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Perfil
Ivan Capelli não é um ex-piloto de Fórmula 1, embora o nome sugira isso. É um jornalista não-praticante gaúcho que adora dar pitaco em diversos assuntos, principalmente automobilismo. Escreve sobre Fórmula 1 na Internet desde 1998, tendo sido um dos primeiros a fazer isso no Brasil. Desde 2003 colabora com o site Grande Prêmio. Já escreveu também para o site GP Total e foi o responsável pela tradução do GP Guide, Bíblia da F1, para o português brasileiro. Fundou e assina matérias para a Revista Warm Up. Também quebra galhos como ilustrador picareta. Mas faz tudo isso por gosto pelas corridas, já que sua atividade principal é como gestor em uma empresa de Tecnologia da Informação. No fim das contas, não sabe nada de nada, mas parece que engana muito bem. SIGA NO TWITTER ASSINE O RSSBusca no blog
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Arquivo da tag: Emerson Fittipaldi
Pintou o favorito?

Foto: Divulgação/Brawn
Com duas vitórias nas duas primeiras corridas da temporada, Jenson Button lidera o campeonato mundial de pilotos, a bordo da surpreendente Brawn Mercedes. E se uma escrita histórica for levada em consideração, ignorando as circunstâncias, o britânico desponta como favorito ao título de 2009.
Em todos os campeonatos realizados de 1950 a 2008, em 16 ocasiões um mesmo piloto ganhou as duas primeiras etapas da temporada. E em apenas quatro delas este mesmo piloto não terminou o ano como campeão. A última vez em que o vencedor inicial não levou o caneco foi há 27 anos, em 1982, quando Alain Prost despontou com a Renault, mas não conseguiu pontuar nas sete corridas seguintes e terminou o ano apenas em quarto lugar.
Confira abaixo quem venceu as duas primeiras provas até hoje. Entre parêntesis, sua classificação final no campeonato.
1953 - Alberto Ascari (1º) *
1954 - Juan Manuel Fangio (1º) *
1957 - Juan Manuel Fangio (1º)
1969 - Jackie Stewart (1º)
1973 - Emerson Fittipaldi (2º)
1976 - Niki Lauda (2º)
1979 - Jacques Laffite (4º)
1982 - Alain Prost (4º)
1991 - Ayrton Senna (1º)
1992 - Nigel Mansell (1º)
1994 - Michael Schumacher (1º)
1996 - Damon Hill (1º)
1998 - Mika Hakkinen (1º)
2000 - Michael Schumacher (1º)
2001 - Michael Schumacher (1º)
2004 - Michael Schumacher (1º)
2009 - Jenson Button (?)
* Em 1953 e 1954, o GP de Indianápolis foi a segunda etapa da temporada, mas nenhum dos pilotos que disputavam regularmente o campeonato participavam da corrida. Assim, foram consideradas a primeira e terceira provas.
Imagens da F1 – anos 70

Foto: Antônio Carlos Bacchieri Duarte
Recebo do Daniel Bacchieri um material de primeira qualidade e de dimensão histórica. Seu pai, Antônio Carlos Bacchieri Duarte, acompanhou três GPs da Argentina entre 1972 e 1974 nos boxes e produziu mais de 180 imagens, como esta que ilustra o post.
O Daniel fez a gentileza de digitalizar todo o acervo e publicar em seu álbum no Flickr, compartilhando com o mundo imagens até então inéditas de gênios, como Emerson Fittipaldi e Jackie Stewart, e de carros históricos, como a Lotus 72, Tyrrell 005 e McLaren M23.
Espetacular.
Terceiros carros

Foto: Reprodução/Motorsports Almanac
Durante a semana em que estive hibernando, Bernie Ecclestone preparou mais um de seus famosos balões de ensaio, dizendo que as maiores equipes poderão vir a alinhar um terceiro carro nesta temporada caso a Honda não arrume novos donos e a categoria fique com a penas 18 carros.
Uma sandice completa num período de crise financeira sem precedentes na Fórmula 1. Se o objetivo é cortar custos, preparar um terceiro carro é um contrassenso absoluto. E se a FOM sinaliza com uma ajuda financeira para custear o carro extra, seria mais lógico subsidiar a ex-Honda, o que faria muito mais sentido.
Mas houve um tempo em que, sem orçamentos tão cheios de zeros à direita, algumas equipes eventualmente colocavam três carros numa corrida. Algumas vezes para testar algum componente, mas muitas delas para avaliar novos pilotos.
Emerson Fittipaldi, por exemplo, só estreou na Fórmula 1 graças a um terceiro carro inscrito pela Lotus no GP da Inglaterra de 1970. Emmo foi chamado por Colin Chapman para correr ao lado dos titulares John Miles e Jochen Rindt. Agradou e meses depois viraria primeiro piloto da equipe, devido à morte de Rindt e o posterior desentendimento entre Chapman e Miles, que questionava a segurança do Lotus 72.
Nigel Mansell também começou sua história na categoria em um terceiro carro, também da equipe Lotus. O mesmo Chapman chamou Mansell para correr ao lado de Mario Andretti e Elio de Angelis no GP da Áustria de 1980. Ao término da temporada, Andretti mudou-se para a Alfa Romeo e Mansell passou a titular.
A última vez em que um time colocou três carros numa mesma corrida, no entanto, não teve nenhum dos propósitos anteriores. No GP da Alemanha de 1985, em Nürburgring (nome próprio ainda tem trema!), a Renault chamou o obscuro François Hesnault, recém-demitido da Brabham, para participar de uma ação promocional. Com o aval de todas as equipes da categoria, o terceiro Renault foi colocado na pista para ser beta tester de uma tecnologia que estava engatinhando nas transmissões ao vivo: as câmeras on-board.
Hesnault, aquele mesmo cuja lenda diz que saiu rodando feito pião da primeira vez em que acelerou o motor BMW turbo de sua Brabham (igualzinho a mim no rFactor), alinhou com o tal terceiro carro, em companhia de Derek Warwick e Patrick Tambay, titulares da Renault. Largou em 23º entre 27 participantes e sua brincadeira de câmera-man durou pouco. Na oitava volta, teve problemas de embreagem e abandonou. Foi a última participação do francês na Fórmula 1 e, desde então, nunca mais uma mesma equipe contou com três inscritos num mesmo grid de largada.
Intervalo Comercial: Café Caboclo
O Germano Caldeira revirou seus alfarrábios e encontrou esta pérola abaixo. Segundo ele, o anúncio é de 1976.

Santa costeleta, Batman!
Cenário desolador
O Vinicius Amaro esteve hoje em Interlagos para acompanhar a GT3. O dia era histórico para o automobilismo nacional, marcava a volta às pistas dos irmãos Fittipaldi. Duas lendas, Emerson e Wilson, acelerando um Porsche no circuito mais importante do país.
O cenário que ele presenciou e fotografou nas arquibancadas, entretanto, era este.

O Brasil, além de estar perdendo por completo sua paixão pelo automobilismo, também não sabe reverenciar seus heróis.
Que na corrida deste domingo, às 11 da manhã, haja um público condizente com a grandiosidade do evento.
Do Baú: Senna na Indy

O Baú de hoje é manjado, mas vale pelo significado do fim de semana. Amanhã, em Long Beach, a ChampCar, outrora Cart e reconhecida pelos mais apaixonados como a “verdadeira Indy”, disputa a última corrida de sua história.
Uma categoria que viveu seu auge no final dos anos 80, começo dos 90 e que por um breve momento ameaçou o reinado da Fórmula 1, atraindo para suas pistas estrelas como Nigel Mansell e Emerson Fittipaldi. Ayrton Senna, maior expoente do automobilismo mundial na época, ameaçou uma mudança para os Estados Unidos no final de 1992, insatisfeito com a saída da Honda da F1 e sem uma perspectiva real de mudar-se para a Williams, que no ano seguinte seria um feudo Prostiano.
Na prática, o brasileiro não pretendia deixar a F1, mas fez uma série de ameaças como tirar um ano sabático ou competir nos EUA apenas para exercer pressão política sobre Bernie Ecclestone, Ron Dennis e Frank Williams. No final das contas, deu certo. Conseguiu vaga na Williams para 1994 e correu pela McLaren em 1993 recebendo bem mais do que Ron pretendia pagar.
A foto de hoje ilustra o teste de Senna com a Penske, que ocorreu em dezembro de 1992, no circuito misto de Firebird em Phoneix, Estados Unidos. Ao contrário do que muitos acreditam, Ayrton não chegou a testar no traçado oval.
Este baú foi indicado por diversos leitores: Pedro Ivo, Bruno Maia, Rafael Dellevedove, Lucas Lima e Afrânio Pedrosa.
Do Baú: O mistério de Emerson na Ferrari

O Angelo José Wanderley enviou um ótimo baú. As imagens retratam Emerson Fittipaldi a bordo da Ferrari F2001, campeã com Michael Schumacher. Mas o Angelo não sabe quando isto ocorreu. Nem eu. Presumo festival de Goodwood, mas não tenho certeza.
Alguém sabe desvendar este mistério?
35 anos do título de Emerson Fittipaldi
Rafael Lopes já colocou o link em seu blog, mas reproduzo também aqui. Está no Youtube a reportagem que foi ao ar no Esporte Espetacular de domingo passado, com Leo Batista entrevistando Wilson Fittipaldi, o “barão”, a respeito dos 35 anos do primeiro título de seu filho Emerson na Fórmula 1.
Velhinhos porretas. Ótima, a matéria.




