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Ivan Capelli não é um ex-piloto de Fórmula 1, embora o nome sugira isso. É um jornalista não-praticante gaúcho que adora dar pitaco em diversos assuntos, principalmente automobilismo. Escreve sobre Fórmula 1 na Internet desde 1998, tendo sido um dos primeiros a fazer isso no Brasil. Desde 2003 colabora com o site Grande Prêmio. Já escreveu também para o site GP Total e foi o responsável pela tradução do GP Guide, Bíblia da F1, para o português brasileiro. Fundou e assina matérias para a Revista Warm Up. Também quebra galhos como ilustrador picareta. Mas faz tudo isso por gosto pelas corridas, já que sua atividade principal é como gestor em uma empresa de Tecnologia da Informação. No fim das contas, não sabe nada de nada, mas parece que engana muito bem. SIGA NO TWITTER ASSINE O RSSContato
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Arquivo da tag: Honda
Orelhuda

O Edu Holz andou fuçando pela Internet e encontrou imagens da nova versão das orelhas de coelho que a Honda testou em Paul Ricard, agora com asas nas laterais.
A Honda está começando a bater a BMW em número de asinhas e aletas. A diferença é que o carro dos alemães anda.
Tags: Honda
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Literalmente verde

De fato, a Honda anda exagerando com essa coisa de ecologia. Não bastasse fazer um carro com antenas verdes, assemelhando-se a um gafanhoto, agora eles fantasiam os membros da equipe com uma roupa de vaga-lume.
Tags: GP da Austrália, Honda
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Honda lança nova pintura

Em cerimônia oficial hoje pela manhã (horário do Brasil), a Honda lançou a pintura do RA108, modelo para a disputa da temporada 2008. Agora com base branca, conforme Rubens Barrichello já tinha antecipado, o desenho ganha detalhes em vermelho, em alusão às cores do Japão.
Ficou mais bonito que o do ano passado, mas não provocou o mesmo impacto. E o que vai ter de narrador confundindo com a BMW, não tá no mapa.
Tags: Honda
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Saudades dos slicks?

E aí está Jenson Button, andando em Jerez com pneus slick. Se vai facilitar as ultrapassagens, não sei. Acho que sim. Mas pelo menos um ganho já se tem: os carros ficam muito mais bonitos assim.
Que venha logo 2009!
Tags: Bridgestone, Honda, Jenson Button, Treinos
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Misturando as estações
O Alex Grün enviou essa ótima. As relações entre Honda e Super Aguri são tão promíscuas que não se sabe mais onde começa uma e onde termina a outra.
Andreas Zuber andou de Honda ontem em Montmeló. Ou melhor… era para ter sido de Honda. Mas veja a plaquinha de box dele.

Foto do site Motorsport.com .
Tags: Andreas Zuber, Honda, Super Aguri, Treinos
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Soichiro Honda – 100 anos
Texto produzido em 2006
Nascido em Shizuoka, no Japão, em 17 de novembro de 1906, Soichiro Honda foi o fundador de um dos maiores impérios industriais de seu país, a Honda Motor Company. A mesma Honda que se tornou um dos nomes mais importantes da história da Fórmula 1. Talvez ainda não como construtora, mas com certeza como a mais eficiente fabricante de motores que já passou pela categoria.

Aos 82 anos, Soichiro comemora com Senna o título de 1988.
A Honda teve 4 distintas passagens pela Fórmula 1: como equipe e construtora, entre 1964 e 1968; como fornecedora de motores, de 1983 a 1992 e de 2000 a 2005; e depois novamente como construtora, a partir de 2006.
Primeiros anos
A primeira aventura da Honda na F1 durou pouco tempo. A equipe participou dos campeonatos de 1964 a 1968, conquistando duas vitórias em 35 participações. Firmava-se como uma das principais construtoras da F1 na época, tendo inclusive em seus cockpits o campeão mundial John Surtees, mas o acidente fatal de Jo Schlesser, a bordo de um dos carros da equipe, no GP da França de 1968, mudou os planos dos japoneses. Abalados com o ocorrido, eles decidiram abandonar a categoria ao final daquela temporada.
Richie Ginther no México, 1965: primeira vitória dos japoneses.
A era de ouro
No começo dos anos 80, encantada com as oportunidades oferecidas pela revolução tecnológica dos turbos, a Honda decidiu reingressar à F1. Mas dessa vez, exclusivamente como fornecedora de motores.
O retorno aconteceu através de uma equipe pequena, a Spirit, em 1983. Mas apenas 6 corridas depois da reestréia, os motores japoneses já impulsionavam a Williams, a última das principais equipes da F1 a aderir à onda turbo. A Williams chegou tarde, mas escolheu a parceira certa: a esta altura, os motores Honda já eram considerados os mais potentes da categoria. E os resultados, logicamente, não tardaram a aparecer. Keke Rosberg venceu o GP de Dallas de 1984, a Williams venceu mais quatro corridas no ano seguinte e o que se viu a partir daí foi um domínio até então desconhecido na história da Fórmula 1.
Johansson guia a Spirit-Honda de 1983.
A dedicação e a disciplina dos japoneses revolucionaram a Fórmula 1. Nos anos 80, quem queria vencer, passou a imitar a Honda. Entre 1986 e 1988, os motores turbo do seu Soichiro venceram 35 das 48 corridas disputadas, conquistaram dois títulos mundiais de pilotos – Piquet em 1987 e Senna no ano seguinte – e três de construtores, com a Williams em 1986 e 1987 e com a McLaren em 1988. O ano de 1988 com a McLaren, aliás, foi um caso à parte. Foram 15 vitórias em 16 provas, num desempenho arrebatador.
Senna e Prost fazem dobradinha em 1988, o ano em que a F1 virou Fórmula Honda
A partir do ano seguinte, a F1 aboliu os turbos e deu lugar à uma nova era de motores aspirados. A supremacia da Honda, entretanto, não acabou. Os japoneses conquistaram, com a McLaren, mais três títulos consecutivos de pilotos e construtores, até decidirem se retirar novamente da categoria ao final de 1992.
O saldo destas 10 temporadas como fornecedora de motores foi impressionante: 69 vitórias, 5 títulos mundiais de pilotos, 6 de construtores e a reputação de ter sido a montadora que revolucionou a Fórmula 1. Se a Renault passou a dominar a categoria nos anos seguintes, foi porque seguiu o modelo de trabalho da Honda.
O retorno
Impulsionada pelo ingresso de seus principais concorrentes à Fórmula 1, a Honda decidiu voltar à categoria em 2000. Chegou a ter planos de uma equipe própria, mas a morte de Harvey Posthletwaite, engenheiro responsável pelo projeto, alterou o curso da história. Os japoneses decidiram apenas fornecer motores para a equipe BAR, mas a parceria não foi de muito sucesso. Apesar de um bom campeonato em 2004, com 11 pódios e uma pole position, os resultados durante todo o período – incluindo aí dois anos de fornecimento de motores também à equipe Jordan – ficaram muito aquém daqueles dos anos 80. Assim, durante o campeonato de 2005, os japoneses decidiram retomar o projeto de equipe própria e compraram a BAR, formando novamente um time 100% Honda, como nos anos 60.
Button conquista a 1ª vitória da equipe Honda depois de 40 anos
Disputando novamente um campeonato como Honda, em 2006, os resultados tornaram a aparecer. Jenson Button venceu o GP da Hungria e deu aos japoneses, quase 40 anos depois, uma nova vitória na Fórmula 1.
Senna presta homenagem em Hungaroring
Soichiro Honda, no entanto, não estava mais vivo para ouvir novamente o hino japonês no pódio da Fórmula 1. Ele faleceu em 5 de agosto de 1991, aos 84 anos, com problemas no fígado. Uma semana após sua morte, Ayrton Senna prestou-lhe uma respeitosa homenagem, ao vencer o GP da Hungria e subir ao pódio com uma tarja preta em seu braço esquerdo.
Tags: Honda
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Modelos Honda na F1 moderna

Spirit-Honda 201C (1983)
Pilotos: Stefan Johansson
Vitórias: 0

Williams-Honda FW09 (1983)
Pilotos: Keke Rosberg e Jacques Laffite
Vitórias: 0

Williams-Honda FW09B (1984)
Pilotos: Keke Rosberg e Jacques Laffite
Vitórias: 1

Williams-Honda FW10 (1985)
Pilotos: Nigel Mansell e Keke Rosberg
Vitórias: 4

Williams-Honda FW11 (1986)
Pilotos: Nigel Mansell e Nelson Piquet
Vitórias: 9

Williams-Honda FW11B (1987)
Pilotos: Nigel Mansell, Nelson Piquet e Riccardo Patrese
Vitórias: 9

Lotus-Honda 99T (1987)
Pilotos: Ayrton Senna e Satoru Nakajima
Vitórias: 2

Lotus-Honda 100T (1988)
Pilotos: Nelson Piquet e Satoru Nakajima
Vitórias: 0

McLaren-Honda MP4/4 (1988)
Pilotos: Alain Prost e Ayrton Senna
Vitórias: 15

McLaren-Honda MP4/5 (1989)
Pilotos: Alain Prost e Ayrton Senna
Vitórias: 10

McLaren-Honda MP4/5B (1990)
Pilotos: Ayrton Senna e Gerhard Berger
Vitórias: 6

McLaren-Honda MP4/6 (1991)
Pilotos: Ayrton Senna e Gerhard Berger
Vitórias: 8

Tyrrell-Honda 020 (1991)
Pilotos: Satoru Nakajima e Stefano Modena
Vitórias: 0

McLaren-Honda MP4/7 (1992)
Pilotos: Ayrton Senna e Gerhard Berger
Vitórias: 5

BAR-Honda 002 (2000)
Pilotos: Jacques Villeneuve e Ricardo Zonta
Vitórias: 0

BAR-Honda 003 (2001)
Pilotos: Jacques Villeneuve e Olivier Panis
Vitórias: 0

Jordan-Honda EJ11 (2001)
Pilotos: Heinz-Harald Frentzen, Jarno Trulli, Ricardo Zonta e Jean Alesi
Vitórias: 0

BAR-Honda 004 (2002)
Pilotos: Jacques Villeneuve e Olivier Panis
Vitórias: 0

Jordan-Honda EJ12 (2002)
Pilotos: Giancarlo Fisichella e Takuma Sato
Vitórias: 0

BAR-Honda 005 (2003)
Pilotos: Jacques Villeneuve, Jenson Button e Takuma Sato
Vitórias: 0

BAR-Honda 006 (2004)
Pilotos: Jenson Button e Takuma Sato
Vitórias: 0

BAR-Honda 007 (2005)
Pilotos: Jenson Button, Takuma Sato e Anthony Davidson
Vitórias: 0

Honda RA106 (2006)
Pilotos: Jenson Button e Rubens Barrichello
Vitórias: 1

Honda RA107 (2007)
Pilotos: Jenson Button e Rubens Barrichello
Vitórias: 0
Tags: Honda
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Primeiras imagens da F1 2008
Mal terminada a temporada de 2007, a pré-temporada 2008 já está começando. A partir de amanhã, as equipes da Fórmula 1 iniciam os trabalhos em Montmeló, visando o próximo campeonato. E algumas novidades já puderam ser vistas no pit lane:


A nova carenagem da Force India, provisória. Já em vermelho, branco e dourado e com patrocínio da Kingfisher, companhia aérea do patrão.

E a Honda toda de branco. É simpatia ou o fim da pintura ecológica?
Imagens do site F1 Today.
Tags: Force India, Honda, Treinos
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Elucubrações capellísticas
Estava eu aqui pensando, a respeito do iminente anúncio de Ross Brawn na Honda. Os japoneses têm um histórico vencedor na F1. Estão mordidos por terem retornado há quase 10 anos e não terem conquistado nada, bem diferente da revolução que provocaram na categoria nos anos 80. O ano de 2007 foi um fiasco de proporções gigantescas. O time está ferido, humilhado e quer voltar a vencer.
Me parece que a Honda resolveu partir para o tudo ou nada. E deverá ter os próximos dois ou três anos para isso. Assim, abriu a carteira e decidiu gastar. Está trazendo Ross Brawn da Ferrari, a peso de ouro. E Fernando Alonso, o melhor piloto do mercado, está disponível. Você percebe aonde quero chegar?
Ainda não me sinto confortável com a idéia do bicampeão assinar com a Red Bull. O time do seu Mateschitz é arejado demais para um piloto obsessivo como ele. Alonso quer ganhar, quer trabalhar duro, quer dar o troco na McLaren. Aceitaria ele passar um ano mais envolto em ações de marketing do que no trabalho em pista?
As negociações com a Renault, ao que parece, melaram. O espanhol já está livre há mais de uma semana e ainda não assinou com os franceses. As denúncias de espionagem e as sanções que podem ser aplicadas à equipe na reunião do Conselho Mundial, no mês que vem, esfriaram o acerto. Com Williams e Toyota fora da jogada, a impressão que tenho é de que as conversas com a Red Bull são uma cortina de fumaça para despistar e encobrir algum acerto maior. Pode ser a BMW, que confirmou Heidfeld e Kubica e parece acima de qualquer suspeita. E pode ser a Honda, que em nenhum momento foi cogitada como destino de Alonso. Característica perfeita para uma negociação bombástica. Como bem convém a um bicampeão do mundo desempregado.
Tags: Honda, Ross Brawn
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Ross Brawn na Honda

O jornal inglês Daily Telegraph informa em sua edição de hoje que nesta segunda-feira a Honda anuncia Ross Brawn como novo chefe de equipe. Nick Fry permanece no seu cargo de diretor executivo.
Se a Honda pretende se redimir do fiasco de 2007 no ano que vem, a contratação de Brawn é gol de placa. Diretor Técnico da Ferrari na era Schumacher, o inglês é reconhecido como o mestre das estratégias da Fórmula 1. Ninguém compreendeu tão bem como ele a dinâmica que a volta dos reabastecimentos trouxe à categoria em 1994 e foi participante ativo em todos os títulos conquistados por Michael Schumacher, primeiro na Benetton e depois na Ferrari.
Agora, a pergunta que não quer calar: teria Rubens Barrichello ficado feliz com a contratação?
Tags: Honda, Ross Brawn
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