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Ivan Capelli não é um ex-piloto de Fórmula 1, embora o nome sugira isso. É um jornalista não-praticante gaúcho que adora dar pitaco em diversos assuntos, principalmente automobilismo. Escreve sobre Fórmula 1 na Internet desde 1998, tendo sido um dos primeiros a fazer isso no Brasil. Desde 2003 colabora com o site Grande Prêmio. Já escreveu também para o site GP Total e foi o responsável pela tradução do GP Guide, Bíblia da F1, para o português brasileiro. Fundou e assina matérias para a Revista Warm Up. Também quebra galhos como ilustrador picareta. Mas faz tudo isso por gosto pelas corridas, já que sua atividade principal é como gestor em uma empresa de Tecnologia da Informação. No fim das contas, não sabe nada de nada, mas parece que engana muito bem. SIGA NO TWITTER ASSINE O RSSContato
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Arquivo da tag: GP do Bahrein
Um mínimo de sensatez

Espera-se que saia hoje, ou no máximo nos próximos dias, a confirmação da não-realização do GP do Bahrein, etapa de abertura da temporada 2011 da Fórmula 1, programada para 13 de março. O país vive uma crise política, com uma boa parcela da população exigindo democratização e a deposição da família real que governa o país há 40 anos. Mas, dadas as decisões que contrariam o bom senso que costumam sair da cabeça de Bernie Ecclestone, ainda tenho dúvidas se realmente o cancelamento acontecerá.
Bernie só enxerga dinheiro e é justamente isso que está em jogo. Na semana passada, depois de dizer de maneira escrota que “torce para que tudo lá exploda”, o dirigente repassou a responsabilidade à família real barenita, dizendo que é ela quem deve tomar a decisão de confirmar ou cancelar a corrida. O ato de lavar as mãos tem explicação. O governo do Bahrein pagou 40 milhões de Euros à FOM para poder organizar a prova, mais um adicional de 20 milhões para ser a etapa de abertura. Um cancelamento por parte da Fórmula 1 obrigaria a devolução do dinheiro, enquanto que, vindo a decisão do governo local, Bernie não precisaria devolver nem um centavo.
O grande problema é que muito mais coisas estão envolvidas do que apenas a questão financeira. O GP do Bahrein de Fórmula 1 é um capricho do governo local, um sonho que virou realidade em 2004. Uma forma de divulgar o Bahrein para o mundo como uma nação rica, estável, próspera e que pode ser um belo destino turístico. Porém, justamente por isso, na visão da oposição cujos manifestantes exigem a deposição do governo, a F1 é a joia que representa a família real. A realização de uma corrida num momento como este seria uma demonstração de força dos governantes, mostrando para o mundo que a situação no país está controlada. Mas não está. Um evento do porte da F1 seria o palco perfeito para que uma ruidosa oposição xiita mostrasse ao mundo toda a sua força.
Por isso, as chances de protestos e até atentados vitimarem a organização, as equipes e até os jornalistas são grandes. A polícia barenita vem agindo com truculência contra os manifestantes, diariamente fala-se em dezenas de mortos e centenas de feridos. A tensão cresce a cada dia e a escalada de violência pode, sim, atingir a Fórmula 1. Cauteloso, o governo britânico recomendou que cidadãos de seus países não viajem ao Bahrein.
Dado este cenário, a decisão pelo cancelamento (ou, no mínimo, o adiamento) da prova parece óbvia, mas não é assim que funciona a cabeça dos (ir)responsáveis. Bernie não quer devolver 60 milhões ao Bahrein, enquanto que o governo local não quer dar uma demonstração pública de descontrole social. E a Fórmula 1 ali no meio.
Caso todo mundo resolva que a prova deva acontecer, resta acreditar na sensatez das equipes. Se, no passado, times como Ligier e Renault boicotaram o GP da África do Sul em protesto contra o Apartheid, seria bonito ver o mesmo gesto no Bahrein. Mas, como os tempos são outros, as multas são pesadas. E, reféns do dinheiro e do poder, todos podem mesmo acabar correndo em Sakhir daqui a três semanas. Uma situação na qual todos sairiam perdendo.
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ATUALIZAÇÃO: Minutos após a publicação deste post, a BBC noticiou o adiamento da corrida. Felizmente, a sensatez falou mais alto. Ainda há esperança.
Tags: GP do Bahrein
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Pilotoons: GP do Bahrein 2010
Os mundialmente famosos Pilotoons de Bruno Mantovani estão de volta. Hoje, a briga de Massa e Alonso pela vitória no GP do Bahrein.

Devagar com o andor
A Hispania se arrastou no Bahrein. E tal qual outras chicanes ambulantes históricas, como Forti, EuroBrun ou Andrea Moda, torna-se óbvio que quem está sentado nesses carros está lascado. E, por uma coincidência infeliz, quem está a bordo de um deles é um piloto brasileiro que vive cercado de expectativas: Bruno Senna.
O problema é que não dá para esperar nada dele em 2010. É sua primeira temporada na Fórmula 1, é uma equipe que há até uma semana se achava que nem sequer correria, que finalizou os carros a toque de caixa para embarcá-los ao Bahrein. A quilometragem da Hispania na pré-temporada foi zero. E a equipe nunca tinha construído um carro de F1 na vida, ainda que o projeto tenha sido terceirizado com a Dallara, fábrica que já produziu carros da categoria. Mas o último há dezoito anos.
O carro é cerca de dez segundos mais lento que os mais rápidos. E ainda perde de dois segundos para os mais lentos, Virgin e Lotus. Corre em praticamente em uma categoria própria, devagar e sempre. Bruno Senna não tem chance alguma e os mais atentos ao automobilismo já sabem disso. Mas, mesmo assim, expectativas são criadas de todos os lados.
O Banco Cruzeiro do Sul, que patrocina o piloto, encomendou junto a Eduardo Souto Neto, autor do “Tema da Vitória” da Rede Globo, uma música especialmente para Bruno Senna. Pergunto: música para quê? Para comemorar que ele completou vinte voltas? Ou que chegou em 15º? Nas transmissões pela televisão, Galvão Bueno instigava os telespectadores: “Bruno Senna! Arrepiou ao ver este nome na tela?”. E a própria mãe de Bruno, Viviane Senna, andou traçando comparações infelizes entre ele e seu tio tricampeão:
Para começo de conversa, comparar a Hispania com a Toleman só pode ser piada. A equipe inglesa já tinha uma boa estrutura, três anos de experiência na categoria e vinha de resultados consistentes no final da temporada de 1983, com Derek Warwick chegando entre os seis primeiros nas últimas quatro corridas. Um ano antes, o piloto inglês já tinha andado em segundo lugar no GP da Inglaterra. Nem de longe era uma equipe “péssima”, era sim um time em ascensão. E, para piorar, o carro não era nenhuma “carroça”. O anuário daquela temporada, do jornalista português Francisco Santos, elege o Toleman TG184 como “o melhor chassi do ano”. E ainda sublinha, a respeito da grande temporada de estreia Ayrton:“Quando Ayrton estreou, com a Toleman, a equipe era péssima; o carro, horrível e pesado, parecia uma carroça.”
“Nem todo o talento do mundo faz um carro de Fórmula 1 obter resultados se este não tem um mínimo de potencial.”
Talvez Viviane tenha passado a acreditar na imagem mítica de Ayrton Senna, que era capaz de ganhar até com um carro calçado com pneus de madeira. Menos, bem menos. Além disso, nivelar as equipes para comparar a temporada de estreia dos dois só traz uma pressão desnecessária a Bruno. Ou será que alguém espera um show na chuva ou uma quase-vitória em Mônaco?
O fato é que Bruno Senna é apenas um jovem de 26 anos que está iniciando sua carreira. Não foi campeão de categoria alguma de base, mas conquistou vitórias importantes na GP2, passo anterior à F1. Começou tarde, mas demonstra uma facilidade de adaptação e uma grande rapidez no aprendizado. Semelhança com Ayrton Senna, apenas no sobrenome, no físico e nas cores do capacete. Compará-lo com o tio ou procurar semelhanças em suas trajetórias beira a crueldade. Deixem o garoto em paz.
Fica apenas a torcida para que, a bordo de uma – essa sim – carroça, ele não comprometa sua carreira. E que possa receber atenção por ser ele mesmo, não por ser sobrinho de campeão. E que também não se torne uma espécie de Roberto Moreno, excelente piloto que é lembrado apenas pela compaixão da torcida por causa das frias em que entrou.
Alonso é o 6º a vencer na estreia pela Ferrari
O espanhol Fernando Alonso tornou-se hoje o sexto piloto da história a vencer em sua primeira corrida pela equipe Ferrari. Antes dele, obtiveram tal marca os italianos Luigi Musso e Giancarlo Baghetti, o norte-americano Mario Andretti, o inglês Nigel Mansell e o finlandês Kimi Raikkonen.
Musso foi o primeiro a realizar tal feito, vencendo o GP da Argentina de 1956. Cinco anos depois, o mais incrível deles: Baghetti venceu não só sua primeira corrida pela Ferrari, mas sim sua primeira corrida na Fórmula 1. Desde então, ninguém mais conseguiu repetir a façanha.
Em 1971, Mario Andretti ganhou na África do Sul, em seu primeiro GP pela equipe italiana. Depois de um hiato de 18 anos, foi a vez de Nigel Mansell ganhar o GP do Brasil. E, novamente 18 anos depois, Kimi Raikkonen foi o vencedor do GP da Austrália de 2007, temporada na qual terminou campeão do mundo.
Fernando Alonso, em apenas uma corrida, já inscreve seu nome na história da Ferrari. Resta saber se conseguirá ser campeão, como Kimi.
Rapidinhas da classificação: Bahrein
A Fórmula 1 está de volta e, com ela, as infames rapidinhas. Análises em tópicos sobre a classificação de hoje para o GP do Bahrein.
- Sebastian Vettel não só fez a pole, como também fez a volta mais rápida de todo o treino, no Q2. Era o favorito e confirmou que vai largar na frente, mas talvez tenha sido mais difícil que o esperado. A Red Bull vem muito bem, mas a Ferrari mostrou que está com um conjunto muito bom.
- Felipe Massa sai em segundo, pouco mais de um décimo de segundo mais lento que Vettel. Eu confesso que esperava uma Red Bull mais dominante. Mesmo assim, Felipe aparece muito bem para a corrida.
- Curioso, porém, foi o semblante de desapontamento do brasileiro ao descer do carro. Ficou perceptível que ele almejava a pole, o que é ótimo. Largar na frente de seu companheiro Fernando Alonso, que será terceiro, é bom para dar as cartas dentro da equipe logo no começo da temporada. Mas, pelo jeito, não foi o suficiente para deixá-lo feliz. O que demonstra que as ambições de Felipe vão muito além de apenas bater Alonso.
- Mas a melhor notícia de todas foi ver que, em sua primeira sessão de classificação depois do terrível acidente na Hungria, Felipe Massa não perdeu sua principal característica, que é a velocidade pura. O piloto da Ferrari andou rápido e mostrou que está competitivo como antes. Quiçá, até melhor. Resta ver seu desempenho em corrida, mas essa primeira fila já vale como uma grande vitória para quem corria risco de vida há pouco mais de seis meses.
- Fernando Alonso, competitivo e autocentrado, certamente não ficou feliz com o resultado. Foi apenas um treino de classificação, mas nunca é bom perder para o companheiro de equipe. Amanhã, na corrida, o espanhol vem com tudo. O duelo interno na Ferrari será bastente empolgante.
- Fechando a segunda fila, em quarto lugar, logo quem: Lewis Hamilton, o desafeto favorito de Alonso. Se dividirem a curva, um não alivia para o outro. Será uma largada interessante.
- Jenson Button, atual campeão, tomou um coco de Hamilton em sua estreia pela McLaren. Largará apenas em oitavo lugar, tendo sido quase meio segundo mais lento.
- Mas foi Mark Webber quem levou mais tempo do companheiro no Q3: 1,1s. Enquanto Vettel é pole, o australiano sai somente em sexto. Esperava mais dele, mas é possível que tenha sofrido algum problema nos treinos.
- Michael Schumacher não saiu ileso e, em seu aguardado retorno à Fórmula 1, ficou atrás de seu companheiro de equipe. Sairá em sétimo, contra o quinto lugar de Nico Rosberg. A diferença de tempo foi de três décimos. Mas, considerando que Schumacher ficou três anos parado e a pré-temporada não permite um grande volume de treinamentos, o alemão ainda briga para retomar sua forma ideal. Mas é inegável que a sétima posição foi um tanto decepcionante.- Estrelinhas para Robert Kubica, nono com a Renault, e Adrian Sutil. O alemão da Force India, especialmente, foi a grande zebra do Q3. Percebe-se que o motor Mercedes empurra bem, mas mesmo assim não se imaginava uma Force India tão bem posicionada.
- Rubens Barrichello sai num bom 11º lugar com a Williams. Por pouco não foi à fase final da qualificação. Com a experiência que tem, pode fazer uma ótima corrida poupando pneus com o tanque cheio.
- Dos estreantes: Nico Hulkenberg, companheiro de Barrichello, ficou em 13º. Vitaly Petrov, da Renault, foi 17º. Sobre o desempenho de Lucas di Grassi, Bruno Senna e Karun Chandhok não há o que comentar. Eles não estão de fato na Fórmula 1.
- O abismo entre as equipes antigas e as novas é enorme. Lotus e Virgin ficam andam dois segundos mais lentas que as mais lentas. E a Hispania (ou HRT, que seja) é 3 segundos pior que as outras novatas.
- Tenho medo dessa “Fórmula 1 B”. Os carros são lentos de mais. Chandhok foi quase 11s mais lento que o pole position. Bruno Senna, 9s. O melhor dessa categoria, Timo Glock, foi cinco segundos pior que o pole. É quase como se a GP2 dividisse a pista com a F1. Uma diferença tão grande entre os carros é muito perigoso. Agora é torcer para que nada aconteça, enquanto a regra dos 107% não volta.
- Falando nisso, cálculo de padeiro: aplicando-se os 7% sobre o tempo da melhor volta do Q1 (1’54.612), teríamos 2’02.635 como limite para largada. O que significa que a Hispania não largaria.
- A corrida promete. O desenvolvimento da prova será completamente diferente dos últimos anos, já que não há mais reabastecimento. Na pole, Vettel tem vantagem, mas vai vencer quem cuidar melhor de seu carro. Ser veloz o tempo inteiro já não basta mais, a nova Fórmula 1 passa a exigir outras habilidades além do pé no fundo. Inteligência, controle e suavidade serão fundamentais. Podemos ter surpresas amanhã.
Grid de largada para o GP do Bahrein:

Novo “pacote aerodinâmico” da BMW

Foto: Reprodução/Adrivo.com
Vi essa no Geckodriver. As duas BMW Sauber tiveram suas asas dianteiras quebradas no mesmo ponto durante a largada do GP do Bahrein.
Definitivamente, foi uma corrida para esquecer. Não por acaso, foi a primeira vez em quatro temporadas de história que a equipe ficou duas provas seguidas fora da zona de pontos.
Trulli marca sua primeira volta mais rápida

Foto: Divulgação/Toyota
Terceiro colocado apesar da pole position, Jarno Trulli tem pelo menos um motivo para comemorar sua participação no GP do Bahrein: marcou, pela primeira vez na carreira, a melhor volta de uma corrida.
Com isso e com 203 GPs nas costas, Trulli quebrou o recorde obtido por Jenson Button no GP da Malásia, tornando-se o piloto que mais provas demorou para marcar uma volta mais rápida. Parece um recorde que dificilmente será quebrado, pois o antigo detentor, Button, havia demorado 155 corridas para tal. Confira abaixo os recordistas em “voltas rápidas tardias”.
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Positivo e negativo: GP do Bahrein
Positivo: Jenson Button, perfeito da primeira à última volta. Veloz, consistente e seguro, é o piloto do ano até aqui.
Negativo: BMW Sauber. Não é uma equipe para andar o tempo todo nas últimas posições.
Tags: BMW, GP do Bahrein, Jenson Button
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Hoje não tem ao vivo
Pessoal, a ferramenta de transmissão está com problemas, eu escrevo mas ninguém consegue entrar para acompanhar. Assim, sem ao vivo hoje. Mas, na Espanha, voltam os comentários ao vivo.
Tags: GP do Bahrein
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O verdadeiro pole position

Foto: Mark Thompson/Getty Images/Divulgação Red Bull
Avaliando os pesos dos carros na classificação, em release divulgado pela FIA hoje pela manhã, fica claro que, se alguém fez um grande treino hoje, este alguém é Sebastian Vettel. O alemãozinho da Red Bull esmerilhou, é um dos carros mais pesados entre os que largam na frente e, mesmo assim, conseguiu a terceira posição no grid. Se conseguir um bom ritmo de corrida nas primeiras voltas e não deixar as Toyotas escaparem, tende a vencer a prova.
Jenson Button é outro que está muito bem na foto. Tem três voltas a menos de combustível que Vettel, mas tem certa vantagem para as Toyotas de Trulli e Glock, os dois mais leves do grid. Olho nele e em Lewis Hamilton, que larga com o mesmo peso do compatriota. A McLaren não é tão confiável quanto a Brawn, mas parece em boa forma para a corrida.
Confira abaixo a relação de pilotos / peso do carro / posição de largada para amanhã.
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Vettel e as pistas do mundo

Foto: Mark Thompson/Getty Images/Divulgação Red Bull
No melhor estilo Jarno Trulli, Sebastian Vettel agora adotou a moda de aparecer todo fim de semana com uma pintura nova no capacete. Mas essa em específico, para o GP do Bahrein, chamou muito a atenção.
O novo topo é multicolorido, em um mosaico formado por diferentes traçados de autódromos ao redor do mundo. E no desenho de Monza, palco da primeira vitória do piloto, aparece uma espécie de carimbo com uma estrela, assim como Xangai, local de sua segunda conquista, semana passada.
Mas o mais divertido é que dá para brincar com o capacete. Quais circuitos você consegue identificar na imagem? Eu já achei Monza, Xangai, Hungaroring, Suzuka, Marina Bay, Monte Carlo, Nürburgring, Silverstone, Montmeló, Valencia, Istambul e Sakhir.
Rádio GP – GP do Bahrein, Indy e Mosley

Está no ar, desde hoje cedo, a edição 32 da Rádio GP, quinto programa de 2008. Com apresentação de Victor Martins, os debatedores Ivan Capelli, Evelyn Guimarães e Marcus Lellis comentam a vitória de Felipe Massa no GP do Bahrein, o GP de São Petersburgo da Indy e os desdobramentos do escândalo Max Mosley.
Para ouvir, acesse o Blog da Rádio.
Tags: GP do Bahrein, Max Mosley, Rádio GP
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O que a TV não mostrou

A transmissão do GP do Bahrein, sem sombra de dúvidas, deixou a desejar. Além de não ter exibido adequadamente o incidente entre Hamilton e Alonso, a TV também perdeu uma escapada de pista de Felipe Massa e Robert Kubica, logo na segunda volta.
Os dois pilotos saíram da pista em razão da presença de óleo na curva 7, mesmo local em que Nelsinho Piquet viria a rodar logo depois. Foi na seqüência que Kimi conseguiu a aproximação e ultrapassou o piloto da BMW. Um lance que poderia ter decidido a corrida e que passou batido pelas câmeras da FOM.
Duplo toque

A equipe McLaren emitiu nota hoje informando que o acidente entre Lewis Hamilton e Fernando Alonso no GP do Bahrein foi provocado por um pedaço de sua asa dianteira que se desprendeu. A partir disso, Lewis perdeu o controle e acertou a traseira da Renault do espanhol.
O curioso é que a asa estava danificada em razão de outro toque, ocorrido na primeira volta. O envolvido? Fernando Alonso! Lewis já havia tocado de leve a asa traseira de seu ex-companheiro de equipe logo nas primeiras curvas da corrida, enquanto ultrapassava a Red Bull de Mark Webber (a roda que se vê à esquerda da imagem acima).
Os atentos leitores Herik e Willian enviaram e-mail avisando que é possível ver o primeiro toque no clipe da corrida, disponível no site oficial da Fórmula 1. Para assistir, basta clicar no botão de “play”, com “Bahrain” escrito logo abaixo, na página principal.
Tá faltando um pedaço

Fernando Alonso disputou praticamente todo o GP do Bahrein com a asa traseira danificada, em função do choque com Lewis Hamilton na segunda volta. A imagem acima comprova: ficou faltando um belo pedaço do aerofólio. Isso, provavelmente, explica a tão apática participação do espanhol, que terminou a corrida apenas em décimo lugar.











