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Ivan Capelli não é um ex-piloto de Fórmula 1, embora o nome sugira isso. É um jornalista não-praticante gaúcho que adora dar pitaco em diversos assuntos, principalmente automobilismo. Escreve sobre Fórmula 1 na Internet desde 1998, tendo sido um dos primeiros a fazer isso no Brasil. Desde 2003 colabora com o site Grande Prêmio. Já escreveu também para o site GP Total e foi o responsável pela tradução do GP Guide, Bíblia da F1, para o português brasileiro. Fundou e assina matérias para a Revista Warm Up. Também quebra galhos como ilustrador picareta. Mas faz tudo isso por gosto pelas corridas, já que sua atividade principal é como gestor em uma empresa de Tecnologia da Informação. No fim das contas, não sabe nada de nada, mas parece que engana muito bem. SIGA NO TWITTER ASSINE O RSSBusca no blog
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Rapidinhas: GP da China

- O melhor antídoto aos Tilkódromos é a chuva. Santa chuva. O GP da China foi uma excelente corrida, contra todos os prognósticos. São Pedro tem ajudado pacas a F1 em 2010.
- Vitória de Jenson Button, que mais uma vez mostrou ter uma espécie de sexto sentido com relação às condições de pista. Se na Austrália venceu por ter sido o primeiro a arriscar um pit stop para colocar pneus de pista seca, sua vitória na China deve-se principalmente à opção de não trocar pneus na primeira entrada do Safety Car, quando todo mundo resolveu arriscar.
- O inglês permaneceu na pista e ficou em segundo lugar, atrás da Mercedes de Nico Rosberg. A pista manteve-se em boas condições para pneus slick e os dois conseguiram abrir uma ótima vantagem contra os principais adversários, que se precipitaram ao colocar pneus intermediários e perderam muito tempo.
- Confesso que torci pela vitória de Rosberg, para que houvesse quatro diferentes vencedores de quatro diferentes equipes nas quatro primeiras provas do ano. Seria um barato, mas não aconteceu. Button, no entanto, mereceu a conquista. Ultrapassou Rosberg quando os pneus se desgastavam e dali arrancou para a vitória.
- Uma segunda entrada do Safety Car ameaçou a vantagem daqueles que não pararam no começo, mas não foi suficiente para comprometer a liderança de Button. Mais uma vez, o inglês foi seguro e preciso. Conquistou a segunda vitória em quatro provas e assumiu a liderança do mundial.
- Admito que tendo a subvalorizar Jenson Button. O estilo de pilotagem de Lewis Hamilton, por exemplo, é muito mais exuberante e empolgante. Aliás, o que Lewis fez hoje foi genial. Dezenas de ultrapassagens, para todos os gostos. Uma para cima de Michael Schumacher no grampo, então, que foi antológica. Uma dupla pra cima de Adrian Sutil e Sebastian Vettel foi uma aula. O inglês é o piloto mais espetacular do campeonato, sem dúvida. Mas nem sempre isso resulta em vitórias, o que também é fato. Button foi mais eficiente. Mas o segundo lugar, no entanto, ficou de bom tamanho.- Nico Rosberg acabou em terceiro, com seu segundo pódio na temporada, que o elevou ao segundo lugar no Mundial de Pilotos. Já Michael Schumacher, seu companheiro de luxo, é apenas décimo no campeonato.
- A corrida do heptacampeão na China foi algo próximo do lamentável. Não manteve um bom ritmo e foi presa fácil para todo mundo que vinha atrás. Sofreu uma ultrapassagem humilhante de Lewis Hamilton e depois não ofereceu resistência a quem se aproximava, como um retardatário conformado. Levou até de Vitaly Petrov. Se decidisse abandonar o capacete hoje, eu entenderia. Schumacher não merecia passar por isso. Respondendo à pergunta de capa da Revista Warm Up de abril: não, ele não é mais o mesmo.
- Fernando Alonso foi outro irreconhecível hoje. Não tanto pela corrida como um todo, mas sim pelo erro de principiante ao queimar a largada. Assumiu a liderança na primeira curva de forma espetacular, pena que tenha sido por ter arrancado antes das luzes se apagarem. Tomou um drive-trough mas recuperou-se bem, cruzando a linha de chegada na quarta posição. Mas não sem antes dar um passeio na caixa de brita da entrada do box chinês, aquela mesma que sente muita falta de Hamilton.
- Mas a manobra mais controversa de espanhol, no entanto, nem foi a largada queimada. Gerou reações inflamadas sua ultrapassagem sobre Felipe Massa no acesso aos boxes. Na prática, Alonso não fez nada de errado. Pelo contrário: ali é pista, pode ultrapassar, bobo foi Felipe que saiu mal da curva e deu espaço.
- Diria que não é algo muito esperado em se tratando de companheiros de equipe, dificilmente se assume riscos assim, mas o ocorrido foi bom pra Felipe Massa ter melhor a noção de que não tem um cordeirinho ao seu lado. Achei a manobra parecida com aquela de Michael Schumacher sobre Rubens Barrichello no GP de Mônaco de 2005. Que também não teve nada de errado, mas que gerou um chororô que foi definitivo para que o brasileiro saísse da Ferrari um ano antes do término de seu contrato.
- E, apesar de ter feito uma corrida ruim hoje, terminando em nono, Felipe Massa sobe cada vez mais no meu conceito. Ao término da prova, foi abordado por Carlos Gil, que lhe ofereceu um púlpito para que começasse um show de reclamações. O repórter da Globo pontuou que “A manobra de Alonso não foi ilegal, mas não foi muito legal do ponto-de-vista do companheirismo” e perguntou o que Felipe achava disso. A resposta foi seca, sem chorumelas: “Eu saí mal do cotovelo, ele pôs do lado de dentro e teve mais vantagem na entrada da curva”. Gil ainda insistiu perguntando se nenhum regulamento interno da Ferrari tinha sido ferido e Massa foi político mais uma vez: “Não, está tudo bem”.- Pode até ser que as coisas não estejam bem, mas Felipe Massa é maduro o suficiente para entender que esse tipo de roupa suja se lava em casa. Soltar os cachorros no microfone não resolveria absolutamente nada, além de criar uma polêmica vazia. Se não gostou da ultrapassagem ou se ela feriu algum acordo interno, que se resolva internamente. É assim que se mantém um bom clima na equipe e se trabalha de forma leal, sem jogar para a torcida.
- E as Red Bull, pergunto? Foram mal. Erraram na tática de pneus e fizeram mais uma vez uma corrida abaixo do esperado, mesmo tendo um baita carro. Sebastian Vetel foi sexto e Mark Webber abusou de cometer erros, terminando em oitavo. Muito pouco para quem fez a primeira fila e tem um carro muito bom.
- Especula-se que a vantagem da McLaren se deu graças ao setup, mais apropriado para uma corrida chuvosa. As Red Bull teriam apostado no seco e se deram mal. É possível.
- Medalhinhas para a Renault, que ficou boa parte da corrida em terceiro com Robert Kubica e em quarto com Vitaly Petrov. O polonês chegou em quinto e o russo, em sétimo. Apesar de uma rodada espetacular, a corrida de Petrov foi muito boa. Está fazendo bela figura em sua temporada de estreia. A Renault é uma grata surpresa neste campeonato, mostrando que existe vida pós-Briatore.
- No campeonato de pilotos, embolou geral. Button 60, Rosberg 50, Alonso e Hamilton 49, Vettel 45, Massa 41 e Kubica 40. A briga é boa e quem saiu pior de Xangai foi Felipe Massa, que despencou da liderança para o sexto lugar. Mas o campeonato é longo e a diferença ainda é pequena.
- Depois de um intervalo de três semanas, começa a temporada europeia, com o GP de Barcelona. Apesar de ser tradicionalmente uma corrida chata, é bastante aguardada porque normalmente revela a verdadeira relação de forças do campeonato. O que ocorrer em Montmeló é tendência para o restante da temporada.
RESULTADO GP DA CHINA 2010

Rapidinhas da classificação: China

- Quarta corrida da temporada, quarta pole position da Red Bull. Será que alguém segura os “touros indomáveis”?
- O domínio parecia se encerrar nessa classificação. Lewis Hamilton dominou o Q1 e o Q2 e despontava como barbada para a pole, dada a superioridade da McLaren. Mas alguma coisa deu errado justamente no Q2. Dentre os pilotos que largam mais à frente, foi o único que fez um tempo pior do que nas outras fases do treino. O resultado foi um decepcionante sexto lugar, atrás inclusive de seu companheiro Jenson Button.
- De toda forma, a Red Bull provavelmente ficaria com a pole do mesmo jeito. O temporal de Sebastian Vettel no final foi incrível: 1’34.558, quase um segundo melhor que no Q2. Hamilton precisava ter melhorado muito seu tempo de 1’34.928 para ter alguma chance.
- Fechando a primeira fila, adivinhe. Mark Webber, com a segunda Red Bull. Se não chover, um dos dois leva a corrida de barbada.
- Quem se deu bem no treino foi Fernando Alonso, terceiro colocado. O espanhol bateu a mais bem cotada Mercedes de Nico Rosberg por apenas um centésimo de segundo.

Hamilton era o favorito para a pole, mas desceu do carro decepcionado. (Foto: Paul Gilham/Getty Images)
- Infiltrado entre os grandes, mais uma vez, Robert Kubica e sua boa Renault. Vai sair em oitavo.
- Dos que não passaram para a fase final do treino, destaque para Rubens Barrichello, 11º com a Williams. Fez Nico Hulkenberg comer poeira, em 16º.
- Jaime Alguersuari confirmou a boa forma, ficando com o 12º tempo. Vai largar logo à frente do seu companheiro ejetor de rodas, Sebastien Buemi.
- Lá na briga das estreantes para ver quem é menos pior, quem se deu bem foi a Virgin, que com Timo Glock ficou à frente das demais novatas, em 19º. Lucas di Grassi fazia boa volta e deveria fechar o Q1 com um tempo ainda melhor, mas errou no trecho final da pista e vai largar apenas em 22º. Entre as duas Virgin, as duas Lotus.
- E a Hispania fecha o grid outra vez, com Bruno Senna em 23º e Karun Chandhok em último. E se a esperança do time em acelerar seu desenvolvimento estava em contratar um piloto de testes experiente, a contratação de Sakon Yamamoto comprova que vão ficar o ano todo na rabeira mesmo.
- A previsão do tempo para a corrida nesta madrugada é de chuva, o que dá alguma esperança de uma corrida movimentada. Caso a chuva teime em não cair, deveremos ter mais uma prova sonolenta no Tilkódromo de Xangai. A vitória deve ficar com Vettel ou Webber, que só perderiam a ponta em caso de quebra mecânica.
- Com chuva, tudo se embaralha. E aí acredito muito numa corridaça de Fenando Alonso e Lewis Hamilton. Mas Vettel também é muito bom de chuva e deve dar trabalho.
- Lembrando: o treino foi às 3h de Brasília, mas a corrida é às 4h. Não esqueça do despertador. Eu estarei no Twitter dando pitacos.
GRID DE LARGADA – GP DA CHINA 2010

Primeiras vitórias

Foto: Vladimir Rys/Bongarts/Getty Images/Divulgação Red Bull
Sebastian Vettel conquistou ontem, na China, a primeira vitória da equipe Red Bull. Curioso é o fato de que o próprio Vettel já havia dado à Toro Rosso, há pouco mais de seis meses, também sua primeira vitória.
Assim, o jovem alemão ingressou no seleto clube dos pilotos que conseguiram a primeira conquista para mais de um construtor. Como ele, Juan Manuel Fangio também conquistou as vitórias de estreia de dois times: Maserati e Mercedes. E existem outros três pilotos que venceram pela primeira vez para três diferentes construtores: Dan Gurney (Porsche, Eagle e Brabham), Jackie Stewart (Matra, March e Tyrrell) e Stirling Moss (Cooper, Lotus e Vanwall).
Confira abaixo a primeira vitória de cada construtor na Fórmula 1:
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Início de temporada lamentável

Foto: Divulgação/Ferrari
A Ferrari segue acumulando recordes negativos em 2009. Com o abandono de Felipe Massa e o décimo lugar de Kimi Raikkonen na China, a equipe conseguiu um feito que não se repetia desde 1981: não marcar pontos nas três primeiras corridas do campeonato. Além de 1981, este marco negativo também aconteceu em outras três temporadas: 1969, 1970 e 1980.
Caso o desempenho pífio se repita semana que vem no Bahrein, o feito será histórico. Nunca, em 60 anos de participação na Fórmula 1, a Ferrari ficou sem marcar pontos nas quatro primeiras provas de uma temporada.
Sobre equipes e países…
Sempre achei que a Red Bull fosse registrada junto à FIA como um time austríaco, porém hoje no pódio tocou o hino da Grã-Bretanha. Provavelmente, por sua fábrica em Milton Keynes. Aí pergunto… se a Toyota vencer, toca o hino do Japão ou da Alemanha?
Tags: GP da China, Red Bull, Toyota
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Positivo e negativo: China
Positivo: É chover no molhado, mas não pode ser outro senão Sebastian Vettel. O guri é genial na chuva. Menção honrosa, no entanto, a Felipe Massa. O brasileiro também foi brilhante na chuva.
Negativo: Nelsinho Piquet. Corrida risível, erros por toda a parte, andou quase o tempo todo em último. Não parece ter mais clima para continuar na Fórmula 1 e o próprio diretor de TV da FOM demonstrou ter percebido isso, intercalando seus erros com caretas teatrais de Flavio Briatore.
Pesos dos carros para o GP da China
A FIA divulgou o peso com os quais cada carro largará no GP da China. Nelsinho Piquet, que vai sair lá de trás mesmo, larga com o tanque cheio até a boca. Kovalainen, Massa e Bourdais seguem mais ou menos a mesma estratégia. Como se imaginava, Fernando Alonso tem combustível só para o cheiro. E a Brawn está muito bem.
Confira abaixo todos os pesos, em quilos, do mais pesado ao mais leve.
Nelsinho Piquet - 697,9
Heikki Kovalainen - 697,0
Felipe Massa - 690,0
Sebastien Bourdais - 690,0
Kazuki Nakajima - 682,7
Giancarlo Fisichella - 679,5
Lewis Hamilton - 679,0
Nick Heidfeld - 679,0
Kimi Raikkonen - 673,5
Sebastien Buemi - 673,0
Jarno Trulli - 664,5
Rubens Barrichello - 661,0
Robert Kubica - 659,0
Jenson Button - 659,0
Timo Glock - 652,0
Nico Rosberg - 650,5
Adrian Sutil - 648,0
Mark Webber - 646,5
Sebastian Vettel - 644,0
Fernando Alonso - 637,0
Tags: GP da China
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Ferrari lembra vítimas na Itália

Foto: Divulgação/Ferrari
Símbolo e orgulho da Itália, a Ferrari não deixou passar em branco a tragédia vivida pelo país nas últimas semanas, com os terremotos que deixaram centenas de mortos na região de Abruzzo. Seus carros disputarão o GP da China com uma inscrição no cockpit: “Abruzzo nel cuore”. Em português: “Abruzzo no coração”.
Tags: Ferrari, GP da China
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Provocação?
Vi esta no ótimo blog Guard Rail. Fãs espanhóis estão às turras com Lewis Hamilton novamente, agora por este evento na chegada aos boxes após a vitória no GP da China. Segundo interpretações, o inglês teria dado uma acelerada proposital para chamar a atenção de Fernando Alonso, que passava à pé ao lado. Confira.
O que me parece? Bobagem. Se você analisar novamente o vídeo prestando atenção apenas no volante, verá que Lewis está fazendo uma série de programações no câmbio. E, coincidentemente, quando passa por Alonso um botão é apertado, colocando o carro em primeira marcha. Como foi durante a passagem por sobre a linha branca, creio até que tenha sito ativado o limitador de velocidade.
Assim, como o carro vinha embalado em uma marcha mais alta, a troca para primeira fez o giro subir. Apenas isso.
Capelli no “Por dentro dos Boxes”

Arte: Globoesporte.com
Rafael Lopes, gentilmente, me conviou para dar uns pitacos no podcast “Por dentro dos Boxes”, do Globoesporte.com.
Gravamos o programa ontem à noite e você já pode ouvi-lo neste link. Nele, falamos sobre o GP da China, a briga pelo título, as perspectivas para Interlagos e o futuro de Rubens Barrichello e Nelsinho Piquet.
E ainda teve um desafio… essa mania não passa. Será que levei zero? Uma dica: Vicaria não estava presente…
Tags: GP da China, Podcast
2 comentários
McLaren errou com Kovalainen

Foto: Divulgação DaimlerChrysler
Muito interessante a dica do leitor Erico. Segundo reportagem do jornal finlandês Turun Sanomat, a corrida de Heikki Kovalainen em Xangai foi destruída por um erro primário da McLaren.
Em declaração ao jornal, Heikki informou que a equipe montou errado seus pneus dianteiros para a largada, colocando o esquerdo do lado direito e o direito do lado esquerdo. Assim, o carro ficou desbalanceado e com a dianteira totalmente desequilibrada. Sem rendimento, o piloto pediu para que lhe dessem mais asa frontal durante o pit stop. Tal regulagem acabou acentuando o desgaste do segundo jogo de pneus, levando ao rasgo que acabou com sua corrida.
Kovalainen garantiu que isso “nunca aconteceu antes em sua carreira”, mas não chega a ser uma novidade para a equipe McLaren. Durante testes em Paul Ricard, em 2006, o mesmo erro foi cometido com o carro de Alexander Wurz e resultou em um acidente.
Pelo jeito, a McLaren andou contratando mecânicos da Ferrari.
Charge do Mantovani: GP da China
Dessa vez, Bruno Mantovani traça um paralelo entre o jogo da equipe da Ferrari e uma brincadeira muito popular.

Arte: Bruno Mantovani
Será que tal jogo será recompensado em Interlagos?
Curiosidades da China

Foto: Divulgação Bridgestone
Alex Grün envia e-mail listando algumas curiosidades tipicamente capellescas do GP da China.
A elas:
- Lewis Hamilton foi o autor da 200ª vitória da Grã-Bretanha. E, de quebra, ultrapassou os 200 pontos na carreira. Em duas temporadas incompletas, ele já tem 203. Uma marca inédita, com certeza.
- A Ferrari correu com configurações diferentes na carenagem: Massa foi de bigorna, Raikkonen, não.
- A Ferrari ultrapassou a barreira dos 4.000 pontos com o pódio de Xangai. O time, que é o maior pontuador da história, tem agora 4.007,5.
E o Johnny Marks levantou outra ótima. Embora a vitória de Hamilton tenha sido a de número 200 conferida a um piloto britânico, ela na verdade representa a 199° vitória da Grã-Bretanha, já que o GP da Inglaterra de 1957 teve dois vencedores: Stirling Moss e Tony Brooks, correndo em dupla pela Vanwall.
Ou seja, como uma das vitórias foi repartida, está sendo contabilizada duas vezes. Então, na prática, a Grã-Bretanha venceu 199 GPs diferentes, não 200.










