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Ivan Capelli não é um ex-piloto de Fórmula 1, embora o nome sugira isso. É um jornalista não-praticante gaúcho que adora dar pitaco em diversos assuntos, principalmente automobilismo. Escreve sobre Fórmula 1 na Internet desde 1998, tendo sido um dos primeiros a fazer isso no Brasil. Desde 2003 colabora com o site Grande Prêmio. Já escreveu também para o site GP Total e foi o responsável pela tradução do GP Guide, Bíblia da F1, para o português brasileiro. Fundou e assina matérias para a Revista Warm Up. Também quebra galhos como ilustrador picareta. Mas faz tudo isso por gosto pelas corridas, já que sua atividade principal é como gestor em uma empresa de Tecnologia da Informação. No fim das contas, não sabe nada de nada, mas parece que engana muito bem. SIGA NO TWITTER ASSINE O RSSBusca no blog
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Arquivo da tag: Honda
Reinauguração de Suzuka
O correspondente do Blog do Capelli no Japão, Jonas Tahara, enviou fotos e um texto relatando o que viu na reinauguração do autódromo de Suzuka, ocorrida ontem. O circuito japonês ficou fechado por mais de seis meses para grandes reformas nas arquibancadas, estacionamentos, boxes e pit lane, de forma a atender melhor o público e as exigências de Bernie Ecclestone. Assim, Suzuka voltará em 2009 ao calendário da Fórmula 1 e sediará todos os GPs do Japão de ano ímpar, revezando com Monte Fuji.
Abaixo, confira o depoimento e as imagens do Mestre Jonas – que não é aquele que diz que mora dentro da baleia por vontade própria.
“Fui hoje na reinauguração do circuito pra enviar as fotos da reforma. Ficou grandioso e bonito.

Fotos: Jonas Tahara
As cabines das TVs agora ficam na parte superior da nova arquibancada principal.

Pudemos entrar nos boxes e vimos que ficou bem prático para as equipes se instalarem, pois terão mais salas a disposição e mais espaço também.

O novo túnel de acesso aos boxes conta com escada rolante e elevador para os portadores de deficiência.

Entramos também na torre de controle e pudemos ver que os diretores de prova estão bem equipados, com monitores que acompanham todos os detalhes de pista, além de uma ótima visão da reta principal.

Para o público que não tem o privilégio de acompanhar dos boxes, foram construídos além da arquibancada principal, novas arquibancadas permanentes por toda a extensão do circuito. Significa que a partir desse ano todos os ingressos terão lugares numerados, um avanço pois antigamente, nos tínhamos que arranjar um lugar para assistir o GP. Antes para assistir com lugar numerado gastava-se pelo menos uns 300 dólares e agora com o ingresso mais barato que está em torno de 100 dólares teremos lugar definido para ver a corrida.

A Honda colocou para andar na pista o Honda RA272 de 1965 e a Williams FW11B de 1987 com os pilotos Satoru Nakajima e Aguri Suzuki respectivamente. Infelizmente por ter uma câmera simples, só a foto da Williams com Aguri Suzuki pilotando saiu boa. Mas tudo bem! Haverá outras oportunidades…”

Trunfo das Equipes (8/16): Honda e Renault
Nas cartas de hoje, duas montadoras com histórias até semelhantes na Fórmula 1. Primeiro a Honda, que entrou como equipe nos anos 60, obtendo algum sucesso mas abandonando as pistas depois da tragédia de Jo Schlesser. Seu retorno como fornecedora de motores nos anos 80 revolucionou a categoria e ganhou tudo com Williams e McLaren entre 1987 e 1991, mas quando decidiu voltar a ser equipe, a partir de 2005, não logrou o mesmo sucesso.
E a outra equipe é a Renault, que nos anos 70 também revolucionou a F1 com os turbos, mas que como equipe obteve um sucesso apenas relativo em sua primeira fase. Quando forneceu só motores, marcou época com Williams e Benetton entre 1992 e 1997. Retirou-se e foi brilhante em seu retorno como equipe, conquistando dois mundiais com Fernando Alonso.
Na soma geral, a Renault acaba levando alguma vantagem. Infelizmente, a história recente da Honda marcou negativamente sua passagem pela Fórmula 1.
Às cartas, pois!
Tags: Honda, Renault, Trunfo das Equipes
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Fim da novela: vem aí a Brawn Racing?

Foto: Divulgação/Honda
O furo saiu da França ontem à noite, conforme me alertam os atentos Becken Lima e Mario Della Nina. Caroline McGrory, ex-advogada da BAR e da Honda Racing F1, registrou anteontem na Internet os domínios www.brawnracing.com e www.brawnracing.co.uk. Os detalhes do registro podem ser encontrados aqui.
Resumo da ópera: Ross Brawn assumiu o controle da ex-Honda e muito provavelmente batizará a equipe com seu nome. Vem aí a Brawn-Mercedes!
A propósito: um boato anterior falava em “Brackley F1″, em homenagem à cidade onde situa-se a fábrica da equipe. Tal domínio, www.brackleyf1.com, também já foi registrado hoje, mas não merece crédito algum. O autor do registro é um picareta que vive na Lituânia.
Tags: Brawn, Honda, Ross Brawn
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Charge do Tuta: Cooperativa ex-Honda
Amigo Tuta envia sua primeira charge do ano: a Cooperativa ex-Honda.

Arte: Tuta
Enquanto eu defendo que o que sobrou da equipe deva se chamar Tyrrell e Rafael Lopes sugere Brabham, tá ficando com jeito que o nome “Cooper” seria um trocadilho mais adequado, caso se confirme o “management buyout” que deve ocorrer.
Tags: Honda
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Últimos movimentos

Foto: GEPA Pictures/Divulgação Red Bull
Oficialmente, até ontem a Fórmula 1 só tinha uma vaga em aberto, a de companheiro de Sebastien Buemi na Toro Rosso. E hoje ela se fechou, com a equipe anunciando a permanência de Sebastien Bourdais. Ao que parece, não há mais vagas para a temporada 2009, que deve começar com apenas 18 carros no grid. Mas… será mesmo?
Creio que não. Analisando os movimentos de bastidor, tudo aponta em outra direção. Bernie Ecclestone já usou a imprensa para dizer que 18 carros é um absurdo e que a categoria terá 20 participantes em Melbourne, nem que para isso ele tenha que obrigar McLaren e Ferrari a alinhar um terceiro carro. Bruno Senna abriu mão de sua vaga na iSport para disputar a GP2 alegando que vai dar prioridade à Fórmula 1. Surgiria o brasileiro numa terceira McLaren ou numa Ferrari? Lógico que não.
Bruno sempre teve uma carreira muito bem gerenciada e sabe que, tendo iniciado tarde no automobilismo, perder mais um ano poderia ser fatal para suas pretensões. Ele precisa correr. Na conjuntura atual, ser piloto de testes na Fórmula 1 de nada servirá, pois praticamente não vai andar. Se rompeu seu acordo com a iSport, é porque sabe que vai correr.
E é aqui que entra o meu palpite. Bernie Ecclestone bancará a permanência da ex-Honda na Fórmula 1, que deverá ter Jenson Button e Bruno Senna ao volante. Vale lembrar que a fábrica em Brackley continua operando e que a Honda deixou verba para que a equipe pudesse iniciar o campeonato. Apenas depois da estreia é que ela precisará de um novo aporte financeiro. Mesmo com a crise, Bruno Senna chega à categoria apoiado por patrocinadores do peso como Embratel e Banco Santander. A Petrobras, com planos de lançar uma gasolina de nome “Senna”, pode participar da operação também. A menos que a crise financeira a obrigue a desistir do plano.
De toda forma, ainda há uma peça solta no quebra-cabeça, o tal terceiro carro. E é aí que entra a astúcia de Bernie Ecclestone. Ele tem total interesse em manter a categoria com 20 carros, mas faltam motores para a Honda. Com a ameaça do terceiro carro, ele tem maior poder de barganha com McLaren ou Ferrari. Afinal o que sairá mais barato para uma das equipes: colocar um terceiro carro para correr ou ceder motores a baixo custo para uma terceira equipe?
Em março, Bruno Senna e Jenson Button devem desembarcar em Melbourne para disputar o GP com um carro de motor Ferrari ou Mercedes. E a F1 deverá continuar com 10 equipes, porque assim o onipotente e onipresente Ecclestone deseja.
Pela volta da Tyrrell

Foto: Arquivo
Hoje, num debate que acompanhava entre a turma do Fórum Downforce, surgiu uma ideia que achei muito interessante. Por que os novos donos da Honda, se existirem, não rebatizam a equipe com seu nome original, Tyrrell?
Pela ordem: A Tyrrell Racing Organisation surgiu no final dos anos 60 e foi, por cerca de 40 anos, um dos grandes nomes da Fórmula 1. Teve seu apogeu nos anos 70, com os títulos mundiais de Jackie Stewart, mas também marcou época com o famoso modelo de seis rodas e teve grandes pilotos em seus cockpits, como Ronnie Peterson, Patrick Depailler e Jody Scheckter. Com a invasão dos turbos, no começo da década de 80, a Tyrrell sucumbiu. Crises técnicas, falta de patrocínio e sucessivos maus resultados foram jogando a equipe cada vez mais para trás do grid. Com Jean Alesi ao volante de um revolucionário carro de Harvey Postlethwaite, o time teve seus últimos grandes resultados em 1990, até voltar à espiral de decadência que levou Ken Tyrrell a vender seu time, em 1998. E é aí que começa uma história ainda mais inglória.
Em 1999, a tabaqueira British American Tobacco assumiu a Tyrrell, rebatizando-a de BAR. Fizeram muito alarde contratando o campeão mundial Jacques Villeneuve, investiram pesado, mas os resultados simplesmente não apareceram. A BAR existiu por sete temporadas, mas tratou-se sempre de uma equipe sem identidade marcante, rica e distante, e o principal: sem glórias. Em nada honrou o passado do time que lhe deu origem.
Em fins de 2005, com a proibição da propaganda tabagista na Fórmula 1, a BAT viu por bem encerrar sua participação na categoria, vendendo o time para a Honda, fornecedora de motores da BAR. E os japoneses conseguiram fazer um papel de Midas às avessas, relegando uma equipe que ao menos aspirava pódios em habitué do fim do pelotão. Como fora a Tyrrell em seus últimos dias.
Pois agora, com a saída da Honda em sua mais recente e atrapalhada passagem pela F1, por que os novos donos, se aparecerem, não investem na história da Tyrrell? Pode ser uma grande oportunidade de gerar mídia espontânea, empatia com torcedores, honrar e homenagear o passado da categoria num momento de crise aguda. Imagino o arrepio entre os torcedores mais antigos ao verem um carro azul marinho rasgando as retas de Silverstone.
Está aí uma ideia simples e perfeitamente aplicável. Talvez seja necessário pagar direitos de uso para os donos do nome Tyrrell, mas não enxergo nisso um grande empecilho. Enfim… por que não?
O amigo Gustavo Lucena fez outro texto defendendo a mesma ideia. É preciso registrar-se para ler, mas é rápido, grátis e vale a pena.
Tags: Honda, Tyrrell
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FIA divulga numeração para 2009
A Federação Internacional de Automobilismo divulgou hoje a numeração dos carros para a temporada 2009 da Fórmula 1. Conforme o esperado, as equipes tiveram seus números distribuídos de acordo com a classificação do Mundial de Construtores da temporada passada, sistema que é utilizado desde 1996.
A lista traz uma “novidade”, por assim dizer. Felipe Massa, vice-campeão de 2008, foi inscrito pela Ferrari com o número 4, contra o 3 de Kimi Raikkonen. Por ter sido mais bem classificado no ano passado, esperava-se que o brasileiro recebesse o número mais baixo. Mas isso também não configura num indício de que o finlandês seja primeiro piloto. Como se sabe, a Ferrari da era pós-Schumacher só define isso na reta final da temporada.
Confira abaixo a lista de entrada de 2009:
1. Lewis Hamilton – McLaren Mercedes
2. Heikki Kovalainen – McLaren Mercedes
3. Kimi Raikkonen – Ferrari
4. Felipe Massa – Ferrari
5. Robert Kubica – BMW Sauber
6. Nick Heidfeld – BMW Sauber
7. Fernando Alonso – Renault
8. Nelsinho Piquet – Renault
9. Jarno Trulli – Toyota
10. Timo Glock – Toyota
11. Sebastien Buemi – Toro Rosso Ferrari
12. A ser anunciado – Toro Rosso Ferrari
14. Mark Webber – Red Bull Renault
15. Sebastian Vettel – Red Bull Renault
16. Nico Rosberg – Williams Toyota
17. Kazuki Nakajima – Williams Toyota
18. A confirmar – Honda*
19. A confirmar – Honda*
20. Adrian Sutil – Force India Mercedes
21. Giancarlo Fisichella – Force India Mercedes
* A Honda só alinhará caso consiga novos donos
Tags: Felipe Massa, Ferrari, FIA, Force India, Honda
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Acabou?

Foto: Divulgação/Honda
A bomba do dia foi apurada inicialmente por Flavio Gomes e Victor Martins, e agora recebe côro de todos os que foram buscar mais informações e sempre a confirmam: a Honda anuncia nesta madrugada que está fora da Fórmula 1.
A notícia surpreende pelo anúncio ser repentino, mas a grande verdade é que, mais dia menos dia, iria acontecer. A Fórmula 1 é uma brincadeira cara demais para quem entra e não dá nenhum resultado. Em tempos de crise então, nem se fala. Montadoras só ficam na categoria para vencer e, se não conseguirem, pulam fora. A Renault, cujo fim já era especulado ano passado, ganhou sobrevida com as vitórias de Alonso em 2008. A Toyota, que conseguiu gastar mais dinheiro e ser tão incompetente quanto a Honda, pode deixar o barco em 2010.
Como Max Mosley já previa há algum tempo, os altos custos estão fazendo com que a Fórmula 1 engula a si própria. Dado o cenário da crise financeira internacional, já começo a achar que a proposta de motores padronizados vai acabar passando. Talvez seja a única maneira de evitar que a categoria entre em colapso, já que forçará uma radical redução de custos.
É algo totalmente contrário à essência da F1? Sem dúvidas. Mas pode ser uma boa solução de emergência para que todos ultrapassem com vida a turbulência da economia mundial. Nos anos 50, na falta de equipamento, a F1 existiu por algumas temporadas com carros de Fórmula 2. Uma aberração, mas que foi importante para consolidar os primeiros anos de existência do campeonato.
Talvez seja a hora de todos abrirem mão do puritanismo em nome da salvação. Parece até discurso religioso, e talvez seja mesmo, caso a saída da Honda se confirme como a primeira trombeta do apocalipse da F1.
Tags: FIA, Honda, Max Mosley
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Imagens de Montmeló
O começo dos testes de pré-temporada da Fórmula 1 sempre traz novidades interessantes. E este ano, com mudanças de regulamento, muita coisa diferente anda aparecendo em Montmeló. Assim, fiz um apanhado do que de mais diferente apareceu entre ontem e hoje. As fotos são reproduções do site Adrivo.com.

Com o KERS, agora os carros de F1 podem dar choques, como já experimentou um mecânico da BMW. Por isso, é bom que a Ferrari avise: alta voltagem.

Primeiro reflexo da parceria McLaren-Force India: Pedro de la Rosa no cockpit do carro indiano. Curiosamente, equipado ainda com motores Ferrari. Será que o espanhol aproveitou para descobrir mais algum segredo italiano?

Nico Hulkenberg foi para a pista com a solução inicial da Williams para atender as restrições aerodinâmicas para 2009. Se anda, não sei. Mas é visualmente muito mais bem resolvida do que a…

…BMW Tubarão-martelo. Ou seria limpa-trilhos? Só sei que é o carro mais esquisito do mundo.

Esquisito também é o duto de ar improvisado para o KERS da Ferrari. Certamente não será assim durante a temporada, até porque o comprometimento aerodinâmico da peça deve ser terrível.

Caras novas: Bruno Senna na Honda. Mais de 14 anos depois, o nome Senna volta à Fórmula 1.

O holandês Giedo Van der Garde, também conhecido como “Giga”, andou pela Renault. Giga já foi alvo de disputas entre Super Aguri e Spyker. As duas equipes morreram e o piloto foi parar no time francês. A Renault que se cuide…

E por fim, Sebastien Loeb, pentacampeão do WRC, tirando uma casquinha na Fórmula 1.
Di Grassi – Honda

Foto: Reprodução/Adrivo.com
No “vestibular” da Honda, Lucas di Grassi foi o primeiro a ir para a pista em Montmeló, agora pela manhã. Bruno Senna deve encarar a carroça japonesa somente à tarde.
A vaga, como se sabe, deve ser do sobrinho de Ayrton Senna. Só não o será se o brasileiro for muito mal em seus primeiros contatos com a Fórmula 1.
Ligue os pontos

Foto: Reprodução BrunoSenna.com.br
Observe os curiosos movimentos “isolados” na Fórmula 1.
- Petrobras deixa a Williams torna-se parceira da Honda em 2009;
- Honda anuncia testes com Lucas di Grassi e Bruno Senna, visando um substituto para Rubens Barrichello;
- Lauro Jardim informa, na mais recente edição da revista Veja, que a Petrobras negocia com a família de Ayrton Senna o lançamento da “Gasolina Senna”.
A Petrobras nega que tenha participação na escolha do nome de um dos pilotos da Honda em 2009. Diz que só pode interceder para que seja um brasileiro.
E eu, é lógico, acredito.
Dica do Fernando Piccione.
Tags: Bruno Senna, Honda, Petrobras
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Novidades aerodinâmicas

McLaren e Honda andaram hoje, nos testes em Jerez, com novidades em suas carenagens. Ou melhor, nada de tão novos assim. Os ingleses copiaram os chifres de veado da BMW, enquanto que os japoneses, finalmente, aderiram à bigorna em sua traseira.
Pelos meus cálculos, agora só faltam Ferrari e BMW. A Williams andou testando também uma bigorna. Tímida e curva, mas uma legítima bigorna.
Com agradecimento a Nani.
Tags: Honda, McLaren
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Ato falho na Honda
Em seu site oficial, a Honda publicou um release sobre o GP da Inglaterra. Nele, há uma frase que permite, no mínimo, dupla interpretação.
“Jenson, por sua vez, teve um problema de chicotada de traseira na volta 38…”
Pergunto: Max Mosley anda saindo com Button?
Ato falho percebido pelo Racelike no Fórum Downforce.








