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Do Baú: Encontro de Gênios


Em novembro de 1990, por ocasião da comemoração do GP de nº 500 da história da Fórmula 1, a organização do GP da Austrália reuniu vários campeões do mundo para uma foto histórica.

Em pé: James Hunt, Jackie Stewart e Dennis Hulme. Sentados: Nelson Piquet, Juan Manuel Fangio, Ayrton Senna e Jack Brabham. Nada menos que 19 títulos mundiais reunidos, todas as gerações da história da categoria representadas. Uma imagem que nunca mais se repetirá, visto que num período de menos de cinco anos, quatro destes campeões perderam a vida.

Alain Prost estava presente em Adelaide, mas negou-se a participar da foto, ainda irritado com o acidente provocado por Senna na largada do GP do Japão, duas semanas antes. Neste mesmo final de semana, Senna e Stewart também se desentenderam, com o tricampeão escocês acusando o brasileiro de agir de forma antidesportiva.

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Do Baú: Benetton provisória (1991)


Em 1990, a Benetton competia utilizando pneus Goodyear, mas assinou um contrato com a Pirelli para o ano seguinte. Mas não foi só esta a mudança na equipe. Graças a um contrato com os cigarros Camel, a Benetton abandonaria seu tradicional verde para dar lugar ao amarelo do novo patrocinador.

Logo no começo de 1991, entretanto, a pintura nova ainda não estava definida, mas a equipe precisava ir para a pista para os primeiros testes com os compostos da Pirelli. Solução? Mantenha-se a pintura do ano passado, adicionando apenas um aerofólio amarelo com o novo patrocínio, além de novos stickers nas laterais.

O resultado é este que você vê lá no alto. Nelson Piquet foi para a pista com um carro ainda mais colorido que o tradicional. Semanas depois, a equipe já teria o novo esquema pronto e passou a ir para a pista com a pintura amarela, apenas com as laterais em azul e com o bico em verde.

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Calibrando o pé

Hoje tem nova coluna Capellística no GP Total. Nela, eu boto a bola na marca do pênalti e mando aquele chutão. Se acertei o gol ou não, só saberemos em novembro. O tema é: como serão as relações de força entre as equipes na temporada 2008?

Na hora deste post, a coluna ainda não está publicada, mas entra no ar durante o dia de hoje. Como sou mau, deixo todo mundo na expectativa.

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Do Baú: Tracy na Benetton


Pouca gente lembra, mas Paul Tracy, hoje tido como um maluco inconseqüente, já teve seu nome cogitado para correr na Fórmula 1. Aconteceu em 1994, quando o jovem canadense despontava como uma grande promessa do automobilismo norte-americano.

Tracy testou a Benetton em outubro daquele ano, no Estoril, dias após a disputa do Grande Prêmio de Portugal. O piloto acompanhou a equipe em todo o fim de semana de corrida e foi para a pista durante a semana seguinte.

Havia, na época, um assumido interesse de Bernie Ecclestone em trazer um ídolo da Cart para a Fórmula 1. A tentativa com Michael Andretti já tinha fracassado, mas o chefão da categoria não desistiu. As negociações com Tracy não foram adiante e o sonho de Ecclestone só se confirmou quando conseguiu trazer o campeão Jacques Villeneuve, em 1996.

Este baú foi enviado pelos leitores Fábio Mandrake, Frederico Cesar e Rian Assis.

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O fã nº 1 de Barrichello

Rubens Barrichello, tão sacaneado no Brasil, quem diria, tem um grande fã irlandês. Niall Breen, quinto colocado na Fórmula 3 Inglesa em 2007, utiliza um capacete semelhante ao do brasileiro, numa clara homenagem.

Quando criança, Breen competia de kart com um capacete idêntico do de Barrichello, inclusive com imitações dos logos dos patrocinadores. Agora, já adulto e profissional, adotou uma pintura semelhante, com um tom de laranja mais cítrico e com um topo verde, no melhor estilo “cabelo do Cebolinha”.

É interessante esse tipo de acontecimento. Como já disse diversas vezes, Barrichello sempre esteve muito longe de ser um piloto ruim, muito pelo contrário. Foi dos melhores na década de 90. Mas pecou por opções erradas e declarações infelizes. Um talento desperdiçado, mas nem de longe um fracassado.

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Charge do Capelli: O Peso das Coisas

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Do Baú: Herbert na Arrows


Encerrando a trilogia laranja, uma que pouca gente lembra. Depois de aposentar-se da Fórmula 1, em 2000 pela Jaguar, Johnny Herbert ainda passou mais um ano na categoria. Não como piloto titular, mas a exemplo do que fizeram Olivier Panis, Alex Wurz e Michael Schumacher, como piloto de testes. Herbert fez uma série de treinos pela Arrows em 2001, ajudando os titulares Jos Verstappen e Enrique Bernoldi no desenvolvimento do A22.

A dica foi do sempre atento Alex Grün.

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Do Baú: Pizzonia na Arrows


Nada como ter leitores bem informados. A grande maioria acertou a brincadeira de ontem. O piloto brasileiro que testou a Arrows em fins de 2000, além de Enrique Bernoldi, foi Antonio Pizzonia.

Recém campeão da F3 Inglesa, o amazonense andou com a Arrows em dezembro de 2000, logo após seus primeiros contatos com a Benetton. No ano seguinte, disputaria a Fórmula 3000 e se tornaria piloto de testes da Williams, para estrear na F1 em 2003, pela Jaguar.

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Tapando o sol com a peneira

Hoje assisti a uma reportagem no Esporte Espetacular sobre a tradição de países como Brasil e Finlândia na Fórmula 1. Carlos Gil traçou alguns paralelos interessantes: ambos os países possuem três campeões do mundo e dois pilotos entre as três principais equipes da categoria em 2008.

Entrevistado, Heikki Kovalainen tocou, de forma inocente até, o dedo em uma grande ferida. Nas palavras do finlandês:

“Interessantes essas coincidências, nunca havia percebido. E até me surpreende, o Brasil deve estar fazendo alguma coisa errada. Nós somos apenas 5 milhões, compare com o tamanho do seu país…”

Porém, em vez de abordar o assunto espinhoso, que daria muito pano pra manga, a reportagem preferiu sair pela tangente. Respondeu à constatação de Kovalainen com uma tabelinha, dizendo que “não é bem assim”, já que o Brasil tem oito títulos mundiais e é o país que mais títulos conquistou na história. Separando, convenientemente, Escócia e Inglaterra, que correm sob o Union Jack do Reino Unido.

Uma meia-verdade estrategicamente utilizada para tapar o sol com a peneira, um resgate histórico para fazer valer o Brasil-sil-sil varonil, ignorando solenemente o cenário sombrio que é a realidade atual do esporte a motor no país.

Mas a gente sabe o motivo de tudo isso. O Brasil de verdade não é aquele que “a gente vê por aqui”.

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Do Baú: Mazzacane na Arrows


O Baú de ontem foi sobre o teste de Enrique Bernoldi na Prost, cuja vaga acabou ocupada por Gastón Mazzacane, fazendo com que o brasileiro acertasse com a Arrows. Mas Mazzacane também competia por esta outra vaga.

A foto que ilustra este post é de um teste que o argentino fez pela Arrows em Silvertone, antes de chegar a um acordo com a Prost. Mazzacane, aliás, que anunciou que vai correr na Fórmula Truck brasileira este ano.

Na mesma época, outro piloto brasileiro andou pela Arrows. Alguém tem um palpite? Resposta no baú de amanhã.

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Do Baú: Bernoldi na Prost


Aproveitando o gancho da ótima entrevista com Enrique Bernoldi publicada esta semana no Grande Prêmio, o baú de hoje é em homenagem a ele. A foto é de um teste que o brasileiro fez pela equipe Prost no final de 2000. Bernoldi esteve muito próximo de um acerto com o time para disputar a temporada de 2001, mas perdeu a vaga para o argentino Gastón Mazzacane, que trouxe com ele 10 milhões de dólares do extinto canal PSN.
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F1 2008 – Chamada da Globo

O KibeLoco fez mais uma de suas paródias, imaginando como será a chamada da Globo para o Mundial 2008 da Fórmula 1.


O pior de tudo é que, a julgar pelo desempenho da Honda na pré-temporada, ele tem toda a razão…
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Alonso & Piquet by Mantovani

Bruno Mantovani, o talentoso desenhista que bolou aquele Capellino do topo do site, fez esta semana ilustrações dos pilotos da Renault.



Vale a pena uma visita ao blog dele. Os desenhos da Lotus do Emerson e da McLaren do Senna são sensacionais.
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Do Baú: Kovalainen na Minardi


Everton Rupel, fã número 1 da Minardi, enviou esta. Heikki Kovalainen, embora vinculado à Renault desde o começo da carreira e tendo feito seus primeiros contatos com um carro de Fórmula 1 pela própria equipe francesa em fins de 2003, também guiou por outra equipe antes da McLaren. Foi pela Minardi, num teste em Vallelunga, uma semana depois dos primeiros trabalhos com a Renault. Tudo coordenado por Flavio Briatore, lógico.

O desempenho do finlandês nos testes agradou ambas as equipes e ele acabou garantindo vaga para testar pela Renault em 2004, junto com o argentino José Maria Lopez. O resto… a gente já sabe.

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Charge do Capelli: Os Números da Williams

Muita gente pediu, então as férias acabaram. A infâmia, o nonsense e a estupidez estão de volta. Com vocês… a primeira charge de 2008.


Se você nunca viu Lost, não vai entender. Mas não está perdendo nada, a analogia não tem graça, mesmo.
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Rápida e de mau humor

Dia comprido e cansativo, talvez tenha sido até por isso. Mas achei a quarta pintura “especial” da Williams tão sem graça quanto as anteriores.

Amanhã voltamos com o bom humor habitual.

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Multimarca… ou marca multi?


A pergunta que não quer calar… a Force India ficou mais parecida com a cerveja Kingfisher ou com a companhia aérea Kingfisher?

Saia justa para os organizadores do GP da França, já que lá é proibida a exibição de marcas de bebidas alcoólicas. A menos que a equipe coloque um “Fly” na frente do logotipo em Magny-Cours para disfarçar.

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Do Baú: Ron Dennis, mecânico da Brabham


O rosto é conhecido, apesar de estar mais magro, bem mais jovem e com muito mais cabelo. Ao lado de Jack Brabham, circundado de vermelho, é ele mesmo. Ron Dennis, principal dirigente da McLaren.

A foto é do começo da carreira do britânico, final dos anos 60, quando ainda era mecânico da equipe Brabham. Dennis começou na Cooper, saiu de lá com Jack Brabham e na Brabham permaneceu até a aposentadoria do piloto. Em 1972, montou seu próprio time de Fórmula 2, iniciando sua escalada como dirigente.

Apesar de todos os escândalos de 2007 envolvendo a McLaren, Ron Dennis ainda merece respeito por sua longa história de dedicação ao automobilismo. Junto com Frank Williams, são os últimos exemplares de dirigentes-puro-sangue na Fórmula 1.

A foto foi uma dica do LucasWheldon.

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Do Baú: Jordan na McLaren


O título soa confuso, mas é verdade. Eddie Jordan, dono da simpática equipe de Fórmula 1 que levava seu nome e que hoje faz muita falta à categoria, já andou de McLaren. O teste aconteceu em Brands Hatch, em 1979, quando Eddie ainda era piloto na Fórmula 2, correndo sob as cores da Marlboro.

Não é muito difícil imaginar que a sessão tenha ocorrido por influência do patrocinador, embora não haja nenhuma confirmação a respeito. O fato é que o teste ocorreu quando o irlandês já encerrava sua carreira de piloto e começava a se tornar um dirigente. No ano seguinte, montou a Eddie Jordan Racing e começou a fazer história no automobilismo britânico, até chegar à F1 em 1991.

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Avião da Williams


Sensacional essa. A Air Asia mandou pintar um de seus Airbus em homenagem à Williams. Claro, nem tudo é só simpatia e gentileza. A ação surgiu como uma campanha da empresa, patrocinadora oficial da equipe. Reparem no detalhe da pintura do casco de Nico Rosberg na cabine. Nota 10.

Informação da Lyn Williams, via El Blog de Nuvolari.

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