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25 anos de GP da Austrália – parte final

Depois de onze quase sempre emocionantes corridas em Adelaide, a Fórmula 1 trocou de ares na Austrália. Em 1996 a FIA transferiu a prova para Melbourne, no estado de Victoria. Mas a mudança não foi apenas de localização, mas também de calendário. Depois de encerrar o Mundial de F1 por onze anos consecutivos, a Austrália passava a abrir o campeonato. O que gerou uma situação inusitada: pela primeira vez na história da categoria, um mesmo GP aconteceu duas vezes consecutivas. Ao término do GP da Austrália de 1995 todos se disseram: boas férias, nos revemos ano que vem na… Austrália!

E a primeira corrida no Albert Park quase proporcionou o primeiro piloto-estreante vencedor em 35 anos.
Desde 1961, quando Giancarlo Baghetti estreou na F1 com uma Ferrari no GP da França, um novato não ganhava seu primeiro GP na categoria. Jacques Villeneuve, campeão da Indy, chegou na F1 abafando e quase levou. Nos treinos de classificação, colocou seu companheiro de Williams Damon Hill no bolso e marcou a pole position. Na corrida, largou bem e manteve a ponta por praticamente toda a prova, até escapar da pista e danificar uma mangueira de óleo. Seu motor perdeu pressão e ele precisou reduzir a velocidade, entregando a vitória de bandeja a Hill. Ao fim do ano, o inglês se sagraria campeão, iniciando um novo marco do GP Australiano: desde então, o vencedor da prova quase sempre levou o título da temporada. Em apenas quatro ocasiões, de 14, isso não aconteceu: 1997, 1999, 2003 e 2005. Por essa informação, fica fácil deduzir que o maior vencedor do circuito é Michael Schumacher, quatro vezes.

Em 1997, Coulthard vence na estreia da McLaren prata (Foto: Pascal Rondeau/Allsport)

Em 1997, Coulthard vence na estreia da McLaren prata
(Foto: Pascal Rondeau/Allsport)

A zebra de 1997 foi David Coulthard, que ganhou a primeira corrida da McLaren com a pintura prateada da Mercedes. As Williams eram favoritas, mas Villeneuve envolveu-se em um acidente na largada e ficou de fora logo cedo. Seu companheiro Heinz-Harald Frentzen, que estreava na equipe, rodou no final, quando parecia ter carro para ultrapassar o escocês. A prova foi marcada também por um abandono curioso. Pelo traçado ser repleto de árvores, as comunicações de rádio não funcionavam muito bem no Albert Park. Jean Alesi, da Benetton, vinha bem e tinha um pódio quase garantido. Mas teve de abandonar a prova quando ficou completamente sem combustível. A equipe o chamava pelo rádio para reabastecer, mas ele não ouvia. Ficou a pé.

O mesmo problema de rádio trouxe uma certa controvérsia à corrida de 1998. Mika Hakkinen, da McLaren, dominou todo o fim de semana e liderava a prova à frente de seu companheiro Coulthard, até que entendeu errado uma comunicação de seu engenheiro e foi aos boxes num momento em que a equipe não estava preparada. Com a desaceleração e o limite de velocidade dos boxes, foi ultrapassado pelo escocês, que assumiu a ponta. Porém, a três voltas do fim, cedeu posição e devolveu a vitória a Hakkinen. Se fosse mais esperto, teria fingido um problema no rádio…

Problemas, aliás, não faltaram na corrida de 1999. Já na largada, algo inusitado: os dois motores Ford das duas Stewart, de Rubens Barrichello e Johnny Herbert, explodiram ao mesmo tempo, enquanto aguardavam no grid. As favoritas McLaren tiveram problemas mecânicos e Michael Schumacher não conseguiu alinhar para a segunda volta de apresentação, tendo que sair da última posição. Até que se recuperava bem, mas teve um pneu furado e acabou em oitavo e último lugar. O sobrevivente vitorioso foi Eddie Irvine, que herdou a primeira vitória de sua carreira. O irlandês brigaria pelo título daquele ano, depois que Schumacher quebrou a perna em Silverstone. Mas terminou só com o vice mesmo.

Villeneuve é retirado do carro após o acidente que matou fiscal (Foto: Robert Cianflone/Allsport)

Villeneuve é retirado do carro após o acidente que matou fiscal
(Foto: Robert Cianflone/Allsport)

E foi em Melbourne, em 2001, que o alemão sofreu o mais assustador acidente de sua carreira, depois daquele de 1999. Nos treinos livres de sexta, ele perdeu o controle da Ferrari, rodou e capotou algumas vezes na área de escape, antes de parar na barreira de pneus. Felizmente, foi apenas um grande susto, ao contrário do que se sucederia no domingo. Jacques Villeneuve tentou uma ultrapassagem sobre a Williams de Ralf Schumacher, errou o cálculo e tocou a roda traseira do alemão. Saiu voando e bateu na mureta. Um dos pneus de sua BAR se soltou e atingiu um fiscal de pista, Graham Beveridge, que morreu. Por sinal, foi a última morte em uma corrida de F1 desde então.

De lá para cá, o Albert Park sediou várias corridas movimentadas e emocionantes, porém sem resultados muito especiais. A grande zebra, mesmo, aconteceu no ano passado, com a espetacular dobradinha da Brawn GP. Pela primeira vez em mais de 50 anos, uma equipe estreante vencia sua primeira corrida e ainda marcava o segundo lugar. Foi o prenúncio de um campeonato surpreendente, que fez de Jenson Button – o quase-desempregado – campeão mundial.

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Barrichello já é o 5º maior pontuador da história

Foto: Divulgação/Bridgestone

Foto: Divulgação/Bridgestone

O aviso me foi dado pelo Bernardo Magalhães. Com os oito pontos do segundo lugar no GP da Austrália, Rubens Barrichello passou a ser o quinto maior pontuador da história da Fórmula 1. Com 538 pontos acumulados, o brasileiro ultrapassou David Coulthard (535) e Kimi Raikkonen (531). À frente dele, estão apenas Michael Schumacher (1.369), Alain Prost (798,5), Ayrton Senna (614) e Fernando Alonso (555).

Caso a Brawn se mantenha dominante na temporada e Barrichello seja capaz de somar mais de 80 pontos – um desempenho de terceiro ou quarto colocado no campeonato -, ele poderá assumir até o terceiro lugar. Isso, lógico, se mantiver uma certa distância com relação a Fernando Alonso e Kimi Raikkonen, que também estão em atividade.

Para quem esteve com a carreira praticamente encerrada, este “ano bônus” de Barrichello promete ser muito proveitoso. Isso se for realmente o último, porque se continuar assim, ele ainda vai longe.

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Curiosidades do GP da Austrália

Foto: Divulgação/BMW

Foto: Divulgação/BMW

Abrindo a semana do primeiro ronco dos motores para a temporada 2009 da Fórmula 1, chegou a hora do aquecimento para o GP da Austrália. Para isso, nada melhor do que um apanhado de curiosidades acerca da prova de abertura do campeonato.

* O GP da Austrália será disputado pela 25ª vez, a 14ª no circuito do Albert Park. As primeiras 11 edições aconteceram em Adelaide, que encerrou os mundiais de Fórmula 1 de 1985 a 1995.

* Michael Schumacher é o maior vencedor, com 4 vitórias, todas em Melbourne.

* Entre as equipes, vantagem da McLaren: 9 vitórias em solo australiano, contra 7 da Ferrari.

* Desde que a corrida é disputada em Melbourne, em nove ocasiões o vencedor da corrida terminou a temporada campeão mundial. Em apenas quatro provas (1997, 1999, 2003 e 2005), o primeiro colocado não foi campeão.

* Há 16 anos um brasileiro não vence na Austrália. O último foi Ayrton Senna, em 1993.

* Felipe Massa estreou na Fórmula 1 no Albert Park em 2002, pela Sauber. Mas nunca conseguiu sequer um pódio no GP da Austrália.

* Outras curiosidades, edição por edição:

1985 – Última vitória de Keke Rosberg na Fórmula 1
1986 – Segundo título mundial para Alain Prost
1990 – GP de nº 500 da história, vitória de Nelson Piquet
1991 – Corrida mais curta da história da F1, interrompida depois de 14 voltas por causa da chuva
1993 – Última vitória de Ayrton Senna
1994 – Última vitória de Nigel Mansell, título mundial para Michael Schumacher
1995/1996 – Pela primeira vez, dois GPs de um país aconteceram de forma consecutiva. O GP da Austrália encerrou a temporada 1995 e abriu a de 1996.
1999 – Primeira vitória de Eddie Irvine
2003 – Última vitória de David Coulthard
2005 – Vitória de Giancarlo Fisichella, em sua estreia na Renault
2007 – Vitória de Kimi Raikkonen, em sua estreia na Ferrari

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Coulthard, o gente boa

O Victor Hugo me enviou este vídeo muito engraçado. David Coulthard estava autografando um livro no paddock em Interlagos quando foi atingido, acidentalmente, pela lente de uma câmera. A reação do escocês, depois de um “ops”, foi sensacional.

Para quem não entende inglês, ele disse: “Se eu fosse o Montoya, ia fazer algo como ‘what the fuck are you doing?’”. Coulthard fazia referência ao chilique do colombiano ao ser atingido por uma câmera no paddock há alguns anos.

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Charge do Mantovani: Cemitério F1 2008

Bruno Mantovani faz um balanço da temporada 2008, lembrando daqueles que viveram neste ano seus últimos momentos na F1.

Arte: Bruno Mantovani

Arte: Bruno Mantovani

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Touro albino

Foto: Carsten Horst/Photo4/Hyset

Foto: Carsten Horst/Photo4/Hyset

Bruno Vicaria publicou no Grande Prêmio novas imagens da Red Bull especial para o GP do Brasil, em razão da despedida de David Coulthard da Fórmula 1.

Ficou bonita pacas.

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Homenagem a Coulthard

Foto: Flavio Gomes

Foto: Flavio Gomes

Cravou o Grande Prêmio: a Red Bull preparou para David Coulthard uma pintura especial para sua corrida de despedida da Fórmula 1. Em vez do azul tradicional, o carro será pintado de branco, contendo logos da Wings for Life, instituição que cuida de crianças com câncer de medula espinhal, apoiada pela empresa austríaca. O carro de Mark Webber terá as cores normais.

A intenção é nobre e a novidade é bem-vinda. Só estranhei como a sisuda FIA permitiu tal ação, já que há quatro anos proibiu a BAR de correr na China com uma pintura azul alegando que “os carros não devem mudar de cores durante a temporada”. Em 1999, também já havia proibido a mesma equipe de correr com dois carros de cores diferentes, um azul e outro branco e vermelho. Que seja um sinal de abertura da categoria a ações de marketing no futuro.

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Jogando a corrida fora

A asneira cometida por Lewis Hamilton na saída dos pits em Montreal, batendo em Kimi Raikkonen e jogando sua corrida fora, me fez lembrar de uma certa predileção que os britânicos têm em fazer patuscadas nos boxes.

É certo que Felipe Massa, Juan Pablo Montoya, Rubens Barrichello e Giancarlo Fisichella já foram desclassificados por avançarem a luz vermelha, mas nada disso se compara ao que já fizeram antes Nigel Mansell, David Coulthard e o próprio Lewis Hamilton.

1º ato: Guiando pela Ferrari no GP de Portugal de 1989, Mansell briga pela liderança da prova com seu companheiro Gerhard Berger, até que é chamado pela equipe para uma troca de pneus. Na hora de parar o carro, erra o ponto de freada, passa reto e quase atropela seus mecânicos. Dá marcha-ré – o que é proibido pelo regulamento – e leva bandeira preta, jogando sua corrida fora. Aliás, destruiu também a corrida de Ayrton Senna, já que não viu a bandeira preta e seguiu disputando posição com o brasileiro. Os dois se tocaram, ficaram fora da prova e Mansell ainda levou da então FISA um gancho de uma corrida.

2º ato: David Coulthard, de mudança para a McLaren, disputa sua última corrida pela Williams em Adelaide, 1995. Tem uma certa vantagem para seu companheiro Damon Hill e aparentemente venceria a prova, até que precisa entrar nos pits para reabastecer e trocar pneus. Na curva de entrada, perde a frente de carro e bate de cara na mureta interna, dando adeus à corrida. Tudo bem que havia sujeira na pista mas, mesmo assim, o erro foi patético.

3º ato: Lewis Hamilton lidera o campeonato mundial e pode ser campeão antecipado na China, em 2007. Para isso, basta marcar Fernando Alonso, chegando uma posição à frente de seu desafeto. Poderia até chegar uma posição atrás, desde que Alonso não fosse mais que terceiro. O problema é que Hamilton não se contentou em chegar apenas à frente do espanhol. Queria mesmo era vencer a corrida. E, para isso, colocou os pés pelas mãos. Não parou para trocar pneus na hora adequada, ficou brigando inutilmente pela liderança com Kimi Raikkonen, destruiu seus pneus intermediários na pista seca e começou a perder grande terreno para Alonso, o terceiro. Foi tão longe que chegou a ser sete segundos mais lento que o companheiro em apenas uma volta. Com os pneus já na lona, resolveu ir para os pits, mas já era tarde. Perdeu o controle da McLaren e acabou atolado na pequena caixa de brita da entrada dos boxes. Começou, ali, a jogar seu título mundial pela janela.

E você? Lembra de outra besteira parecida de um piloto nos boxes, que comprometeu uma possível vitória ou mesmo um título mundial?

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Um prêmio para Coulthard


David Coulthard, há 14 anos na Fórmula 1, já encaminha o final de sua carreira. Antes de deixar a categoria, no entanto, o escocês não escondia que desejava conquistar ao menos mais um pódio, para tornar-se o quarto maior da história neste quesito.

E no Canadá ele conseguiu. Com o terceiro lugar de hoje, o piloto da Red Bull desempatou a disputa com Rubens Barrichello e já pode dar um final feliz à sua trajetória. A menos que o brasileiro invente de empatar novamente até o final do ano.

Confira abaixo os maiores estouradores de champanhe da história:

Michael Schumacher – 154
Alain Prost – 106
Ayrton Senna – 80
David Coulthard – 62
Rubens Barrichello – 61
Nelson Piquet – 60
Nigel Mansell – 59
Niki Lauda – 54
Kimi Raikkonen – 52
10º Mika Hakkinen – 51

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Pancadão do Coulthard

Para quem não viu, imagens do acidente de David Coulthard na classificação ontem.


Repararam no pneu batendo em seu capacete?
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O lance da corrida

David Coulthard, Fernando Alonso e Nick Heidfeld brigando pela oitava posição no começo do GP da Malásia. O alemão da BMW passa os dois de uma vez.


Um dos melhores momentos da F1 nos últimos anos.
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Acidente de Coulthard

Já está no Youtube um vídeo onboard da suspensão de David Coulthard se desmanchando após saltar sobre uma zebra.


Impressionante.
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Do Baú: David Schumacher


Como dito no Baú de ontem, David Coulthard estava com sérios problemas de embaçamento na viseira de seu capacete às vésperas do GP de Mônaco de 1996. Chovia na manhã daquele domingo e o escocês não conseguia enxergar quase nada do sinuoso traçado do principado.

A solução encontrada por ele? Foi até os boxes da Ferrari e pediu a seu amigo Michael Schumacher um casco emprestado. Como na época McLaren e Ferrari tinham o mesmo patrocinador – a Marlboro -, ficou fácil. Bastou mexer em um ou outro elemento e pronto: foi para a pista.

Como continuou chovendo na hora da corrida, David disputou todo o GP de Mônaco usando a pintura de Michael Schumacher. E deu sorte. O escocês chegou em segundo lugar, atrás apenas do vencedor Olivier Panis, na célebre corrida em que apenas quatro carros cruzaram a linha de chegada. Foi o melhor resultado da McLaren naquela temporada.

Foto enviada pelo leitor Fernando Leandro de Lucena.

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Galeria: 12 de novembro no automobilismo


1916 – Nasce Peter Whitehead


1945 – Nasce George Eaton


1995 – Damon Hill vence o GP da Austrália

Neste GP da Austrália, o último em Adelaide, David Coulthard e Roberto Moreno protagonizaram patacoadas homéricas. Confira nos vídeos abaixo.


Detalhe: Coulthard liderava a corrida com folga.
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Problema com combustível já aconteceu em 1995


A decisão tomada hoje pela FIA, de não desclassificar os pilotos da Williams e da BMW por irregularidades no combustível, não pode ser chamada de incoerente. Caso semelhante já havia ocorrido, também no GP do Brasil, em 1995.

Naquela ocasião, Michael Schumacher havia vencido a prova, com David Coulthard em segundo e Gerhard Berger em terceiro. Os dois primeiros, de Benetton e Williams, utilizavam o mesmo combustível, da francesa Elf. Comissários da prova detectaram que a composição da gasolina extraída dos tanques diferia daquela que tinha sido enviada para homologação antes da corrida.

No final da tarde, os dois pilotos foram desclassificados e a vitória foi atribuída a Gerhard Berger, que chegou a comemorar com champanhe nos boxes, com certo constrangimento. Dias depois, a FIA analisou os recursos da Williams e da Benetton e devolveu a vitória a Schumacher e o segundo posto para Coulthard. As equipes apenas não puderam somar estes pontos no mundial de construtores.

Julgo que a decisão de hoje foi acertada. Regra é regra, mas precisa ser avaliada dentro de contexto. Não fosse assim, juízes não seriam necessários: pegaria-se a lei e aplicaria-se a pena. Dentre todas as subjetividades presentes na aplicação de uma pena, destaca-se a avaliação de tamanho do crime x tamanho da pena.

Os pilotos deveriam ser desclassificados caso os comissários tivessem entendido que houve benefício com a irregularidade. Mas não foi o que ocorreu. Ficou entendido que a diferença de temperatura não influiu no resultado da corrida e que não havia certeza quanto ao processo de medição. Duas empresas diferentes avaliaram as amostras e os resultados foram bem distintos. Sem certeza do crime e sem ganho comprovado, sem punição. Bastante simples e correto.

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O grande lance do fim de semana

Alex Wurz, na mesma curva em que Massa passou reto, janta David Coulthard por fora, numa das raras ultrapassagens da corrida. Lance belíssimo.


A narração está em turco, mas tenho certeza de que o narrador gritou: “Vai pra casa, Banana!”.
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Charge do Capelli: RBR? STR? Que nada!…

Porque quem contrata Coulthard, Webber, Liuzzi e Speed não pode ser inteligente.

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Nova Campanha


Sacada do blogueiro Paulo H. Lombardi.
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Dio santo!

Como diz um amigo meu, essa foi “por uma teta”.

Por menos de um palmo, Wurz não levou uma Red Bull na cabeça. Não ia voltar para contar a história.

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Reb Bull?

A julgar pelos primeiros créditos do primeiro treino livre da temporada, que estão acontecendo agora, a FIA parou com aquela bobagem de tratar a Red Bull como RBR.

O único problema é que, desacostumados com o nome, os operadores do GC cometeram um pequeno engano…




Mas como é primeiro dia, a gente perdoa.

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