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Ivan Capelli não é um ex-piloto de Fórmula 1, embora o nome sugira isso. É um jornalista não-praticante gaúcho que adora dar pitaco em diversos assuntos, principalmente automobilismo. Escreve sobre Fórmula 1 na Internet desde 1998, tendo sido um dos primeiros a fazer isso no Brasil. Desde 2003 colabora com o site Grande Prêmio. Já escreveu também para o site GP Total e foi o responsável pela tradução do GP Guide, Bíblia da F1, para o português brasileiro. Fundou e assina matérias para a Revista Warm Up. Também quebra galhos como ilustrador picareta. Mas faz tudo isso por gosto pelas corridas, já que sua atividade principal é como gestor em uma empresa de Tecnologia da Informação. No fim das contas, não sabe nada de nada, mas parece que engana muito bem. SIGA NO TWITTER ASSINE O RSSContato
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Arquivo da tag: Jim Clark
Button iguala Clark e Schumacher

Foto: Divulgação/Brawn GP
Jenson Button ainda não é campeão, mas já vem colecionando feitos dignos dos maiores deles. Hoje, em Istambul, igualou recordes históricos do bicampeão Jim Clark e do hepta Michael Schumacher. Com seis vitórias nas sete primeiras corridas, o piloto da Brawn repetiu Clark em 1965 e Schumacher em 1994 e 2004. Vale lembrar que, em todas estas situações, os pilotos levaram o título ao final das temporadas.
Porém, os outros campeões tiveram feitos ainda maiores. Clark só não pôde vencer sete das sete em 1965 porque abdicou de disputar o GP de Mônaco daquela temporada para cruzar o Atlântico e vencer as 500 Milhas de Indianápolis. Assim, ele disputou só seis das primeiras etapas. E venceu todas. Já Michael Schumacher foi ainda além em 2004: venceu 12 das 13 primeiras. Será que Button chega lá? A julgar pela grande fase, eu não duvidaria.
Pergunte ao Capelli: Vitórias em todos os continentes

Arte: Reprodução/vmapas.com
Capelli, minha pergunta é a seguinte: existe algum piloto na Fórmula 1 que venceu em todos os continentes (América, Europa, Ásia, África e Oceania)? Não precisa ser necessariamente na mesma temporada. – Márcio Luís Duarte
Márcio, a pergunta é muito interessante. Considerando apenas as provas válidas pelo Mundial de Fórmula 1, não existe nenhum piloto que tenha vencido nos cinco continentes.
Como provas nas Américas e na Europa são mais comuns, todos os grandes vencedores possuem conquistas nestes dois continentes. Porém, os outros três é que acabam fazendo a diferença. Alain Prost e Nigel Mansell, por exemplo, nunca conseguiram vencer um GP na Ásia. Em seus respectivos períodos de atividade, apenas o Japão fazia parte do calendário, etapa na qual nunca conseguiram lograr sucesso. Niki Lauda, por sua vez, ficou devendo a Oceania, nunca tendo conquistado um GP da Austrália. Vale considerar que ele pôde disputar apenas um, justamente sua corrida de despedida da Fórmula 1, em 1985.
Jim Clark, que venceu na América, Europa e África, ficou devendo no continente asiático, onde não aconteciam corridas na época. Ele até venceu várias na Oceania pela Tasman Series, um espetacular campeonato de pré-temporada que ocorreu na Austrália e na Nova Zelândia entre 1964 e 1967.
Três dos maiores nomes da história da Fórmula 1 possuem a mesma brecha no currículo. Ayrton Senna, Michael Schumacher e Nelson Piquet nunca conseguiram vencer no continente africano, embora tenham reinado em todos os demais. Piquet disputou seis GPs na África do Sul, Senna quatro e Schumacher apenas dois. Sem vitórias para nenhum deles.
Para os pilotos atuais, atingir tal meta é impossível. Embora hoje o calendário esteja repleto de corridas na Ásia (Japão, China, Bahrein, Cingapura, Turquia e Abu Dhabi), já há 16 anos a África não é mais visitada pela Fórmula 1.
Na decisão por vitórias, 12 títulos trocariam de mãos

Foto: Divulgação/Honda
Nos 59 campeonatos já disputados até hoje na Fórmula 1, 12 deles teriam campeões mundiais diferentes caso o critério de vitórias tivesse sido sempre utilizado para definir o dono da coroa.
Algumas reparações históricas teriam acontecido, como um merecido título mundial para Stirling Moss. Em compensação, Nelson Piquet teria apenas um campeonato em toda a carreira, enquanto Jody Scheckter e Keke Rosberg seriam excluídos do hall de campeões do mundo. Ayrton Senna teria sido tetracampeão, assim como Jim Clark. Nigel Mansell, quem diria, seria tricampeão, e Felipe Massa teria conquistado o título em Interlagos no ano passado.
Curioso observar que a grande maioria das trocas de campeões aconteceria no período entre 1977 e 1989, auge da regra dos descartes na Fórmula 1.
Confira abaixo como ficaria cada campeonato, desde 1950.
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Kimi junta-se a Schumacher

A vitória de Kimi Raikkonen hoje em Spa o colocou ao lado de gênios do automobilismo. Ele e Michael Schumacher conseguiram vencer por três vezes consecutivas no charmoso circuito belga. E está agora a apenas uma vitória de igualar o recorde de vitórias seguidas em Spa, que pertence a Ayrton Senna e Jim Clark.
O brasileiro e o escocês venceram quatro consecutivas, em 1962-1965 e 1988-1991, respectivamente. Schumacher ganhou três, como Kimi, entre 1995 e 1997. Na pista, porém, o alemão havia vencido também a edição de 1994, mas foi desclassificado por causa do desgaste excessivo da prancha de madeira sob seu carro.
No geral, Schumacher é o maior vencedor em Spa, com seis primeiros lugares. Senna venceu cinco e Clark, quatro. Kimi juntou-se hoje a Damon Hill e Juan Manuel Fangio, com três vitórias no traçado mais desafiador da Fórmula 1.
Galeria: 8 de janeiro no automobilismo

1968 – Primeiro carro patrocinado da história
Jim Clark disputa o GP da Nova Zelândia, válido pela Tasman Series, com seu Lotus 49 pintado com as cores do cigarro Gold Leaf. Desde então, o automobilismo nunca mais seria o mesmo.
Tags: Jim Clark, Lotus
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