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Três anos depois, Barrichello volta à ponta


Rubens Barrichello ocupou hoje, ainda que por pouco tempo, a primeira posição do GP do Canadá. O piloto da Honda assumiu a ponta durante sete voltas, no período entre os pit stops dos verdadeiros líderes.

Tal feito, considerando o fraco carro da Honda, encerrou um jejum de três anos. Desde o GP dos Estados Unidos de 2005, ainda na Ferrari, o brasileiro não sabia o que era receber uma placa com a indicação “P1″.

O mesmo vale para a Honda. O time de Rubens Barrichello não liderava uma prova há quase dois anos, desde que Jenson Button venceu o GP da Hungria de 2006. Aliás, foi a primeira vez que Rubens liderou uma prova guiando um carro da equipe nipônica.

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Orelhuda


O Edu Holz andou fuçando pela Internet e encontrou imagens da nova versão das orelhas de coelho que a Honda testou em Paul Ricard, agora com asas nas laterais.

A Honda está começando a bater a BMW em número de asinhas e aletas. A diferença é que o carro dos alemães anda.

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Homenagem a Barrichello


De muito bom gosto a homenagem preparada pela Honda para comemorar os 257 GPs de Rubens Barrichello na Turquia. A equipe colocou um selo comemorativo à marca, com o número 2 fazendo alusão ao capacete do piloto brasileiro.

Bela iniciativa.

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Barrichello na Indy


Rubens Barrichello confimou, em entrevista à SpeedTV, que recebeu convite da equipe Andretti Green para disputar a temporada 2009 da Fórmula Indy.

Andretti Green que usa motores Honda. Honda, que é a atual equipe de Barrichello na F1. Equipe que já andou testando algumas vezes com Marco Andretti, atual piloto da… Andretti Green.

Alguém mais ouviu o alto-falante anunciar: “Entra Marco Andretti, sai Rubens Barrichello”?

A propósito: a foto que ilustra o post não é uma montagem. Trata-se de Tony Kanaan, nas 500 Milhas de Indianápolis de 2006, com o casco de Rubens Barrichello. Na F1, Rubens fez o mesmo, disputando o GP de Mônaco com o capacete de Tony.

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Calotas


Sem comentários.
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Literalmente verde


De fato, a Honda anda exagerando com essa coisa de ecologia. Não bastasse fazer um carro com antenas verdes, assemelhando-se a um gafanhoto, agora eles fantasiam os membros da equipe com uma roupa de vaga-lume.
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Carro-coisa

Vi agora uma foto da Honda no blog do Rafael Lopes e tive um insight…

Com essas antenas verdes, esse carro não parece um gafanhoto?

Estou mudando de opinião, acho que conseguiram fazer um carro ainda mais feio que o do ano passado. Tomara que, pelo menos, ande melhor. Os resultados dos testes de inverno parecem indicar que não, mas o Ico apresentou uma boa justificativa. Se for realmente isso, boas notícias para Button e Barrichello.

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Button e Barrichello NÃO mudam de capacete


Pois é, parece uma inversão de valores e contraria tudo aquilo que a gente aprende na faculdade sobre o que é e o que não é notícia. Mas dadas as constantes mudanças de desenho no capacete a que os pilotos vêm se submetendo, alguns por vontade própria e outros por força de patrocinadores, surge uma improvável novidade: Jenson Button e Rubens Barrichello não mudam de casco em 2008.

Ponto para eles e ponto para a Honda que, aliás, fez um macacão retrô. Bacana.

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Honda lança nova pintura


Em cerimônia oficial hoje pela manhã (horário do Brasil), a Honda lançou a pintura do RA108, modelo para a disputa da temporada 2008. Agora com base branca, conforme Rubens Barrichello já tinha antecipado, o desenho ganha detalhes em vermelho, em alusão às cores do Japão.

Ficou mais bonito que o do ano passado, mas não provocou o mesmo impacto. E o que vai ter de narrador confundindo com a BMW, não tá no mapa.

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Nova Honda na pista


Rubens Barrichello foi o encarregado de conduzir o novo Honda RA108 em suas primeiras voltas pelo circuito de Valência, ainda com a pintura provisória, no melhor estilo ambulância. Pelas imagens, nota-se um carro com linhas bem diferentes de seu fracassado antecessor, o que já se poderia imaginar.

Mas o que surpreende são os diversos ângulos quase que retos e a impressão de “quadradão” que o modelo passa. A nova Honda destoa bastante dos carros das demais equipes, que ano a ano evoluem na direção de modelos mais cheios de curvas. Será que os japoneses descobriram algo de diferente ou usaram Lego na construção?


Na imagem acima, uma comparação do RA108 (à direita) com o carro do ano passado (à esquerda). As diferenças são bem perceptíveis, principalmente no bico, nitidamente mais alto.

A Honda lança o modelo oficialmente e divulga sua nova pintura na terça-feira da semana que vem, dia 29.

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Do Baú: Pintura Provisória da BAR


A equipe British American Racing, atual Honda, nasceu no final da década de 1990, da compra da falida Tyrrell. Nos primeiros testes do time, em fins de 1998, Ricardo Zonta e Jacques Villeneuve foram à pista com uma pintura provisória, antes do lançamento oficial da nova equipe.

Em tons de cinza, azul, preto e amarelo, foi o carro mais bonito que a BAR produziu em sua curta trajetória na Fórmula 1.

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Pintura da Honda vai mudar


Durante entrevista no programa Arena Sportv de ontem, Rubens Barrichello adiantou ao público como deverá ser a nova pintura do carro da Honda para 2008. Nas palavras do brasileiro:

“O carro vai ter um pouco da Terra, mas será com muito mais branco.”

Certamente não será tão alvo quanto o carro que a equipe está usando na pré-temporada (imagem acima). Mas uma pintura com predomínio de branco passa a remeter aos históricos carros japoneses. Pode até ser que não ande nada, mas um retorno às origens já é um bom sinal.

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Saudades dos slicks?


E aí está Jenson Button, andando em Jerez com pneus slick. Se vai facilitar as ultrapassagens, não sei. Acho que sim. Mas pelo menos um ganho já se tem: os carros ficam muito mais bonitos assim.

Que venha logo 2009!

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Misturando as estações

O Alex Grün enviou essa ótima. As relações entre Honda e Super Aguri são tão promíscuas que não se sabe mais onde começa uma e onde termina a outra.

Andreas Zuber andou de Honda ontem em Montmeló. Ou melhor… era para ter sido de Honda. Mas veja a plaquinha de box dele.


Foto do site Motorsport.com .
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Soichiro Honda – 100 anos

Texto produzido em 2006

Nascido em Shizuoka, no Japão, em 17 de novembro de 1906, Soichiro Honda foi o fundador de um dos maiores impérios industriais de seu país, a Honda Motor Company. A mesma Honda que se tornou um dos nomes mais importantes da história da Fórmula 1. Talvez ainda não como construtora, mas com certeza como a mais eficiente fabricante de motores que já passou pela categoria.


Aos 82 anos, Soichiro comemora com Senna o título de 1988.

A Honda teve 4 distintas passagens pela Fórmula 1: como equipe e construtora, entre 1964 e 1968; como fornecedora de motores, de 1983 a 1992 e de 2000 a 2005; e depois novamente como construtora, a partir de 2006.

Primeiros anos

A primeira aventura da Honda na F1 durou pouco tempo. A equipe participou dos campeonatos de 1964 a 1968, conquistando duas vitórias em 35 participações. Firmava-se como uma das principais construtoras da F1 na época, tendo inclusive em seus cockpits o campeão mundial John Surtees, mas o acidente fatal de Jo Schlesser, a bordo de um dos carros da equipe, no GP da França de 1968, mudou os planos dos japoneses. Abalados com o ocorrido, eles decidiram abandonar a categoria ao final daquela temporada.


Richie Ginther no México, 1965: primeira vitória dos japoneses.

A era de ouro

No começo dos anos 80, encantada com as oportunidades oferecidas pela revolução tecnológica dos turbos, a Honda decidiu reingressar à F1. Mas dessa vez, exclusivamente como fornecedora de motores.

O retorno aconteceu através de uma equipe pequena, a Spirit, em 1983. Mas apenas 6 corridas depois da reestréia, os motores japoneses já impulsionavam a Williams, a última das principais equipes da F1 a aderir à onda turbo. A Williams chegou tarde, mas escolheu a parceira certa: a esta altura, os motores Honda já eram considerados os mais potentes da categoria. E os resultados, logicamente, não tardaram a aparecer. Keke Rosberg venceu o GP de Dallas de 1984, a Williams venceu mais quatro corridas no ano seguinte e o que se viu a partir daí foi um domínio até então desconhecido na história da Fórmula 1.


Johansson guia a Spirit-Honda de 1983.

A dedicação e a disciplina dos japoneses revolucionaram a Fórmula 1. Nos anos 80, quem queria vencer, passou a imitar a Honda. Entre 1986 e 1988, os motores turbo do seu Soichiro venceram 35 das 48 corridas disputadas, conquistaram dois títulos mundiais de pilotos – Piquet em 1987 e Senna no ano seguinte – e três de construtores, com a Williams em 1986 e 1987 e com a McLaren em 1988. O ano de 1988 com a McLaren, aliás, foi um caso à parte. Foram 15 vitórias em 16 provas, num desempenho arrebatador.


Senna e Prost fazem dobradinha em 1988, o ano em que a F1 virou Fórmula Honda

A partir do ano seguinte, a F1 aboliu os turbos e deu lugar à uma nova era de motores aspirados. A supremacia da Honda, entretanto, não acabou. Os japoneses conquistaram, com a McLaren, mais três títulos consecutivos de pilotos e construtores, até decidirem se retirar novamente da categoria ao final de 1992.

O saldo destas 10 temporadas como fornecedora de motores foi impressionante: 69 vitórias, 5 títulos mundiais de pilotos, 6 de construtores e a reputação de ter sido a montadora que revolucionou a Fórmula 1. Se a Renault passou a dominar a categoria nos anos seguintes, foi porque seguiu o modelo de trabalho da Honda.

O retorno

Impulsionada pelo ingresso de seus principais concorrentes à Fórmula 1, a Honda decidiu voltar à categoria em 2000. Chegou a ter planos de uma equipe própria, mas a morte de Harvey Posthletwaite, engenheiro responsável pelo projeto, alterou o curso da história. Os japoneses decidiram apenas fornecer motores para a equipe BAR, mas a parceria não foi de muito sucesso. Apesar de um bom campeonato em 2004, com 11 pódios e uma pole position, os resultados durante todo o período – incluindo aí dois anos de fornecimento de motores também à equipe Jordan – ficaram muito aquém daqueles dos anos 80. Assim, durante o campeonato de 2005, os japoneses decidiram retomar o projeto de equipe própria e compraram a BAR, formando novamente um time 100% Honda, como nos anos 60.


Button conquista a 1ª vitória da equipe Honda depois de 40 anos

Disputando novamente um campeonato como Honda, em 2006, os resultados tornaram a aparecer. Jenson Button venceu o GP da Hungria e deu aos japoneses, quase 40 anos depois, uma nova vitória na Fórmula 1.


Senna presta homenagem em Hungaroring

Soichiro Honda, no entanto, não estava mais vivo para ouvir novamente o hino japonês no pódio da Fórmula 1. Ele faleceu em 5 de agosto de 1991, aos 84 anos, com problemas no fígado. Uma semana após sua morte, Ayrton Senna prestou-lhe uma respeitosa homenagem, ao vencer o GP da Hungria e subir ao pódio com uma tarja preta em seu braço esquerdo.

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Modelos Honda na F1 moderna


Spirit-Honda 201C (1983)
Pilotos: Stefan Johansson
Vitórias: 0


Williams-Honda FW09 (1983)
Pilotos: Keke Rosberg e Jacques Laffite
Vitórias: 0


Williams-Honda FW09B (1984)
Pilotos: Keke Rosberg e Jacques Laffite
Vitórias: 1


Williams-Honda FW10 (1985)
Pilotos: Nigel Mansell e Keke Rosberg
Vitórias: 4


Williams-Honda FW11 (1986)
Pilotos: Nigel Mansell e Nelson Piquet
Vitórias: 9


Williams-Honda FW11B (1987)
Pilotos: Nigel Mansell, Nelson Piquet e Riccardo Patrese
Vitórias: 9


Lotus-Honda 99T (1987)
Pilotos: Ayrton Senna e Satoru Nakajima
Vitórias: 2


Lotus-Honda 100T (1988)
Pilotos: Nelson Piquet e Satoru Nakajima
Vitórias: 0


McLaren-Honda MP4/4 (1988)
Pilotos: Alain Prost e Ayrton Senna
Vitórias: 15


McLaren-Honda MP4/5 (1989)
Pilotos: Alain Prost e Ayrton Senna
Vitórias: 10


McLaren-Honda MP4/5B (1990)
Pilotos: Ayrton Senna e Gerhard Berger
Vitórias: 6


McLaren-Honda MP4/6 (1991)
Pilotos: Ayrton Senna e Gerhard Berger
Vitórias: 8


Tyrrell-Honda 020 (1991)
Pilotos: Satoru Nakajima e Stefano Modena
Vitórias: 0


McLaren-Honda MP4/7 (1992)
Pilotos: Ayrton Senna e Gerhard Berger
Vitórias: 5


BAR-Honda 002 (2000)
Pilotos: Jacques Villeneuve e Ricardo Zonta
Vitórias: 0


BAR-Honda 003 (2001)
Pilotos: Jacques Villeneuve e Olivier Panis
Vitórias: 0


Jordan-Honda EJ11 (2001)
Pilotos: Heinz-Harald Frentzen, Jarno Trulli, Ricardo Zonta e Jean Alesi
Vitórias: 0


BAR-Honda 004 (2002)
Pilotos: Jacques Villeneuve e Olivier Panis
Vitórias: 0


Jordan-Honda EJ12 (2002)
Pilotos: Giancarlo Fisichella e Takuma Sato
Vitórias: 0


BAR-Honda 005 (2003)
Pilotos: Jacques Villeneuve, Jenson Button e Takuma Sato
Vitórias: 0


BAR-Honda 006 (2004)
Pilotos: Jenson Button e Takuma Sato
Vitórias: 0


BAR-Honda 007 (2005)
Pilotos: Jenson Button, Takuma Sato e Anthony Davidson
Vitórias: 0


Honda RA106 (2006)
Pilotos: Jenson Button e Rubens Barrichello
Vitórias: 1


Honda RA107 (2007)
Pilotos: Jenson Button e Rubens Barrichello
Vitórias: 0

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Primeiras imagens da F1 2008

Mal terminada a temporada de 2007, a pré-temporada 2008 já está começando. A partir de amanhã, as equipes da Fórmula 1 iniciam os trabalhos em Montmeló, visando o próximo campeonato. E algumas novidades já puderam ser vistas no pit lane:



A nova carenagem da Force India, provisória. Já em vermelho, branco e dourado e com patrocínio da Kingfisher, companhia aérea do patrão.


E a Honda toda de branco. É simpatia ou o fim da pintura ecológica?

Imagens do site F1 Today.

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Elucubrações capellísticas

Estava eu aqui pensando, a respeito do iminente anúncio de Ross Brawn na Honda. Os japoneses têm um histórico vencedor na F1. Estão mordidos por terem retornado há quase 10 anos e não terem conquistado nada, bem diferente da revolução que provocaram na categoria nos anos 80. O ano de 2007 foi um fiasco de proporções gigantescas. O time está ferido, humilhado e quer voltar a vencer.

Me parece que a Honda resolveu partir para o tudo ou nada. E deverá ter os próximos dois ou três anos para isso. Assim, abriu a carteira e decidiu gastar. Está trazendo Ross Brawn da Ferrari, a peso de ouro. E Fernando Alonso, o melhor piloto do mercado, está disponível. Você percebe aonde quero chegar?

Ainda não me sinto confortável com a idéia do bicampeão assinar com a Red Bull. O time do seu Mateschitz é arejado demais para um piloto obsessivo como ele. Alonso quer ganhar, quer trabalhar duro, quer dar o troco na McLaren. Aceitaria ele passar um ano mais envolto em ações de marketing do que no trabalho em pista?

As negociações com a Renault, ao que parece, melaram. O espanhol já está livre há mais de uma semana e ainda não assinou com os franceses. As denúncias de espionagem e as sanções que podem ser aplicadas à equipe na reunião do Conselho Mundial, no mês que vem, esfriaram o acerto. Com Williams e Toyota fora da jogada, a impressão que tenho é de que as conversas com a Red Bull são uma cortina de fumaça para despistar e encobrir algum acerto maior. Pode ser a BMW, que confirmou Heidfeld e Kubica e parece acima de qualquer suspeita. E pode ser a Honda, que em nenhum momento foi cogitada como destino de Alonso. Característica perfeita para uma negociação bombástica. Como bem convém a um bicampeão do mundo desempregado.

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Ross Brawn na Honda


O jornal inglês Daily Telegraph informa em sua edição de hoje que nesta segunda-feira a Honda anuncia Ross Brawn como novo chefe de equipe. Nick Fry permanece no seu cargo de diretor executivo.

Se a Honda pretende se redimir do fiasco de 2007 no ano que vem, a contratação de Brawn é gol de placa. Diretor Técnico da Ferrari na era Schumacher, o inglês é reconhecido como o mestre das estratégias da Fórmula 1. Ninguém compreendeu tão bem como ele a dinâmica que a volta dos reabastecimentos trouxe à categoria em 1994 e foi participante ativo em todos os títulos conquistados por Michael Schumacher, primeiro na Benetton e depois na Ferrari.

Agora, a pergunta que não quer calar: teria Rubens Barrichello ficado feliz com a contratação?

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Da série: charges proféticas

Em 21 de março de 2006, sacaneei:

Torcida da Super Aguri festeja futuro piloto


Em 30 de outubro de 2007, a notícia: Honda pode repassar Barrichello para a Aguri .

Pobre Barrichello. Como diria o Capitão Nascimento: “Pede pra sair!!”.

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