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Rapidinhas: GP da China

- O melhor antídoto aos Tilkódromos é a chuva. Santa chuva. O GP da China foi uma excelente corrida, contra todos os prognósticos. São Pedro tem ajudado pacas a F1 em 2010.

- Vitória de Jenson Button, que mais uma vez mostrou ter uma espécie de sexto sentido com relação às condições de pista. Se na Austrália venceu por ter sido o primeiro a arriscar um pit stop para colocar pneus de pista seca, sua vitória na China deve-se principalmente à opção de não trocar pneus na primeira entrada do Safety Car, quando todo mundo resolveu arriscar.

- O inglês permaneceu na pista e ficou em segundo lugar, atrás da Mercedes de Nico Rosberg. A pista manteve-se em boas condições para pneus slick e os dois conseguiram abrir uma ótima vantagem contra os principais adversários, que se precipitaram ao colocar pneus intermediários e perderam muito tempo.

- Confesso que torci pela vitória de Rosberg, para que houvesse quatro diferentes vencedores de quatro diferentes equipes nas quatro primeiras provas do ano. Seria um barato, mas não aconteceu. Button, no entanto, mereceu a conquista. Ultrapassou Rosberg quando os pneus se desgastavam e dali arrancou para a vitória.

- Uma segunda entrada do Safety Car ameaçou a vantagem daqueles que não pararam no começo, mas não foi suficiente para comprometer a liderança de Button. Mais uma vez, o inglês foi seguro e preciso. Conquistou a segunda vitória em quatro provas e assumiu a liderança do mundial.

Alonso disparou na frente, mas queimou a largada. (Foto: Paul Gilham/Getty Images)

Alonso disparou na frente, mas queimou a largada.
(Foto: Paul Gilham/Getty Images)

- Admito que tendo a subvalorizar Jenson Button. O estilo de pilotagem de Lewis Hamilton, por exemplo, é muito mais exuberante e empolgante. Aliás, o que Lewis fez hoje foi genial. Dezenas de ultrapassagens, para todos os gostos. Uma para cima de Michael Schumacher no grampo, então, que foi antológica. Uma dupla pra cima de Adrian Sutil e Sebastian Vettel foi uma aula. O inglês é o piloto mais espetacular do campeonato, sem dúvida. Mas nem sempre isso resulta em vitórias, o que também é fato. Button foi mais eficiente. Mas o segundo lugar, no entanto, ficou de bom tamanho.

- Nico Rosberg acabou em terceiro, com seu segundo pódio na temporada, que o elevou ao segundo lugar no Mundial de Pilotos. Já Michael Schumacher, seu companheiro de luxo, é apenas décimo no campeonato.

- A corrida do heptacampeão na China foi algo próximo do lamentável. Não manteve um bom ritmo e foi presa fácil para todo mundo que vinha atrás. Sofreu uma ultrapassagem humilhante de Lewis Hamilton e depois não ofereceu resistência a quem se aproximava, como um retardatário conformado. Levou até de Vitaly Petrov. Se decidisse abandonar o capacete hoje, eu entenderia. Schumacher não merecia passar por isso. Respondendo à pergunta de capa da Revista Warm Up de abril: não, ele não é mais o mesmo.

- Fernando Alonso foi outro irreconhecível hoje. Não tanto pela corrida como um todo, mas sim pelo erro de principiante ao queimar a largada. Assumiu a liderança na primeira curva de forma espetacular, pena que tenha sido por ter arrancado antes das luzes se apagarem. Tomou um drive-trough mas recuperou-se bem, cruzando a linha de chegada na quarta posição. Mas não sem antes dar um passeio na caixa de brita da entrada do box chinês, aquela mesma que sente muita falta de Hamilton.

- Mas a manobra mais controversa de espanhol, no entanto, nem foi a largada queimada. Gerou reações inflamadas sua ultrapassagem sobre Felipe Massa no acesso aos boxes. Na prática, Alonso não fez nada de errado. Pelo contrário: ali é pista, pode ultrapassar, bobo foi Felipe que saiu mal da curva e deu espaço.

- Diria que não é algo muito esperado em se tratando de companheiros de equipe, dificilmente se assume riscos assim, mas o ocorrido foi bom pra Felipe Massa ter melhor a noção de que não tem um cordeirinho ao seu lado. Achei a manobra parecida com aquela de Michael Schumacher sobre Rubens Barrichello no GP de Mônaco de 2005. Que também não teve nada de errado, mas que gerou um chororô que foi definitivo para que o brasileiro saísse da Ferrari um ano antes do término de seu contrato.

Schumacher, aqui ultrapassado por Hamilton, foi presa fácil. (Foto: AP Photo/Eugene Hoshiko)

Schumacher, aqui ultrapassado por Hamilton, foi presa fácil.
(Foto: AP Photo/Eugene Hoshiko)

- E, apesar de ter feito uma corrida ruim hoje, terminando em nono, Felipe Massa sobe cada vez mais no meu conceito. Ao término da prova, foi abordado por Carlos Gil, que lhe ofereceu um púlpito para que começasse um show de reclamações. O repórter da Globo pontuou que “A manobra de Alonso não foi ilegal, mas não foi muito legal do ponto-de-vista do companheirismo” e perguntou o que Felipe achava disso. A resposta foi seca, sem chorumelas: “Eu saí mal do cotovelo, ele pôs do lado de dentro e teve mais vantagem na entrada da curva”. Gil ainda insistiu perguntando se nenhum regulamento interno da Ferrari tinha sido ferido e Massa foi político mais uma vez: “Não, está tudo bem”.

- Pode até ser que as coisas não estejam bem, mas Felipe Massa é maduro o suficiente para entender que esse tipo de roupa suja se lava em casa. Soltar os cachorros no microfone não resolveria absolutamente nada, além de criar uma polêmica vazia. Se não gostou da ultrapassagem ou se ela feriu algum acordo interno, que se resolva internamente. É assim que se mantém um bom clima na equipe e se trabalha de forma leal, sem jogar para a torcida.

- E as Red Bull, pergunto? Foram mal. Erraram na tática de pneus e fizeram mais uma vez uma corrida abaixo do esperado, mesmo tendo um baita carro. Sebastian Vetel foi sexto e Mark Webber abusou de cometer erros, terminando em oitavo. Muito pouco para quem fez a primeira fila e tem um carro muito bom.

- Especula-se que a vantagem da McLaren se deu graças ao setup, mais apropriado para uma corrida chuvosa. As Red Bull teriam apostado no seco e se deram mal. É possível.

- Medalhinhas para a Renault, que ficou boa parte da corrida em terceiro com Robert Kubica e em quarto com Vitaly Petrov. O polonês chegou em quinto e o russo, em sétimo. Apesar de uma rodada espetacular, a corrida de Petrov foi muito boa. Está fazendo bela figura em sua temporada de estreia. A Renault é uma grata surpresa neste campeonato, mostrando que existe vida pós-Briatore.

- No campeonato de pilotos, embolou geral. Button 60, Rosberg 50, Alonso e Hamilton 49, Vettel 45, Massa 41 e Kubica 40. A briga é boa e quem saiu pior de Xangai foi Felipe Massa, que despencou da liderança para o sexto lugar. Mas o campeonato é longo e a diferença ainda é pequena.

- Depois de um intervalo de três semanas, começa a temporada europeia, com o GP de Barcelona. Apesar de ser tradicionalmente uma corrida chata, é bastante aguardada porque normalmente revela a verdadeira relação de forças do campeonato. O que ocorrer em Montmeló é tendência para o restante da temporada.

RESULTADO GP DA CHINA 2010

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Rapidinhas da classificação: China

- Quarta corrida da temporada, quarta pole position da Red Bull. Será que alguém segura os “touros indomáveis”?

- O domínio parecia se encerrar nessa classificação. Lewis Hamilton dominou o Q1 e o Q2 e despontava como barbada para a pole, dada a superioridade da McLaren. Mas alguma coisa deu errado justamente no Q2. Dentre os pilotos que largam mais à frente, foi o único que fez um tempo pior do que nas outras fases do treino. O resultado foi um decepcionante sexto lugar, atrás inclusive de seu companheiro Jenson Button.

- De toda forma, a Red Bull provavelmente ficaria com a pole do mesmo jeito. O temporal de Sebastian Vettel no final foi incrível: 1’34.558, quase um segundo melhor que no Q2. Hamilton precisava ter melhorado muito seu tempo de 1’34.928 para ter alguma chance.

- Fechando a primeira fila, adivinhe. Mark Webber, com a segunda Red Bull. Se não chover, um dos dois leva a corrida de barbada.

- Quem se deu bem no treino foi Fernando Alonso, terceiro colocado. O espanhol bateu a mais bem cotada Mercedes de Nico Rosberg por apenas um centésimo de segundo.

Hamilton era o favorito para a pole, mas desceu do carro decepcionado. (Foto: Paul Gilham/Getty Images)

Hamilton era o favorito para a pole, mas desceu do carro decepcionado. (Foto: Paul Gilham/Getty Images)

- E seus companheiros de equipe ficaram para trás. Felipe Massa não passou da sétima posição, enquanto Michael Schumacher segue seu calvário com a nona posição. Ganhou apenas da Force India de Adrian Sutil e ficou sete décimos atrás de Rosberg. Muito, muito decepcionante.

- Infiltrado entre os grandes, mais uma vez, Robert Kubica e sua boa Renault. Vai sair em oitavo.

- Dos que não passaram para a fase final do treino, destaque para Rubens Barrichello, 11º com a Williams. Fez Nico Hulkenberg comer poeira, em 16º.

- Jaime Alguersuari confirmou a boa forma, ficando com o 12º tempo. Vai largar logo à frente do seu companheiro ejetor de rodas, Sebastien Buemi.

- Lá na briga das estreantes para ver quem é menos pior, quem se deu bem foi a Virgin, que com Timo Glock ficou à frente das demais novatas, em 19º. Lucas di Grassi fazia boa volta e deveria fechar o Q1 com um tempo ainda melhor, mas errou no trecho final da pista e vai largar apenas em 22º. Entre as duas Virgin, as duas Lotus.

- E a Hispania fecha o grid outra vez, com Bruno Senna em 23º e Karun Chandhok em último. E se a esperança do time em acelerar seu desenvolvimento estava em contratar um piloto de testes experiente, a contratação de Sakon Yamamoto comprova que vão ficar o ano todo na rabeira mesmo.

- A previsão do tempo para a corrida nesta madrugada é de chuva, o que dá alguma esperança de uma corrida movimentada. Caso a chuva teime em não cair, deveremos ter mais uma prova sonolenta no Tilkódromo de Xangai. A vitória deve ficar com Vettel ou Webber, que só perderiam a ponta em caso de quebra mecânica.

- Com chuva, tudo se embaralha. E aí acredito muito numa corridaça de Fenando Alonso e Lewis Hamilton. Mas Vettel também é muito bom de chuva e deve dar trabalho.

- Lembrando: o treino foi às 3h de Brasília, mas a corrida é às 4h. Não esqueça do despertador. Eu estarei no Twitter dando pitacos.

GRID DE LARGADA – GP DA CHINA 2010

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Charge animada: GP da China

Mantova matando a pau de novo…

Eu só teria feito o final diferente. Colocaria o Nelsinho rodando ao som da tradicional trilha do pião da casa própria.

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Charge do Mantovani: GP da China

Bruno Mantovani, o pai do Enzo, retrata o GP da China de 2009. Detalhe para a chupeta do Vettel… sensacional!

Arte: Bruno Mantovani

Arte: Bruno Mantovani


 

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Primeiras vitórias

Foto: Vladimir Rys/Bongarts/Getty Images/Divulgação Red Bull

Foto: Vladimir Rys/Bongarts/Getty Images/Divulgação Red Bull

Sebastian Vettel conquistou ontem, na China, a primeira vitória da equipe Red Bull. Curioso é o fato de que o próprio Vettel já havia dado à Toro Rosso, há pouco mais de seis meses, também sua primeira vitória.

Assim, o jovem alemão ingressou no seleto clube dos pilotos que conseguiram a primeira conquista para mais de um construtor. Como ele, Juan Manuel Fangio também conquistou as vitórias de estreia de dois times: Maserati e Mercedes. E existem outros três pilotos que venceram pela primeira vez para três diferentes construtores: Dan Gurney (Porsche, Eagle e Brabham), Jackie Stewart (Matra, March e Tyrrell) e Stirling Moss (Cooper, Lotus e Vanwall).

Confira abaixo a primeira vitória de cada construtor na Fórmula 1:

Construtor Piloto Grande Prêmio
Alfa Romeo Giuseppe Farina GP da Inglaterra/1950
Benetton Gerhard Berger GP do México/1986
BMW Sauber Robert Kubica GP do Canadá/2008
Brabham Dan Gurney GP da França/1964
Brawn Jenson Button GP da Austrália/2009
BRM Jo Bonnier GP da Holanda/1959
Cooper Stirling Moss GP da Argentina/1958
Eagle Dan Gurney GP da Bélgica/1967
Ferrari José Froilan Gonzalez GP da Inglaterra/1951
Hesketh James Hunt GP da Holanda/1975
Honda Richie Ginther GP do México/1965
Jordan Damon Hill GP da Bélgica/1998
Ligier Jacques Laffite GP da Suécia/1977
Lotus Stirling Moss GP de Mônaco/1960
March Jackie Stewart GP da Espanha/1970
Maserati Juan Manuel Fangio GP da Itália/1953
Matra Jackie Stewart GP da Holanda/1968
McLaren Bruce McLaren GP da Bélgica/1968
Mercedes Juan Manuel Fangio GP da França/1954
Penske John Watson GP da Áustria/1976
Porsche Dan Gurney GP da França/1962
Red Bull Sebastian Vettel GP da China/2009
Renault Jean-Pierre Jabouille GP da França/1979
Shadow Alan Jones GP da Áustria/1977
Stewart Johnny Herbert GP da Europa/1999
Toro Rosso Sebastian Vettel GP da Itália/2008
Tyrrell Jackie Stewart GP da Espanha/1971
Vanwall Tony Brooks/Stirling Moss GP da Inglaterra/1957
Williams Clay Regazzoni GP da Inglaterra/1979
Wolf Jody Scheckter GP da Argentina/1977

 

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Início de temporada lamentável

Foto: Divulgação/Ferrari

Foto: Divulgação/Ferrari

A Ferrari segue acumulando recordes negativos em 2009. Com o abandono de Felipe Massa e o décimo lugar de Kimi Raikkonen na China, a equipe conseguiu um feito que não se repetia desde 1981: não marcar pontos nas três primeiras corridas do campeonato. Além de 1981, este marco negativo também aconteceu em outras três temporadas: 1969, 1970 e 1980.

Caso o desempenho pífio se repita semana que vem no Bahrein, o feito será histórico. Nunca, em 60 anos de participação na Fórmula 1, a Ferrari ficou sem marcar pontos nas quatro primeiras provas de uma temporada.

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Sobre equipes e países…

Sempre achei que a Red Bull fosse registrada junto à FIA como um time austríaco, porém hoje no pódio tocou o hino da Grã-Bretanha. Provavelmente, por sua fábrica em Milton Keynes. Aí pergunto… se a Toyota vencer, toca o hino do Japão ou da Alemanha?

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Positivo e negativo: China

Positivo: É chover no molhado, mas não pode ser outro senão Sebastian Vettel. O guri é genial na chuva. Menção honrosa, no entanto, a Felipe Massa. O brasileiro também foi brilhante na chuva.

Negativo: Nelsinho Piquet. Corrida risível, erros por toda a parte, andou quase o tempo todo em último. Não parece ter mais clima para continuar na Fórmula 1 e o próprio diretor de TV da FOM demonstrou ter percebido isso, intercalando seus erros com caretas teatrais de Flavio Briatore.

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Rapidinhas – GP da China

Foto: Reprodução/Adrivo.com

Foto: Reprodução/Adrivo.com

- Espetacular vitória de Sebastian Vettel, a primeira da Red Bull, com Mark Webber fazendo dobradinha. O alemão provou, mais uma vez, ser genial na chuva. Em condições parecidas com as da sua primeira vitória, em Monza no ano passado, Vettel foi absolutamente dominante outra vez. Não por acaso, ele já tinha feito grande figura no GP do Japão de 2007, debaixo de semelhante dilúvio.

- Vettel largou na ponta, soube abrir e manter distância sobre Jenson Button, que sofria pressão de Webber e terminou mesmo em terceiro lugar. Em uma prova em que quase todo mundo rodava, passeava pela grama ou batia, o jovem piloto da Red Bull foi absolutamente perfeito. Veloz, constante, consistente, não se embananou nem quando precisou disputar a liderança com Button na pista, depois do segundo pit stop. Uma conquista absolutamente perfeita.

- Mark Webber, seu companheiro, também fez uma corrida correta, apesar de não ter sido tão brilhante. Cometeu alguns erros, mas soube aproveitar-se da superioridade da Red Bull na chuva para tirar o segundo lugar do líder do campeonato, Button. Melhor resultado de sua carreira, também merecido.

- Durante toda a corrida ficou claro que a Brawn não tinha equipamento para brigar com a Red Bull. Provavelmente os carros de Button e Barrichello estavam mais preparados para tempo seco, tanto que, nos momentos em que a chuva deu uma leve trégua, os dois andaram melhor, tendo o brasileiro inclusive marcado a melhor volta.

- Jenson Button foi correto e não arriscou posições, preferindo manter o terceiro lugar. Já Rubens Barrichello fez uma corrida irreconhecível. Escapou da pista, perdeu posições e constantemente era de um a um segundo e meio mais lento que seu companheiro de equipe por volta. O quarto lugar até que foi lucro, durante a prova deu sinais de que poderia até sair sem pontos da China.

- Normalmente competente na chuva, há de se aguardar os motivos de um desempenho tão pífio de Barrichello. Esperava-se que, nessas condições, fosse dar um banho em Button. Acabou levando. Considerando as diferenças que foram reduzidas pelo Safety Car, o brasileiro levou mais de 50s do companheiro durante a corrida. Mesmo em situações com pista livre era muito mais lento. Acerto, problema mecânico ou forma?

- Ferrari protagoniza mais um fiasco, ficando mais uma vez sem marcar pontos. Felipe Massa saiu da corrida com moral. Era o grande destaque, ganhando posições mesmo com tanque cheio, fazendo várias ultrapassagens e sendo um dos mais rápidos da pista. Já era terceiro colocado, até que uma pane elétrica o deixou parado no meio da pista. Saiu do carro com as mãos na cabeça, num dèjá vu do GP da Hungria do ano passado.

- Kimi Raikkonen, apagado, foi lamentável. Seja por culpa dele ou do carro, foi ultrapassado três vezes por Lewis Hamilton durante a prova. Parecia que ia marcar pontos, mas ficou preso no meio do pelotão depois de encher o tanque e deu adeus à qualquer chance. Chegou em décimo e o clima segue pesadíssimo em Maranello.

- McLaren fez uma corrida decente. Hamilton protagonizou ultrapassagens espetaculares, mas rodou inúmeras vezes e terminou atrás de seu companheiro Kovalainen, quinto. Por sinal, primeira corrida decente do finlandês na temporada.

- Já Nelsinho Piquet continua devendo uma corrida decente. Rodou, bateu, trocou o bico, rodou, rodou, bateu… e as câmeras da FOM procuravam por Flavio Briatore, que balançava a cabeça negativamente no pit wall. Sinto cheiro de demissão iminente.

- Fernando Alonso se deu mal com a estratégia de largar leve. Precisou reabastecer antes mesmo do Safety Car autorizar a primeira largada, caiu para o fim do pelotão e conseguiu chegar em nono. Também rodou, mas nada que se compare com o fiasco do companheiro Nelsinho. Alonso tem muito crédito.

- Sebastien Buemi, aquele que parece o ET do Rodolfo e por quem não dava um tostão furado, continua surpreendendo. Fez ótima corrida, brigou de igual para igual com Hamilton e Massa e poderia ter ido além do oitavo lugar na corrida. Pena que cometeu um erro, perdeu seu aerofólio dianteiro na traseira de Sebastian Vettel – quase acaba com a corrida do vencedor! – e perdeu bastante tempo. Mas um erro perfeitamente desculpável. Os acertos foram muito maiores.

- Adrian Sutil era outro que merecia melhor sorte. Fazia grande corrida, estava num brilhante sexto lugar a seis voltas do fim, até que bateu e abandonou. Mesmo assim, sai com crédito.

- BMW não foi bem na corrida, figurando poucas voltas entre os oito primeiros. Kubica ainda dependurou-se na traseira de Jarno Trulli e tirou o italiano da corrida. Tanto ele quanto Heidfeld chegaram ao fim, mas longe de qualquer chance.

- Williams, que tinha tudo para andar na frente, ficou para trás. Kazuki Nakajima conseguiu ser até pior que Nelsinho Piquet, andando mais fora da pista do que dentro. Nico Rosberg fazia uma corrida de recuperação e parecia que chegaria nos pontos, até que arriscou intermediários acreditando que a pista ia secar e jogou a corrida fora. Mas precisava arriscar, não tinha muito a perder.

- Interessante notar que, até agora, todas as vitórias da temporada ficaram com equipes-cliente. Brawn, que compra motores da Mercedes, e Red Bull, que compra da Renault. As montadoras estão perdidinhas, do jeitinho que Max Mosley gosta.

- No campeonato mundial, Button conseguiu abrir mais um pouco para Rubens Barrichello. Ele lidera o campeonato com 21, contra 15 do brasileiro. Vettel e Glock têm 10, Webber 9,5 e Trulli, 8,5. Hamilton, atual campeão, é 10º, com apenas 4.

- Entre os construtores, banho da Brawn. 36 pontos, contra 19,5 da Red Bull e 18,5 da Toyota. McLaren já é quarta, com 8. E o 10º lugar de Raikkonen serviu para tirar a Ferrari da lanterna, que agora pertence à Force India. As duas, no entanto, zeradas. Que fase…

- Semana que vem, corrida de novo no Bahrein. Que Button não chegue à frente de Barrichello de novo, senão o brasileiro será “promovido” precocemente a escudeiro. Mas, a julgar pelo que tem feito até aqui no campeonato, não merece nada a mais do que isso, também.

Resultado - GP da China 2009

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GP da China – ao vivo

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Pergunte ao Capelli: primeiras poles

Foto: Getty Images/Divulgação Red Bull

Foto: Getty Images/Divulgação Red Bull

“Capelli, algum piloto já tinha realizado este feito de ser a primeira pole da história de duas diferentes escuderias (Toro Rosso e Red Bull)?” – Henry, via comentários

Henry, já sim. Aliás, é um feito relativamente comum. Além de Sebastian Vettel, que deu hoje a primeira pole position para um segundo construtor, Dan Gurney, Jenson Button, John Surtees, Juan Manuel Fangio, Rubens Barrichello e Teo Fabi já tinham feito o mesmo. E pasme: Jackie Stewart e Stirling Moss já o tinham feito para três diferentes construtores.

Confira na tabela abaixo a primeira pole position de cada construtor na Fórmula 1, com qual piloto e em que corrida.

Construtor Piloto Grande Prêmio
Alfa Romeo Giuseppe Farina GP da Inglaterra/1950
Arrows Riccardo Patrese GP dos EUA-Oeste/1981
BAR Jenson Button GP de San Marino/2004
Benetton Teo Fabi GP da Áustria/1986
BMW Sauber Robert Kubica GP do Bahrein/2008
Brabham Dan Gurney GP da Holanda/1964
Brawn Jenson Button GP da Austrália/2009
BRM Jo Bonnier GP da Holanda/1959
Cooper Stirling Moss GP de Mônaco/1959
Ferrari José Froilan Gonzalez GP da Inglaterra/1951
Honda John Surtees GP da Holanda/1968
Jordan Rubens Barrichello GP da Bélgica/1994
Lancia Alberto Ascari GP da Espanha/1954
Ligier Jacques Laffite GP da Itália/1976
Lola John Surtees GP da Holanda/1962
Lotus Stirling Moss GP de Mônaco/1960
March Jackie Stewart GP da África do Sul/1970
Maserati Juan Manuel Fangio GP da Bélgica/1953
Matra Jackie Stewart GP de Mônaco/1969
McLaren Peter Revson GP do Canadá/1972
Mercedes Juan Manuel Fangio GP da França/1954
Porsche Dan Gurney GP da Alemanha/1962
Red Bull Sebastian Vettel GP da China/2009
Renault Jean-Pierre Jabouille GP da África do Sul/1979
Shadow Jean-Pierre Jarier GP da Argentina/1975
Stewart Rubens Barrichello GP da França/1999
Toleman Teo Fabi GP da Alemanha/1985
Toro Rosso Sebastian Vettel GP da Itália/2008
Toyota Jarno Trulli GP dos EUA/2005
Tyrrell Jackie Stewart GP do Canadá/1970
Vanwall Stirling Moss GP da Inglaterra/1957
Williams Alan Jones GP da Inglaterra/1979
Wolf Jody Scheckter GP da Alemanha/1977

 

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Pesos dos carros para o GP da China

A FIA divulgou o peso com os quais cada carro largará no GP da China. Nelsinho Piquet, que vai sair lá de trás mesmo, larga com o tanque cheio até a boca. Kovalainen, Massa e Bourdais seguem mais ou menos a mesma estratégia. Como se imaginava, Fernando Alonso tem combustível só para o cheiro. E a Brawn está muito bem.

Confira abaixo todos os pesos, em quilos, do mais pesado ao mais leve.

Nelsinho Piquet - 697,9
Heikki Kovalainen - 697,0
Felipe Massa - 690,0
Sebastien Bourdais - 690,0
Kazuki Nakajima - 682,7
Giancarlo Fisichella - 679,5
Lewis Hamilton - 679,0
Nick Heidfeld - 679,0
Kimi Raikkonen - 673,5
Sebastien Buemi - 673,0
Jarno Trulli - 664,5
Rubens Barrichello - 661,0
Robert Kubica - 659,0
Jenson Button - 659,0
Timo Glock - 652,0
Nico Rosberg - 650,5
Adrian Sutil - 648,0
Mark Webber - 646,5
Sebastian Vettel - 644,0
Fernando Alonso - 637,0

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Red Bull quebra hegemonia da Brawn

Foto: Mark Thompson/Getty Images/Divulgação Red Bull

Foto: Mark Thompson/Getty Images/Divulgação Red Bull

* Post publicado com atraso por problemas internéticos.

Sebastian Vettel conseguiu hoje na China a primeira pole position da história da equipe Red Bull, quebrando, com isso, a hegemonia que a Brawn vinha impondo no campeonato. Os carros branco/preto/marca-texto ficaram apenas em quarto lugar, com Rubens Barrichello, e em quinto, com Jenson Button.

Mais notável que a pole de Vettel é a segunda posição de Fernando Alonso, a bordo do caixote que é a Renault. No entanto, ao que tudo indica, tanto as Red Bull de Vettel e Webber quanto a Renault de Alonso possuem bem menos combustível do que as Brawn de Barrichello e Button. Para a corrida a Brawn segue como franca favorita.

Ainda assim, não se deve diminuir o feito de Vettel. Mesmo com o carro leve, a pole é um grande resultado que comprova não só a velocidade inata do alemãozinho, mas também a qualidade do carro construído por Adrian Newey. É sempre bom lembrar: a Red Bull é, disparado, o melhor carro desprovido do polêmico difusor de dois andares. Imaginem o que este modelo andará quando dispuser de tal recurso…

Às rapidinhas:

- Rubens Barrichello está muito bem na foto. É o mais pesado entre os primeiros colocados e sai numa ótima quarta posição. Mesmo com uma volta a mais de combustível do que Jenson Button, conseguiu ficar à frente. Foi a primeira derrota que impôs ao companheiro e isso é muito importante na dinâmica interna da equipe. Se se mantiver à frente até o primeiro pit stop, tem tudo para vencer a corrida.

- Com Vettel em primeiro e Webber em terceiro, a Red Bull deve fazer ótima figura no GP da China. Um pódio é bem provável, embora acredite que, em condições normais, a vitória será da Brawn.

- Fernando Alonso deve ter combustível para menos de 15 voltas. Sai em segundo e pode embaralhar um pouco o começo da corrida, mas tende a ser coadjuvante. Para o carro que tem, essa posição no grid já foi bom demais.

- Toyota perdeu fôlego. Jarno Trulli foi sexto e Timo Glock foi 14º, mas o alemão trocou o câmbio e foi punido em cinco posições, vai sair em 19º. Com os motores japoneses, a Williams também não foi tão bem, com Nico Rosberg em sétimo e Kazuki Nakajima em 14º.

- Mais um fiasco para a Ferrari. Kimi Raikkonen sai apenas em oitavo. Felipe Massa errou na última volta e ficou apenas em 13º, sem sequer passar para a superpole. A McLaren, por sua vez, demonstrou uma certa recuperação utilizando um novo difusor, com Lewis Hamilton em nono. Ainda assim, é pouco para as duas grandes da Fórmula 1.

- Enquanto três motores Renault ocupam as três primeiras posições do grid, o quarto motor está longe, em 16º, com Nelsinho Piquet. Infelizmente, não há mais o que comentar sobre o brasileiro. Já já, a seleção natural da Fórmula 1 cuidará dele. Uma pena.

- Robert Kubica fez um treino irreconhecível com a BMW e vai sair em 17º. Nick Heidfeld foi um pouquinho melhor, larga em 11º.

- Brawn tem tudo para conquistar sua terceira vitória em três corridas. Uma temporada que parecia embolada começa a ganhar contornos de domínio absoluto. Mas duvido que o ano termine sem graça. Quando Ferrari, McLaren, Renault e Red Bull aprontarem seus carros revisados, a reta final promete ser imprevisível. Para o bem do esporte, que não seja tarde demais.

- Corrida amanhã às 4h da madrugada. Com comentários ao vivo aqui no blog, se a conexão à Internet deixar.

Grid GP da China 2009

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Curiosidades do GP da China

Foto: Divulgação/MotoGP

Foto: Divulgação/MotoGP

Neste domingo acontece a sexta edição do GP da China de Fórmula 1. E, como já está virando hábito, um rápido levantamento de curiosidades acerca da corrida.

* O GP da China estreou no calendário em 2004, sendo sempre disputado no autódromo de Xangai;

* Em cinco edições até aqui, nunca um piloto conseguiu repetir vitória. Cinco diferentes subiram ao alto do pódio uma vez: Rubens Barrichello, Fernando Alonso, Michael Schumacher, Kimi Raikkonen e Lewis Hamilton;

* Entre as equipes, domínio da Ferrari: três vitórias, contra uma da Renault e uma da McLaren;

* A corrida chinesa de 2007 ficou marcada pela besteira antológica de Lewis Hamilton, que desgastou seus pneus intermediários na pista seca até não aguentar mais e jogou o título mundial no lixo ao ficar atolado na caixa de brita da entrada dos boxes;

* Rubens Barrichello não vence na Fórmula 1 desde 2004. Sua última vitória aconteceu justamente na China;

* A Ferrari só marcou pole position na China uma vez, na corrida de 2004, com Rubens Barrichello. De lá para cá, duas poles da Renault (Fernando Alonso) e duas da McLaren (Lewis Hamilton);

* Pela primeira vez a corrida em Xangai acontece no começo de um campeonato. Normalmente agendada para o terço final do ano, o GP da China inclusive encerrou a temporada de 2005.

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Ferrari lembra vítimas na Itália

Foto: Divulgação/Ferrari

Foto: Divulgação/Ferrari

Símbolo e orgulho da Itália, a Ferrari não deixou passar em branco a tragédia vivida pelo país nas últimas semanas, com os terremotos que deixaram centenas de mortos na região de Abruzzo. Seus carros disputarão o GP da China com uma inscrição no cockpit: “Abruzzo nel cuore”. Em português: “Abruzzo no coração”.

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Provocação?

Vi esta no ótimo blog Guard Rail. Fãs espanhóis estão às turras com Lewis Hamilton novamente, agora por este evento na chegada aos boxes após a vitória no GP da China. Segundo interpretações, o inglês teria dado uma acelerada proposital para chamar a atenção de Fernando Alonso, que passava à pé ao lado. Confira.

O que me parece? Bobagem. Se você analisar novamente o vídeo prestando atenção apenas no volante, verá que Lewis está fazendo uma série de programações no câmbio. E, coincidentemente, quando passa por Alonso um botão é apertado, colocando o carro em primeira marcha. Como foi durante a passagem por sobre a linha branca, creio até que tenha sito ativado o limitador de velocidade.

Assim, como o carro vinha embalado em uma marcha mais alta, a troca para primeira fez o giro subir. Apenas isso.

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Capelli no “Por dentro dos Boxes”

Arte: Globoesporte.com

Arte: Globoesporte.com

Rafael Lopes, gentilmente, me conviou para dar uns pitacos no podcast “Por dentro dos Boxes”, do Globoesporte.com.

Gravamos o programa ontem à noite e você já pode ouvi-lo neste link. Nele, falamos sobre o GP da China, a briga pelo título, as perspectivas para Interlagos e o futuro de Rubens Barrichello e Nelsinho Piquet.

E ainda teve um desafio… essa mania não passa. Será que levei zero? Uma dica: Vicaria não estava presente…

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McLaren errou com Kovalainen

Foto: Divulgação DaimlerChrysler

Foto: Divulgação DaimlerChrysler

Muito interessante a dica do leitor Erico. Segundo reportagem do jornal finlandês Turun Sanomat, a corrida de Heikki Kovalainen em Xangai foi destruída por um erro primário da McLaren.

Em declaração ao jornal, Heikki informou que a equipe montou errado seus pneus dianteiros para a largada, colocando o esquerdo do lado direito e o direito do lado esquerdo. Assim, o carro ficou desbalanceado e com a dianteira totalmente desequilibrada. Sem rendimento, o piloto pediu para que lhe dessem mais asa frontal durante o pit stop. Tal regulagem acabou acentuando o desgaste do segundo jogo de pneus, levando ao rasgo que acabou com sua corrida.

Kovalainen garantiu que isso “nunca aconteceu antes em sua carreira”, mas não chega a ser uma novidade para a equipe McLaren. Durante testes em Paul Ricard, em 2006, o mesmo erro foi cometido com o carro de Alexander Wurz e resultou em um acidente.

Pelo jeito, a McLaren andou contratando mecânicos da Ferrari.

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Charge do Mantovani: GP da China

Dessa vez, Bruno Mantovani traça um paralelo entre o jogo da equipe da Ferrari e uma brincadeira muito popular.

Arte: Bruno Mantovani

Arte: Bruno Mantovani

Será que tal jogo será recompensado em Interlagos?

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Curiosidades da China

Foto: Divulgação Bridgestone

Foto: Divulgação Bridgestone

Alex Grün envia e-mail listando algumas curiosidades tipicamente capellescas do GP da China.

A elas:

- Lewis Hamilton foi o autor da 200ª vitória da Grã-Bretanha. E, de quebra, ultrapassou os 200 pontos na carreira. Em duas temporadas incompletas, ele já tem 203. Uma marca inédita, com certeza.

- A Ferrari correu com configurações diferentes na carenagem: Massa foi de bigorna, Raikkonen, não.

- A Ferrari ultrapassou a barreira dos 4.000 pontos com o pódio de Xangai. O time, que é o maior pontuador da história, tem agora 4.007,5.

E o Johnny Marks levantou outra ótima. Embora a vitória de Hamilton tenha sido a de número 200 conferida a um piloto britânico, ela na verdade representa a 199° vitória da Grã-Bretanha, já que o GP da Inglaterra de 1957 teve dois vencedores: Stirling Moss e Tony Brooks, correndo em dupla pela Vanwall.

Ou seja, como uma das vitórias foi repartida, está sendo contabilizada duas vezes. Então, na prática, a Grã-Bretanha venceu 199 GPs diferentes, não 200.

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