores na sequência: Riccardo Patrese (Mônaco), John Watson (EUA), Nelson Piquet (Canadá), Didier Pironi (Holanda), Niki Lauda (Inglaterra), René Arnoux (França), Patrick Tambay (Alemanha), Elio de Angelis (Áustria) e Keke Rosberg (Suíça). Foi, inclusive, a temporada com mais diferentes vencedores da história, com onze.
Tags: GP da Bélgica
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Primeira fila italiana é a sétima da história

Foto: Reprodução/Adrivo.com
De forma absolutamente inesperada, dois italianos ocupam a primeira fila no grid para o GP da Bélgica: Giancarlo Fisichella na pole, acompanhado por Jarno Trulli. E é apenas a sétima vez na história que isso acontece, sendo a primeira em quatro anos.
No GP da Austrália de 2005, Fisichella e Trulli já tinham dividido uma primeira fila, nas mesmas posições. Fisico, que estreava na Renault, venceu a corrida. Antes disso, no entanto, é preciso voltar bastante no tempo.
A primeira vez em que só italianos compuseram a primeira fila aconteceu, curiosamente, também em Spa-Francorchamps. Foi em 1952, quando Alberto Ascari, Giuseppe Farina e Piero Taruffi saíram na frente, todos com Ferrari. É bom lembrar que, nesta prova, a primeira fila era composta por três carros. Todos eles repetiram a dose no mesmo ano, no GP da França, largando nas mesmas posições. No ano seguinte, a italianada voltou a dominar o grid na França, mas agora com Ascari, Felice Bonetto e Luigi Villoresi.
Somente trinta anos depois a Fórmula 1 voltou a ver uma primeira fila da Itália, já na configuração de filas de dois carros. Foi com Elio de Angelis e Riccardo Patrese no GP da Europa de 1983, em Brands Hatch. E em 1984 aconteceu novamente, dessa vez com o mesmo De Angelis na pole, acompanhado de Michele Alboreto, no GP do Brasil.
Pole de Webber é a 1ª de um australiano em 29 anos

Foto: Mark Thompson/Getty Images/Divulgação Red Bull
A primeira pole da carreira de Mark Webber, conquistada hoje em Nürburgring, foi também a primeira da Austrália em muitos anos. Desde Alan Jones, que saiu na frente com a Williams também em um GP da Alemanha, em 1980, um australiano não largava na frente na Fórmula 1. Foi também a 20ª pole position do país, que contabiliza 13 de Jack Brabham, 6 de Alan Jones e uma de Mark Webber.
Caso vença amanhã, Webber encerrará um jejum de 28 anos. Desde que Jones venceu o GP de Las Vegas de 1981, aquele que marcou o primeiro título mundial de Nelson Piquet, um australiano não sobe ao alto do pódio.
Atualização: Felipe Paranhos me lembra que a pole de Webber foi, também, a mais tardia da história da Fórmula 1. Antes dele, o piloto que mais havia demorado para marcar uma pole position tinha sido Jarno Trulli, que levou 119 GPs até largar na frente no GP de Mônaco de 2004. Mark Webber precisou aguardar 130 corridas.
Curiosidades do GP da Alemanha
* A edição de 2009 será a 56ª do GP da Alemanha. É uma das mais tradicionais etapas do campeonato, tendo ficado de fora do calendário apenas em quatro ocasiões desde a criação do Mundial de Fórmula 1: 1950, 1955, 1960 e 2007.
* Três diferentes circuitos já sediaram a corrida: Nürburgring, Avus e Hockenheim.
* Pela primeira vez, desde 1985, a corrida acontece em Nürburgring. Nos anos anteriores, aconteceu sempre em Hockenheim.
* Mas o circuito não está há tanto tempo longe da Fórmula 1. De lá para cá, já sediou 13 Grandes Prêmios, mas com nome de GP da Europa e GP de Luxemburgo.
* Por sinal, Nürburgring é o único autódromo do mundo a sediar GPs de Fórmula 1 com três nomes diferentes.
* O histórico de vitórias no GP da Alemanha é bem distribuído. Michael Schumacher é o piloto que mais venceu: quatro vezes. Mas, logo atrás, aparecem Juan Manuel Fangio, Jackie Stewart, Nelson Piquet e Ayrton Senna, com três vitórias. No total, 37 diferentes pilotos ganharam na Alemanha.
* O GP da Alemanha marcou a primeira vitória de quatro pilotos na Fórmula 1: Alberto Ascari (1951), John Surtees (1963), Patrick Tambay (1982) e Rubens Barrichello (2000). Curiosamente, todos com Ferrari.
* Em compensação, foi palco do último triunfo de outros dez: Giuseppe Farina (1953), Juan Manuel Fangio (1957), Tony Brooks (1959), Stirling Moss (1961), Jochen Rindt (1970), Jacky Ickx (1972), Jackie Stewart (1973), Michele Alboreto (1985), Alain Prost (1993) e Gerhard Berger (1997).
* Entre as equipes, vantagem absoluta da Ferrari, com 19 vitórias no GP germânico. A segunda maior vencedora é a Williams, com 9, seguida pela McLaren, com 7.
* Nas poles, a Ferrari também reina, com 18. A McLaren tem 12.
* O Brasil tem sete vitórias na Alemanha, três com Nelson Piquet, três com Ayrton Senna e uma com Rubens Barrichello. Impressionante que cinco delas foram consecutivas, entre 1986 e 1990. Piquet em 86 e 87, Senna em 88, 89 e 90.
* Apenas dois pilotos tedescos venceram em casa: os irmãos Ralf e Michael Schumacher.
Tags: GP da Alemanha
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McLaren: ponto mais baixo em 28 anos

Foto: Divulgação/Bridgestone
Heikki Kovalainen teve um pneu furado e bateu com Sebastien Bourdais. Lewis Hamilton saiu na última fila e chegou em antepenúltimo. Distante das primeiras posições, a McLaren não marca pontos há quatro corridas. O jejum é histórico.
A última vez em que a equipe prateada ficou quatro GPs consecutivos sem pontuar foi há 28 anos, entre as temporadas de 1980 e 1981, do final do campeonato nos Estados Unidos até o GP da Argentina do ano seguinte. É o ponto mais baixo da história da equipe desde que foi assumida por Ron Dennis, no final de 1980. E, a julgar pelo desempenho que os carros vêm apresentando, o jejum deve seguir por mais algumas etapas.
McLaren tem pior sequência em 5 anos

Foto: Divulgação/DaimlerChrysler
Com o péssimo desempenho no GP da Turquia, Lewis Hamilton em 13º e Heikki Kovalainen em 14º, a McLaren atingiu a marca de três corridas consecutivas fora da zona de pontuação. Tal sequência negativa não se repetia há cinco anos, quando o time prata também ficou três corridas sem pontuar, entre os GPs da Espanha e da Europa de 2004. Na época, os pilotos eram Kimi Raikkonen e David Coulthard.
Caso também não pontue em Silverstone, o jejum será histórico. A última vez em que a equipe ficou quatro corridas seguidas sem fazer pontos foi há quase 30 anos, entre o GP dos Estados Unidos de 1980 e o GP da Argentina de 1981. Justamente na transição da direção da equipe, passando das mãos de Teddy Mayer para as de Ron Dennis.
Tags: GP da Turquia, McLaren
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Button iguala Clark e Schumacher

Foto: Divulgação/Brawn GP
Jenson Button ainda não é campeão, mas já vem colecionando feitos dignos dos maiores deles. Hoje, em Istambul, igualou recordes históricos do bicampeão Jim Clark e do hepta Michael Schumacher. Com seis vitórias nas sete primeiras corridas, o piloto da Brawn repetiu Clark em 1965 e Schumacher em 1994 e 2004. Vale lembrar que, em todas estas situações, os pilotos levaram o título ao final das temporadas.
Porém, os outros campeões tiveram feitos ainda maiores. Clark só não pôde vencer sete das sete em 1965 porque abdicou de disputar o GP de Mônaco daquela temporada para cruzar o Atlântico e vencer as 500 Milhas de Indianápolis. Assim, ele disputou só seis das primeiras etapas. E venceu todas. Já Michael Schumacher foi ainda além em 2004: venceu 12 das 13 primeiras. Será que Button chega lá? A julgar pela grande fase, eu não duvidaria.
Curiosidades do GP da Turquia

Foto: Reprodução/Google
Disputado há apenas quatro temporadas, o GP da Turquia é um dos caçulinhas da Fórmula 1. Porém, nem por isso, deixa de ter algumas curiosidades. A elas!
* Palco da primeira vitória de Felipe Massa, em 2006, o circuito de Istambul é bastante generoso com o brasileiro. Ele venceu três das quatro edições do GP da Turquia, todas pela Ferrari.
* Além de Felipe Massa, o único outro piloto a vencer na Turquia foi seu companheiro de equipe, Kimi Raikkonen. O finlandês venceu a prova inaugural do GP turco, em 2005, pela McLaren.
* Até hoje, todos os pilotos que largaram na pole position venceram em Istambul. Quatro poles, quatro vitórias.
* Istambul, principal cidade turca e onde se realiza o GP da Turquia, não é a capital do país, como muitos pensam. A capital é Ancara.
* O país fica situado parte na Europa e parte na Ásia, com a cidade de Istambul exatamente entre os continentes, ligados pelo Estreito de Bósforo. O circuito de Istanbul Park, onde se realiza o GP da Turquia, fica na metade asiática da cidade.
A melhor estreante da história

Foto: Divulgação/Bridgestone
Que a Brawn faz um começo de temporada estonteante e quebrou vários recordes de precocidade, todo mundo já sabe. Mas hoje, em Mônaco, ela atingiu um bastante significativo. Ela já é a equipe com o maior número de vitórias na temporada de estreia, em toda a história.
A marca durava 55 anos e pertencia à gigante Mercedes. Quando estrearam, em 1954, as flechas de prata conquistaram quatro vitórias. Com a conquista em Mônaco, Jenson Button garantiu a quinta vitória da Brawn na temporada, em apenas seis corridas. Um feito absolutamente inédito.
Em 1954, a Mercedes venceu também o mundial de pilotos, com Juan Manuel Fangio. Porém, o argentino foi campeão guiando por duas diferentes equipes. No começo da temporada, ele conquistou duas vitórias pela italiana Maserati, até transferir-se para o time alemão. Assim, se for campeã – o que parece ser o caso – a Brawn será também o primeiro time a conquistar o título mundial na temporada de estreia, com todos os pontos do campeão somados por seus carros.
Sem sombra de dúvidas, a Brawn é a melhor e maior estreante da história.
Curiosidades do GP de Mônaco

Foto: Reprodução/Google Maps
Tão tradicional quanto cheio de frescura, o GP de Mônaco é mais antigo do que a própria Fórmula 1. A primeira edição da prova aconteceu em 1929, 21 anos antes da criação da categoria. No próximo domingo, acontecerá o 67º GP no apertado circuito monegasco.
Algumas curiosidades acerca da corrida:
* O maior vencedor é Ayrton Senna, com seis conquistas no principado. Michael Schumacher e Graham Hilll venceram cinco vezes cada.
* Senna é, também, o único brasileiro a ter vencido em Monte Carlo. Até sua primeira vitória, em 1987, o GP de Mônaco era um tabu para o Brasil.
* Durante dez anos, apenas Alain Prost e Ayrton Senna venceram o GP. Entre 1984 e 1993, foram quatro vitórias do francês, contra seis do brasileiro.
* Senna ainda detém o recorde de poles em Monte Carlo: cinco. Juan Manuel Fangio, Jim Clark, Jackie Stewart e Alain Prost marcaram quatro.
* Em quatro das últimas cinco corridas em Mônaco, o pole position venceu a corrida. A exceção foi Felipe Massa, no ano passado, batido por Lewis Hamilton, que havia largado em terceiro.
* Volta e meia, a zebra passeia pelo GP de Mônaco. Na última delas, em 2004, Jarno Trulli largou na pole e venceu de maneira surpreendente. Em 1972, debaixo de um temporal, Jean-Pierre Beltoise conquistou sua única vitória na categoria. Mas a maior de todas as zebras foi Olivier Panis, vencedor da prova em 1996, numa corrida maluca em que apenas quatro carros cruzaram a linha de chegada. Foi a última vitória da equipe Ligier, que não ganhava uma corrida há quase 15 anos.
* Falando em equipes, a vencedora absoluta em Mônaco é a McLaren, com 15 conquistas. A Ferrari venceu 8, seguida pela Lotus, com 7. Foi também em Monte Carlo que a McLaren fez sua estreia na Fórmula 1, em 1966.
* Por 17 GPs consecutivos, apenas equipes inglesas venceram no principado. De 1959 a 1974, Cooper, Lotus, BRM, Brabham e Tyrrell alternaram-se no alto do pódio. A marca só foi quebrada por Niki Lauda em 1975, com a Ferrari. Depois de 20 anos, a equipe italiana voltava a vencer em Mônaco.
* O GP de Mônaco proporcionou alguns finais de corrida históricos. Em 1970, Jack Brabham liderava a corrida, mas escapou da pista na última curva da última volta, entregando a vitória para Jochen Rindt. O diretor de prova ficou tão surpreso que não deu a bandeirada para o vencedor.
* Mas nada supera a maluquice que foi o final da corrida de 1982. A liderança trocou de mãos diversas vezes nas últimas três voltas, até que Riccardo Patrese vencesse. Detalhe: ele só ficou sabendo que tinha vencido algum tempo depois. Essa história está detalhada aqui.
Ferrari: tão ruim quanto em 1993

Foto: Reprodução/Forix
Cinco corridas, nenhum pódio. Esta é a marca negativa da Ferrari em 2009, algo que havia acontecido pela última vez no longínquo ano de 1993. Desde então, nunca mais a equipe italiana havia ficado tanto tempo sem chegar entre os três primeiros em um início de temporada.
Assim como neste campeonato, em 1993 a escuderia não tinha feito nada melhor do que dois sextos lugares nas cinco primeiras corridas. Interessante observar que, na mesma época, Jean Todt chegava para organizar a equipe e tirá-la da péssima fase em que se encontrava. Curiosamente, a Ferrari volta a um patamar parecido justamente no ano em que o francês deixou o time. Simples coincidência?
Tags: Ferrari, GP da Espanha, Jean Todt
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