<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Blog do Capelli &#187; Nelson Piquet</title>
	<atom:link href="http://blogdocapelli.warmup.com.br/tag/nelson-piquet/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://blogdocapelli.warmup.com.br</link>
	<description>Automobilismo, Fórmula 1 e mais um monte de patacoadas</description>
	<lastBuildDate>Wed, 08 Feb 2012 11:34:38 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.3.1</generator>
		<item>
		<title>Quando todos saíram perdendo</title>
		<link>http://blogdocapelli.warmup.com.br/2011/02/quando-todos-sairam-perdendo/</link>
		<comments>http://blogdocapelli.warmup.com.br/2011/02/quando-todos-sairam-perdendo/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 23 Feb 2011 16:23:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator></dc:creator>
				<category><![CDATA[Análises]]></category>
		<category><![CDATA[Automobilismo]]></category>
		<category><![CDATA[África do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[Apartheid]]></category>
		<category><![CDATA[Ayrton Senna]]></category>
		<category><![CDATA[Benjamin Moloise]]></category>
		<category><![CDATA[GP da África do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[Nelson Mandela]]></category>
		<category><![CDATA[Nelson Piquet]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.blogdocapelli.com.br/?p=4681</guid>
		<description><![CDATA[Admito que me surpreendi com o cancelamento do GP do Bahrein de Fórmula 1. Ainda que todos os motivos mais sensatos do mundo apontassem para a não-realização da prova barenita, é sabido que negócios nem sempre combinam com sensatez. Ainda &#8230; <a href="http://blogdocapelli.warmup.com.br/2011/02/quando-todos-sairam-perdendo/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://blogdocapelli.warmup.com.br/2011/02/quando-todos-sairam-perdendo/' addthis:title='Quando todos saíram perdendo '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_button_google_plusone" g:plusone:size="medium"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.blogdocapelli.com.br/wp-content/uploads/2011/02/20110323apartheid.jpg" alt="" title="Quando todos saíram perdendo" width="600" height="284"/></p>
<p>Admito que me surpreendi com o cancelamento do GP do Bahrein de Fórmula 1. Ainda que todos os motivos mais sensatos do mundo apontassem para a não-realização da prova barenita, é sabido que negócios nem sempre combinam com sensatez. Ainda mais quando ingredientes políticos estão no recheio. Há pouco mais de 25 anos, na África do Sul, foi exatamente assim. A Fórmula 1 não deveria ter sequer colocado os pés no país naquele outubro de 1985. Mas não só o fez, como realizou uma corrida, contrariando apelos de todo o mundo.</p>
<p>A África do Sul vivia um dos momentos mais sangrentos do Apartheid, regime repressor que segregava a maioria negra da população. Repudiado pela comunidade internacional, o país sofria boicotes políticos e embargos comerciais da ONU. Os embargos também atingiam o campo esportivo. Ainda nos anos 70, a FIFA baniu a África do Sul de competições de futebol, o COI proibiu o país de disputar os Jogos Olímpicos e mesmo o rúgbi e o críquete, esportes mais populares do país, também não podiam mais participar de competições internacionais. Mas, ainda assim, a Fórmula 1 continuava realizando sua corrida por lá, anualmente.</p>
<p>Normalmente programada para o começo do calendário, em 1985 foi diferente. A corrida foi agendada para outubro, como penúltima etapa do campeonato. E sofreu uma infeliz coincidência. Para a sexta-feira, véspera do GP, estava marcada a execução de Benjamin Moloise, poeta militante do Congresso Nacional Africano, partido tornado clandestino cujo presidente de honra era Nelson Mandela. O regime do Apartheid condenava e executava mais de 60 negros por ano no país, todos acusados de crimes políticos. Moloise era um deles. Apelos vinham de todas as partes. A comunidade internacional fez esforços para evitar a execução do condenado, algo similar ao ocorrido ano passado com Sakineh Ashtiani, condenada à morte no Irã. Mas tudo em vão.</p>
<p>O local previsto para a execução era a prisão central de Pretória, distante pouco mais de 20km do autódromo de Kyalami. O que reforçava a ideia de que a Fórmula 1, além de não dever correr na África do Sul, estava no lugar errado e na hora errada. A Finlândia fez apelos para que Keke Rosberg não disputasse a prova. O governo italiano pediu que suas equipes e pilotos boicotassem a corrida. A RAI, TV estatal da Itália, cancelou a transmissão pela televisão. A França fez o mesmo apelo e foi a única nação parcialmente atendida. As equipes Renault e Ligier não viajaram ao país, mas os pilotos franceses foram para Kyalami normalmente. Alain Prost chegou a prometer que, em protesto, não subiria ao pódio, o que acabou não cumprindo.</p>
<p>No Brasil, as pressões também foram imensas. Dois meses antes, em agosto, o presidente José Sarney havia assinado um decreto proibindo a todos os cidadãos brasileiros o intercâmbio esportivo, artístico e cultural com a África do Sul. Como brasileiros, Ayrton Senna e Nelson Piquet não poderiam participar da corrida e teriam seus vistos de saída negados caso embarcassem do Brasil. Como estavam na Europa, viajaram sem problemas para Kyalami, ainda que tenham recebido uma carta da Comissão de Relações Exteriores da Câmara dos Deputados pedindo a &#8220;deserção&#8221;. O Ministério das Relações Exteriores enviou telegrama à CBA solicitando interferência junto à FIA para a não-realização da corrida. O ministro da época, Olavo Setúbal, fez um pedido pessoal a Jean-Marie Balestre. E foi  ignorado.</p>
<p>Como também ignoraram os pedidos os pilotos brasileiros. Senna disse: &#8220;Não tem problema. Faço o meu trabalho, que é pilotar um carro para uma equipe inglesa&#8221;. Piquet deu ainda mais de ombros: &#8220;Essa história de que fui pressionado é invenção de um jornalista&#8221;. E Emerson Fittipaldi, que já estava na Indy, deu sua opinião à Folha de São Paulo: &#8220;Está muito certo [o acontecimento da corrida]. Esporte e política são coisas diferentes&#8221;.</p>
<p>E assim, enquanto Moloise era executado e a África do Sul entrava em convulsão social, com negros agredindo brancos nas ruas, quebrando vidraças, brigando e tomando tiros da polícia e colocando fogo em barricadas, a Fórmula 1, superficial, alienada e indiferente, ligava seus motores. Mas as pressões surtiram algum efeito, ainda que tardio. A FIA aderiu ao boicote ao país e só voltou a levar a Fórmula 1 novamente para lá em 1992, com o fim do Apartheid e dos embargos, dois anos após a libertação de Mandela, que seria eleito presidente em 1994.</p>
<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://blogdocapelli.warmup.com.br/2011/02/quando-todos-sairam-perdendo/' addthis:title='Quando todos saíram perdendo '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_button_google_plusone" g:plusone:size="medium"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blogdocapelli.warmup.com.br/2011/02/quando-todos-sairam-perdendo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>29</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Bem-vinda, Pirelli!</title>
		<link>http://blogdocapelli.warmup.com.br/2010/11/bem-vinda-pirelli/</link>
		<comments>http://blogdocapelli.warmup.com.br/2010/11/bem-vinda-pirelli/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 22 Nov 2010 15:27:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator></dc:creator>
				<category><![CDATA[Análises]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[Ayrton Senna]]></category>
		<category><![CDATA[Benetton]]></category>
		<category><![CDATA[Gerhard Berger]]></category>
		<category><![CDATA[Jean Alesi]]></category>
		<category><![CDATA[McLaren]]></category>
		<category><![CDATA[Nelson Piquet]]></category>
		<category><![CDATA[Pirelli]]></category>
		<category><![CDATA[Roberto Moreno]]></category>
		<category><![CDATA[Tyrrell]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.blogdocapelli.com.br/?p=4485</guid>
		<description><![CDATA[Depois de 20 anos, a marca italiana de pneus está de volta à Fórmula 1. <a href="http://blogdocapelli.warmup.com.br/2010/11/bem-vinda-pirelli/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://blogdocapelli.warmup.com.br/2010/11/bem-vinda-pirelli/' addthis:title='Bem-vinda, Pirelli! '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_button_google_plusone" g:plusone:size="medium"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="/wp-content/uploads/2010/11/20101122pirelli.jpg"></p>
<p>Na semana que passou, as equipes de Fórmula 1 ficaram em Abu Dhabi para iniciar os testes de pneus visando a temporada 2010. A grande novidade é a troca do fornecedor de pneus: depois de 13 anos, sai de cena a Bridgestone para dar lugar à italiana Pirelli.</p>
<p>Não há como negar que ver um carro de F1 com pneus Pirelli traz à tona um certo saudosismo. O retorno da marca deve ser saudado, ainda que não aconteça da forma como se gostaria. Competição entre diferentes marcas é sempre mais divertido e traz uma variável a mais às corridas. Mas dessa vez não será assim: a Pirelli fornecerá pneus para todos os times, o que de certa forma impedirá que brote uma simpatia parecida com a dos anos 80.</p>
<p>Simpatia porque, durante sua participação entre 1984 e 1991, os pneus Pirelli eram adotados pelas equipes menores e, por causa de algumas zebras, ficaram conhecidos como &#8220;os que duravam mais&#8221;. Não que tal durabilidade fosse uma verdade absoluta, mas a fama se fez coerente durante o GP do México de 1986, quando a surpreendente Benetton de Gerhard Berger ganhou a corrida, dando um banho nos pneus Goodyear, que calçavam as principais equipes. O susto causado pela vitória de Berger foi tamanho que, para a decisão do título na Austrália, a concorrente resolveu ceder às equipes compostos ainda não suficientemente testados. O fiasco foi grande, Keke Rosberg e Nigel Mansell tiveram pneus estourados em plena corrida e o título caiu no colo de Alain Prost. Que, por sinal, já tinha sofrido um furo num pneu logo no começo da prova. Indiretamente, a Pirelli decidiu aquele campeonato.</p>
<p>Outro grande momento da Pirelli aconteceu no GP dos Estados Unidos de 1990, quando seus compostos se acertaram melhor ao circuito de rua de Phoenix, na abertura da temporada. O saldo disso foi um grid de largada completamente maluco, com uma Minardi na primeira fila, uma Dallara na segunda e &#8211; pasme &#8211; uma Osella na oitava colocação. Na corrida, o show ficou por conta de outra equipe calçada com Pirellis: a Tyrrell. Jean Alesi, que fazia apenas sua nona corrida de Fórmula 1, assumiu a ponta na largada e travou um duelo espetacular com Ayrton Senna no decorrer da prova. A bordo da poderosa McLaren, Senna acabou levando a vitória, mas Alesi chegou num brilhante e comemorado segundo lugar.</p>
<p>As poucas glórias da Pirelli neste seu segundo período na Fórmula 1 &#8211; o primeiro, nos anos 50, foi mais relevante, recheado de vitórias e títulos &#8211; estão, também, diretamente associadas ao Brasil. Das três vitórias conquistadas, duas foram de Nelson Piquet. A primeira, no GP da França de 1985. Por sinal, a última vez que uma Brabham chegou em primeiro. E, no GP do Canadá de 1991, a derradeira conquista de Piquet na F1. Nessa temporada, inclusive, a equipe Benetton tinha uma dupla de pilotos brasileira: Piquet e Moreno. Tal fato levou a Pirelli a fazer um belo comercial, comemorando o momento histórico.</p>
<p><center><object width="560" height="336"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/ixfSkS8Al1A?fs=1&amp;hl=pt_BR"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/ixfSkS8Al1A?fs=1&amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="560" height="336"></embed></object></center></p>
<p>Ao final daquela temporada, no entanto, os italianos deixaram a Fórmula 1. Mas, com os giros desse mundo no espaço sem fim &#8211; como diz a canção de Jimmy Fontana que ilustra a propaganda -, estão de volta 20 anos depois. O que, vindo de quem tem a sensibilidade de fazer um anúncio desses, é uma boa notícia.</p>
<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://blogdocapelli.warmup.com.br/2010/11/bem-vinda-pirelli/' addthis:title='Bem-vinda, Pirelli! '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_button_google_plusone" g:plusone:size="medium"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blogdocapelli.warmup.com.br/2010/11/bem-vinda-pirelli/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>53</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>25 anos de GP da Austrália &#8211; parte 2</title>
		<link>http://blogdocapelli.warmup.com.br/2010/03/25-anos-de-gp-da-australia-parte-2/</link>
		<comments>http://blogdocapelli.warmup.com.br/2010/03/25-anos-de-gp-da-australia-parte-2/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 24 Mar 2010 04:19:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator></dc:creator>
				<category><![CDATA[Automobilismo]]></category>
		<category><![CDATA[Box]]></category>
		<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Adelaide]]></category>
		<category><![CDATA[Alain Prost]]></category>
		<category><![CDATA[Damon Hill]]></category>
		<category><![CDATA[GP da Austrália]]></category>
		<category><![CDATA[Michael Schumacher]]></category>
		<category><![CDATA[Nelson Piquet]]></category>
		<category><![CDATA[Nigel Mansell]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.blogdocapelli.com.br/?p=4324</guid>
		<description><![CDATA[Dois pilotos saíram da Adelaide como campeões: Alain Prost e Michael Schumacher. Mas as circunstâncias foram bem diferentes. <a href="http://blogdocapelli.warmup.com.br/2010/03/25-anos-de-gp-da-australia-parte-2/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://blogdocapelli.warmup.com.br/2010/03/25-anos-de-gp-da-australia-parte-2/' addthis:title='25 anos de GP da Austrália &#8211; parte 2 '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_button_google_plusone" g:plusone:size="medium"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se na maioria das vezes as corridas em Adelaide foram de certa forma uma celebração de fim de temporada, em duas ocasiões a situação foi um tanto diferente. O GP da Austrália decidiu dois títulos mundiais, em 1986 e 1994. Ambas decisões foram históricas, cada uma à sua maneira. Se em 1986 Alain Prost foi o campeão-azarão numa prova marcada por muitas alternativas e suspense até as voltas finais, em 1994 a corrida australiana foi marcada pela infâmia, com Michael Schumacher forçando um acidente com Damon Hill.</p>
<p><strong>Três no páreo e decisão surpreendente</strong></p>
<p>Nigel Mansell, Nelson Piquet e Alain Prost desembarcaram na Austrália com ambições de fechar o ano com um título mundial. O inglês era o franco favorito. Bastava um terceiro lugar, independentemente de qualquer outro resultado, para ser campeão. E, ainda que não fosse ao pódio, levaria o título da mesma forma, caso o vencedor não fosse nem Prost nem Piquet. O brasileiro, companheiro de Mansell na Williams, precisava da vitória a todo custo. E Prost, ainda que em segundo lugar no campeonato, era o menos cotado, já que sua McLaren-TAG Porsche não era páreo para as duas Williams-Honda.</p>
<p>Na classificação, já se pôde ter uma noção da vantagem da Williams. Mansell e Piquet formaram a primeira fila, virando tempos na casa de 1min18s. Prost foi quarto, mais de um segundo atrás. Seu companheiro, Keke Rosberg, foi apenas sétimo, a dois segundos das Williams. A situação não era nada favorável à McLaren. E justamente por isso, a equipe decidiu por uma estratégia ousada.</p>
<p>Rosberg foi escolhido como &#8220;coelho&#8221;. Não venceria, mas largaria mais leve e dispararia na frente de forma a forçar Piquet e Mansell a desgastarem seus equipamentos. Tudo começou conforme o script, com o finlandês ultrapassando todo mundo &#8211; é bom lembrar que era uma época em que ultrapassagens eram eventos normais &#8211; e assumindo a ponta. Piquet e Mansell começaram a forçar e o brasileiro foi o primeiro a se complicar, travando os freios e rodando. Caiu do segundo para o quarto lugar.</p>
<p>Mas, por um instante, pareceu que a estratégia do time de Ron Dennis fracassara. Alain Prost teve um pneu furado e foi obrigado a parar nos boxes. Despencou para a quarta posição e suas chances de título pareciam terminadas. Mas justamente o pneu furado foi seu grande aliado.</p>
<p>Aqui cabe um parêntese. Duas semanas antes, no México, a Goodyear protagonizou um fiasco ao ver suas equipes obrigadas a duas paradas para trocas de pneus por seus compostos não aguentarem as ondulações do circuito Hermanos Rodriguez. Gerhard Berger, com uma Benetton &#8211; equipe estreante &#8211; calçada com pneus mais resistentes da concorrente Pirelli, conseguiu uma vitória surpreendente. Fecha parêntese.</p>
<p>Preocupada com o fracasso no México, a Goodyear prometeu novos compostos para o GP da Austrália que, em sua avaliação, seriam resistentes o suficiente para garantir uma corrida inteira sem trocas. Como ninguém iria parar, Prost estava, de fato, ferrado. Mas não foi bem assim.</p>
<p>Cerca de trinta voltas depois, já no terço final de corrida, o coelho Rosberg encostou e abandonou. Em um primeiro momento, imaginava-se pane seca, já que o finlandês vinha num ritmo alucinante a corrida toda. Mas não: o motivo fora um pneu furado. Dados os problemas de pneus nas duas McLaren, era de se esperar que os compostos da Goodyear não fossem assim tão resistantes. Mas, mesmo assim, a Williams confiou na palavra do fornecedor e não mandou nem Piquet nem Mansell pararem. Erro fatal.</p>
<p><div id="attachment_4328" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.blogdocapelli.com.br/wp-content/uploads/2010/03/20100324prost.jpg" rel="lightbox[4324]" title="Prost comemora o bi logo após cruzar a linha (Foto: Tony Feder/Allsport)"><img src="http://www.blogdocapelli.com.br/wp-content/uploads/2010/03/20100324prost-300x185.jpg" alt="Prost comemora o bi logo após cruzar a linha (Foto: Tony Feder/Allsport)" title="Prost comemora o bi logo após cruzar a linha (Foto: Tony Feder/Allsport)" width="300" height="185" class="size-medium wp-image-4328" /></a><p class="wp-caption-text">Prost comemora o bi logo após cruzar a linha <br />(Foto: Tony Feder/Allsport)</p></div>O inglês, que vinha em segundo lugar e tinha o título nas mãos, viu seu pneu traseiro esquerdo explodir em plena reta, a 300km/h. Felizmente, conseguiu controlar o carro e evitou um grave acidente, mas o título já estava perdido. Com o abandono de Mansell, Piquet passou a liderar a prova, com Prost em segundo. Porém, preocupada com o estado dos pneus do brasileiro, considerando que ele já havia travado rodas e rodado, a equipe o orientou a parar nos boxes para uma troca. Assim, a menos de 20 voltas para o fim, Prost assumiu a liderança rumo a seu segundo título mundial.</p>
<p>Piquet ainda reduziu a diferença, mas já era tarde. Nem mesmo um problema no medidor de combustível, que a duas voltas do fim passou a sinalizar que não havia mais gasolina no tanque, tirou o título de Prost. O francês não reduziu o ritmo e preferiu correr o risco de uma pane seca. Saiu de Adelaide campeão. Desceu do carro logo depois de cruzar a linha de chegada, saltando de alegria. Um grande momento.</p>
<p><strong>Triste fim de uma temporada infame</strong></p>
<p>Já em 1994, a situação foi completamente diferente. A temporada foi marcada por uma série trágica de acidentes, sendo que dois produziram vítimas fatais: Ayrton Senna e Roland Ratzenberger. O campeonato apresentou uma liderança folgada de Michael Schummacher, que ganhou seis das sete primeiras corridas. Porém, uma série de desavenças entre a FIA e a equipe Benetton, acusada de utilizar dispositivos ilegais em seus carros. As acusações nunca ficaram provadas, mas mesmo assim a FIA fez &#8220;justiça com as próprias mãos&#8221; ao desclassificar Schumacher de duas corridas e proibi-lo de disputar outras duas. O alemão até mereceu a desclassificação no GP da Inglaterra, mas o restante das punições pareceram um tanto exageradas. Era uma tentativa atrapalhada de salvar um campeonato manchado por mortes, trapaças e controvérsias.</p>
<p>Com tapetão, a decisão do título acabou ficando para a última corrida. Michael Schumacher chegou à Austrália líder, mas apenas um ponto à frente de Damon Hill, da Williams. Assim, quem chegasse à frente nas primeiras posições seria o campeão, num briga direta, homem a homem.</p>
<p>A pole position ficou com Nigel Mansell, que substituía Senna na Williams, com Schumacher em segundo e Hill em terceiro. Depois de dois anos na Indy, o Leão havia se acostumado com largadas lançadas e não partiu bem quando surgiu o sinal verde. Caiu para quinto, deixando a briga na ponta para os dois postulantes ao título. Schumacher saltou na frente, com Hill em segundo. </p>
<p><div id="attachment_4329" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://www.blogdocapelli.com.br/wp-content/uploads/2010/03/20100324schumacher.jpg" rel="lightbox[4324]" title="Schumacher joga seu carro sobre Hill para ser campeão (Foto: Reprodução/Adrivo.com)"><img src="http://www.blogdocapelli.com.br/wp-content/uploads/2010/03/20100324schumacher-300x180.jpg" alt="Schumacher joga seu carro sobre Hill para ser campeão (Foto: Reprodução/Adrivo.com)" title="Schumacher joga seu carro sobre Hill para ser campeão (Foto: Reprodução/Adrivo.com)" width="300" height="180" class="size-medium wp-image-4329" /></a><p class="wp-caption-text">Schumacher joga seu carro sobre Hill para ser campeão <br />(Foto: Reprodução/Adrivo.com)</p></div>Embora não tenha havido uma tentativa de ultrapassagem, Hill vinha marcando Schumacher de perto. Até o pit stop fizeram juntos, era mesmo uma marcação homem a homem. Quando começaram a negociar ultrapassagens com retardatários, o alemão conseguiu abrir alguma vantagem. Porém, errou na 35ª de 81 voltas. Deixou sua Benetton escapar, bateu com a roda dianteira numa mureta de proteção e voltou à pista atordoado. Damon Hill, que viu Schumacher voltando à pista depois de uma escapada, achou que aquela era a sua grande chance e colocou por dentro para ultrapassar. Ao ver que não teria como segurar o inglês, Schumacher apelou. Jogou sua Benetton sobre o carro de Hill, forçando o abandono de ambos.</p>
<p>Foi um título constrangido, o primeiro da carreira vitoriosa de Schumacher, e talvez o que mais prejudicou sua imagem. A canalhice que fez foi aprendida na cartilha de seus professores, Alain Prost e Ayrton Senna. Mas o problema é que na época Michael era apenas um talentoso piloto buscando provar que poderia ser campeão. Senna e Prost foram sujos quando já gozavam da fama de super-heróis, um momento no qual barbaridades são vistas com certa condescendência. Schumacher não tinha um passado que o absolvesse, mas o futuro se encarregou de lhe fazer justiça.</p>
<p>Amanhã, a parte final do especial, com os GPs disputados no Albert Park.</p>
<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://blogdocapelli.warmup.com.br/2010/03/25-anos-de-gp-da-australia-parte-2/' addthis:title='25 anos de GP da Austrália &#8211; parte 2 '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_button_google_plusone" g:plusone:size="medium"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blogdocapelli.warmup.com.br/2010/03/25-anos-de-gp-da-australia-parte-2/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>81</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>25 anos de GP da Austrália &#8211; parte 1</title>
		<link>http://blogdocapelli.warmup.com.br/2010/03/25-anos-de-gp-da-australia-parte-1/</link>
		<comments>http://blogdocapelli.warmup.com.br/2010/03/25-anos-de-gp-da-australia-parte-1/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 23 Mar 2010 02:55:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator></dc:creator>
				<category><![CDATA[Box]]></category>
		<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Alain Prost]]></category>
		<category><![CDATA[Ayrton Senna]]></category>
		<category><![CDATA[Gerhard Berger]]></category>
		<category><![CDATA[GP da Austrália]]></category>
		<category><![CDATA[Michael Schumacher]]></category>
		<category><![CDATA[Nelson Piquet]]></category>
		<category><![CDATA[Nigel Mansell]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.blogdocapelli.com.br/?p=4317</guid>
		<description><![CDATA[Especial capellesco sobre a corrida australiana começa com algumas histórias das provas festivas em Adelaide. <a href="http://blogdocapelli.warmup.com.br/2010/03/25-anos-de-gp-da-australia-parte-1/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://blogdocapelli.warmup.com.br/2010/03/25-anos-de-gp-da-australia-parte-1/' addthis:title='25 anos de GP da Austrália &#8211; parte 1 '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_button_google_plusone" g:plusone:size="medium"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A história dos Grandes Prêmios da Austrália válidos pelo Mundial de Fórmula 1 começa há exatos 25 anos. Não que antes nunca tenha havido corridas na terra dos aborígenes, mas o fato é que as provas de F1 lá realizadas anteriormente aconteceram como corridas extra-oficiais, sendo algumas delas válidas pela Tasman Series. Mas isso já dá outro post.</p>
<p>A Austrália entrou pra valer no mapa da categoria a partir de 1985, quando o circuito urbano de Adelaide passou a sediar a corrida, sempre a última da temporada. Lá aconteceram 11 Grandes Prêmios até 1995, quando as características da prova australiana mudaram por completo. Passou do final para o começo do calendário e trocou as ruas de Adelaide pelo traçado dentro de um parque em Melbourne.</p>
<p>A série de três posts que se inicia hoje conta diferentes momentos do GP oceânico. O primeiro, fala de algumas divertidas corridas &#8211; quase que recreativas -, que marcaram o encerramento de várias temporadas. Amanhã, o post será sobre as duas decisões de título que lá aconteceram, em 1986 e 1994. E na quarta-feira, um pouco da história mais recente, com algumas corridas já disputadas no Albert Park.</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p><strong>Tempo de confraternização</strong></p>
<p>Cidade litorânea ao sul da Austrália, Adelaide quase sempre sediou corridas mais relaxadas, uma espécie de confraternização de fim de ano. Não por acaso: todos os GPs lá disputados encerraram as temporadas, sendo que nove dos onze aconteceram já com o título do campeonato definido. Assim, as equipes e pilotos dirigiam-se à Oceania para quase que celebrar o ano que passou e engatar um início de férias num lugar agradável à beira-mar.</p>
<p>O clima festivo proporcionou corridas bastante diferentes. Para se ter uma ideia, Ayrton Senna correu no sacrifício em 1988, logo após ser campeão no Japão, por ter machucado o pulso jogando futebol na véspera do GP. Algo impensável durante a tensão normal de uma temporada.</p>
<p>São situações como essas que ajudam a explicar como, em nove corridas que ocorreram nessas condições, apenas uma vez o campeão da temporada venceu. Foi em 1991, quando Senna ganhou a mais curta corrida da história da Fórmula 1, que durou apenas 14 voltas. O temporal foi tamanho que a prova foi interrompida logo cedo e os pontos, contados pela metade.</p>
<p>Na prova de estreia, em 1985, Keke Rosberg deu show e conquistou sua última vitória na F1. Mas o show mesmo foi de Ayrton Senna, que fez uma espécie de corrida circense. Saltou por sobre zebras, perdeu o aerofólio dianteiro de sua Lotus e deu até um passeio por baixo das arquibancadas temporárias. Depois de castigar tanto seu carro, abandonou com problemas mecânicos, como era de se esperar. </p>
<p><div id="attachment_4319" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.blogdocapelli.com.br/wp-content/uploads/2010/03/20100322berger.jpg" rel="lightbox[4317]" title="Berger bate de propósito em Arnoux. (Foto: Reprodução/Forix)"><img src="http://www.blogdocapelli.com.br/wp-content/uploads/2010/03/20100322berger-300x222.jpg" alt="Berger bate de propósito em Arnoux. (Foto: Reprodução/Forix)" title="Berger bate de propósito em Arnoux. (Foto: Reprodução/Forix)" width="300" height="222" class="size-medium wp-image-4319" /></a><p class="wp-caption-text">Berger bate de propósito em Arnoux. <br />(Foto: Reprodução/Forix)</p></div>Três anos depois, um outro abandono, mas premeditado. Gerhard Berger sabia que sua Ferrari não tinha a menor chance na corrida. O motor consumia muito combustível e, à época, o reabastecimento era proibido. Para chegar ao final, precisaria andar lentamente. Como a corrida já não valia mais nada mesmo, resolveu dar show. Saiu com pouca gasolina e foi para o ataque. Ultrapassou as imbatíveis McLaren de Senna e Prost e disparou na ponta. Até que encontrou o retardatário René Arnoux. Viu ali a chance de um grand-finale: jogou seu carro por dentro e forçou uma batida com o francês. Como o piloto da Ligier era maluco e fechava todo mundo mesmo, ninguém desconfiou que tivesse sido um acidente premeditado. E Berger saiu de Adelaide como o herói do dia. E Arnoux, coitado, foi o retardatário vilão da vez.</p>
<p><strong>Climão nos bastidores e corrida espetacular</strong></p>
<p>Mas poucos GPs da Austrália foram mais empolgantes do que a edição de 1990, que entrou para a história como a 500ª corrida da história da F1. Senna e Prost brigaram pelo título até o GP do Japão, que encerrou a disputa com o infame acidente entre ambos na largada. Na Austrália, duas semanas depois, o clima ainda era péssimo. O brasileiro discutiu rispidamente com o tricampeão Jackie Stewart durante uma entrevista, com o escocês batendo firme na questão da falta de desportividade demonstrada em Suzuka. Prost, furioso, negou-se a posar para uma foto comemorativa ao lado dos campeões mundiais vivos lá reunidos, só para não ficar perto de Senna.</p>
<p>Na pista, no entanto, não houve faíscas entre eles. Ayrton largou na pole, disparou na frente e não tomou conhecimento de Prost na prova. Rumava para uma vitória até tranqüila, até que sofreu um problema de freios, bateu na barreira de pneus e abandonou. Nigel Mansell, com a Ferrari, assumiu a liderança e parecia vencer com tranqüilidade, até ser surpreendido pela zebra Nelson Piquet. Sua Benetton, ainda que tivesse vencido no Japão, não era o carro mais competitivo e dificilmente ganharia uma corrida com McLarens e Ferraris na pista. Mas Piquet elaborou uma estratégia de não trocar pneus e surpreendeu o piloto inglês. Manteve-se à frente com dificuldade, enquanto Mansell vinha rápido com pneus novos. Na última volta, o Leão tentou o bote por dentro na curva mais fechada do circuito, a poucos metros do final. Sem medo, Piquet fechou a porta e, por milímetros, os dois não se chocaram. Vitória do brasileiro, na chegada mais emocionante de todos os GPs da Austrália.</p>
<p><div id="attachment_4320" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://www.blogdocapelli.com.br/wp-content/uploads/2010/03/20100322podio.jpg" rel="lightbox[4317]" title="Senna e Prost fazem as pazes. (Foto: Reprodução/Adrivo.com)"><img src="http://www.blogdocapelli.com.br/wp-content/uploads/2010/03/20100322podio-300x152.jpg" alt="Senna e Prost fazem as pazes. (Foto: Reprodução/Adrivo.com)" title="Senna e Prost fazem as pazes. (Foto: Reprodução/Adrivo.com)" width="300" height="152" class="size-medium wp-image-4320" /></a><p class="wp-caption-text">Senna e Prost fazem as pazes. <br />(Foto: Reprodução/Adrivo.com)</p></div><strong>A reconciliação de dois grandes nomes</strong></p>
<p>Se por um lado a corrida de 1990 viu o auge da inimizade entre Senna e Prost, três anos depois Adelaide foi palco da reconciliação dos dois campeões. O francês se despedia da Fórmula 1, enquanto que o brasileiro dava adeus à McLaren. Numa prova histórica, a vitória foi de Senna, com Prost em segundo. Na garagem, depois de anos de frieza e inimizade, Ayrton estendeu a mão a Alain e ambos trocaram um cordial cumprimento. No pódio, Senna ergueu algumas vezes o braço de Prost, campeão daquela temporada, como que num reconhecimento público da importância que o francês teve em sua carreira e na história da categoria. Foi a última vitória de Senna e o capítulo final de um dos maiores – e mais controversos – duelos da história da F1.</p>
<p>Mas em 1989, por exemplo, a corrida foi tensa. Logo após o polêmico GP do Japão, o qual Senna venceu mas foi desclassificado depois de um acidente com Prost, o título já estava decidido em favor do francês. Porém, Senna e a McLaren aguardavam julgamento de um recurso e esperavam vencer em Adelaide para que o título trocasse de mãos no tapetão. No dia da corrida, um temporal desabou sobre o circuito, deixando a pista absolutamente sem condições. Enquanto a maioria dos pilotos se organizava para evitar a largada, Ayrton Senna era um dos poucos que permanecia no cockpit aguardando a volta de apresentação. A direção de prova autorizou o início das atividades assim mesmo, com vários pilotos percorrendo o grid a pé. A largada, com nem todo mundo alinhado ainda – vários carros ainda estavam em volta de apresentação -, foi uma zona. Tanto que, logo depois, foi anulada. Alain Prost, que havia largado da primeira vez, recolheu-se aos boxes na primeira passagem e não voltou para a segunda partida. Senna largou de novo, manteve-se na ponta mas acabou abandonando depois de um acidente com Martin Brundle. O brasileiro não viu a Brabham do inglês por causa da forte chuva e acertou-lhe em plena reta. Foi o fim do sonho do título, ainda que pelas vias judiciais. A vitória foi do correto Thierry Boutsen, com a Williams. Sua segunda vitória na carreira, a segunda sob forte chuva.</p>
<p><strong>Adelaide se despede com corrida maluca</strong></p>
<p>A despedida de Adelaide aconteceu em 1995. Melbourne passaria a sediar o GP da Austrália a partir do ano seguinte e a corrida aconteceu sob um clima esquisito. Mika Hakkinen sofrera um acidente nos treinos de sexta-feira e estava em coma no hospital. Michael Schumacher, já bicampeão, despedia-se da Benetton e sofreu um acidente com Jean Alesi, que o substituiria na equipe italiana. David Coulthard, que liderava a prova, bateu na mureta dos boxes quando faria seu primeiro pit stop. Praticamente todo mundo foi abandonando e o caminho ficou livre para Damon Hill, que ganhou com duas voltas de vantagem para o segundo colocado, o francês Olivier Panis, que disputou as últimas voltas com o motor Mugen-Honda de sua Ligier soltando fumaça para todo lado. O pódio foi completado por Gianni Morbidelli com a Arrows, ele que só voltou a correr porque o dinheiro de seu substituto, Max Papis, tinha terminado. Foi uma despedida bastante inusitada para um dos circuitos mais divertidos da Fórmula 1.</p>
<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://blogdocapelli.warmup.com.br/2010/03/25-anos-de-gp-da-australia-parte-1/' addthis:title='25 anos de GP da Austrália &#8211; parte 1 '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_button_google_plusone" g:plusone:size="medium"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blogdocapelli.warmup.com.br/2010/03/25-anos-de-gp-da-australia-parte-1/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>44</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Pergunte ao Capelli: 5ª Edição</title>
		<link>http://blogdocapelli.warmup.com.br/2010/02/pergunte-ao-capelli-5%c2%aa-edicao/</link>
		<comments>http://blogdocapelli.warmup.com.br/2010/02/pergunte-ao-capelli-5%c2%aa-edicao/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 05 Feb 2010 11:29:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator></dc:creator>
				<category><![CDATA[Box]]></category>
		<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[Pergunte ao Capelli]]></category>
		<category><![CDATA[Alain Prost]]></category>
		<category><![CDATA[Ayrton Senna]]></category>
		<category><![CDATA[Ferrari]]></category>
		<category><![CDATA[Mercedes]]></category>
		<category><![CDATA[Michael Schumacher]]></category>
		<category><![CDATA[Nelson Piquet]]></category>
		<category><![CDATA[Nigel Mansell]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.blogdocapelli.com.br/?p=4150</guid>
		<description><![CDATA[Zebras históricas, corridas chatas, Ferraris de outras cores, pilotos feios e mais um monte de abobrinhas. <a href="http://blogdocapelli.warmup.com.br/2010/02/pergunte-ao-capelli-5%c2%aa-edicao/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://blogdocapelli.warmup.com.br/2010/02/pergunte-ao-capelli-5%c2%aa-edicao/' addthis:title='Pergunte ao Capelli: 5ª Edição '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_button_google_plusone" g:plusone:size="medium"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>P: Qual a verdadeira cor da McLaren? by trinityalfa </strong><br />
R: A cor original era laranja.</p>
<p><strong>P: Caro Capelli, já que a Bridgestone está abandonando o barco (mais por fora que cebola em salada de fruta), qual marca você &#8220;chutaria&#8221; para ocupar o posto de fornecedora de pneus? Abraços! KBESSA </strong>R: Por uma questão de memória afetiva, gostaria da volta da Goodyear.</p>
<p><strong>P: E as charges, voltam? O blog pode continuar sério, mesmo com as charges, é a alma do Blog do Capelli. </strong><br />
R: O blog não é sério não&#8230; acho que nunca foi.</p>
<p><strong>P: Foi você quem escreveu na página do ex-piloto Ivan Capelli na Wikipedia, que ele não deve ser confundido com o jornalista brasileiro homônimo dono do &#8216;Blog do Capelli&#8217;? Abraço! </strong><br />
R: Claro que não.</p>
<p><strong>P: Capelli, vc coleciona miniaturas? Sim, não, por que? </strong><br />
R: Tenho algumas, mas sempre ganhei de presente. Nunca comprei uma.</p>
<p><strong>P: Seria o Barrichello uma reedição do Reutemann, ou seja, bom piloto, com vice e vitórias no curriculo mas sem títulos ou a história dos dois são completamente diferentes? </strong><br />
R: O Barrichello me parece mais talentoso, Reutemann era um cara de personalidade forte. Se essas duas qualidades tivessem se unido em um só piloto, teria saído um grande campeão.</p>
<p><strong>P: Caro Ivan Capelli, gostaria de saber se os eventuais resultados obtidos pela Lotus anglo-malaia (pole, vitória, pontos, melhor volta, etc.) serão acrescidos às estatísticas da antiga Lotus ou serão computados como se fosse de uma nova equipe? by gustavolucenaRN </strong><br />
R: Não deveriam. Agora como os estatísticos vão fazer, não sei.</p>
<p><strong>P: Capelli, qual foi a maior zebra da Fórmula 1: Vittorio Brambilla ganhando uma corrida, o Fisichella vencendo em Interlagos ou o motor do carro do Schumacher quebrar em 2006? </strong><br />
R: O Fisichella foi uma zebra monumental. E o Panis em Mônaco/1996 também. Assim como Herbert em Nürburgring, com a Stewart.</p>
<p><strong>P: Capelli, na sua opinião, quais pilotos atuais da Indy têm braço pra F1? </strong><br />
R: Gostaria de ver o Marco Andretti lá. O Tony poderia ter ido, mas agora o tempo dele já passou.</p>
<p><strong>P: Li em algum lugar que o Senna queria correr em Indianápolis em 93. Tinha o apoio do Emmo e da Marlboro, mas Roger Penske alegou não ter &#8220;estrutura&#8221; para mais um piloto. Porém Senna fechou um acordo para a corrida de 1994. Existe algo de verdade nisso? </strong><br />
R: Não. Ele apenas fez um teste lá em 1992 como forma de pressionar Ron Dennis a renovar seu contrato do jeito que ele queria para o ano seguinte. Só isso.</p>
<p><strong>P: Caso o atual campeão de F1 mude de equipe no meio da temporada, o que acontece com o número 1? Vai junto com ele e muda toda a numeração? </strong><br />
R: Acho que nem o Bernie sabe responder essa. A rigor, deveria ir com ele.</p>
<p><strong>P: Vc sabe quantos buraquinhos pra vazar o xixi tem naqueles mictórios público ou vc fica olhando pros lados na hora? </strong><br />
R: Não vejo, porque perco muito tempo procurando meu pinto.</p>
<p><strong>P: Ivan, eu vejo nas fotos dos carros da temporada de 1984 da F1 dois mini-aerofólios de cada lado da asa traseira em absolutamente todos os modelos daquele ano. O que eram aquilo e porque só existiram naquele ano? (não existiam em 1983 e sumiram em 1985) </strong><br />
R: O efeito-solo tinha sido proibido e foi uma solução das equipes para aumentar a pressão aerodinâmica na traseira. Mas eles também foram proibidos no ano seguinte.</p>
<p><strong>P: Ivan, se não existia Safety Car antes de 1993 como funcionava a bandeira vermelha antes disso? </strong><br />
R: A corrida era dividida em duas baterias e o resultado era baseado na soma dos tempos. Isso aconteceu em provas como GP do México de 1987, GP da França de 1982, GP da França de 1992, GP de San Marino de 1989&#8230;</p>
<p><strong>P: Você tem alguma noção dos piores carros que já apareceram na história da F1 em desempenho e durabilidade ? </strong><br />
R: Teve um carro da Brabham, acho que em 1987, que quebrou em quase todas as corridas. Chegou ao fim só 2 ou 3 vezes, em 32 tentativas. Foi um horror.</p>
<p><strong>P: Por que você não volta a fazer charges? Eu era fã delas nos primórdios do blog. by estadodecirco </strong><br />
R: Porque eu acho que estava repetitivo demais. Melhor terminar num momento que deixe boas lembranças do que virar um Zorra Total, que ninguém aguenta mais.</p>
<p><div id="attachment_4154" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.blogdocapelli.com.br/wp-content/uploads/2010/02/20100205ferrari.jpg" rel="lightbox[4150]" title="Ferrari sem patrocínios e com bico preto"><img src="http://www.blogdocapelli.com.br/wp-content/uploads/2010/02/20100205ferrari-300x154.jpg" alt="Ferrari sem patrocínios e com bico preto" title="Ferrari sem patrocínios e com bico preto" width="300" height="154" class="size-medium wp-image-4154" /></a><p class="wp-caption-text">Ferrari sem patrocínios e com bico preto</p></div><strong>P: Capelli, lembro da Ferrari usando pintura preta nos carros, numa corrida de alguns anos atrás. Isso aconteceu, realmente? Teria sido nos treinos do GP dos EUA, por causa do 11 de Setembro? </strong><br />
R: Quase. Foi por causa do 11 de setembro, mas foi no GP da Itália. O carro correu sem patrocínios e com o bico pintado de preto. Quando o Papa João Paulo II morreu, eles também pintaram o bico de preto.</p>
<p><strong>P: Qual é, na sua opinião, o circuito mais chato da F1 atual? E o mais chato de todos os tempos? </strong><br />
R: Hungaroring é uma desgraça. Las Vegas era uma piada de mau gosto. E Abu Dhabi é um lixo.</p>
<p><strong>P: Indy na Marginal Tietê. Por favor, defina isso em uma palavra.</strong><br />
R: Torço para que dê certo, mas acho que vai ser uma bosta.</p>
<p><strong>P: Capelli, Por que hoje em dia na F1, com o aumento de custo as equipes não aproveitam o chassi do ano anterior? Exemplos: Williams FW11, FW11B, Mclaren MP4/2 que correu várias temporadas. (Pablo Neves -RJ) </strong><br />
R: Se alguém ficar com carro velho, vai ficar para trás. O desenvolvimento dos carros é muito grande durante uma temporada, quem dirá em duas.</p>
<p><strong>P:  Capelli, será a primeira vez em 2010 que a Ferrari correrá com os números 7 e 8? E houve anteriormente algum patrocínio de grupos financeiros estampados em seus carros? PS: A Benetton de 94 era bonita sim, mas cada um tem sua opinião neh&#8230; Abraço </strong><br />
R: Sim, primeira vez. Grupos financeiros? Sim&#8230; Moneytron na Onyx, USF&#038;G na Arrows, Citybank na Penske. Até o Itaú deu as caras na Fittipaldi.</p>
<p><strong>P: Viu q tem mensagem subliminar no carro do Rubinho em 2010? RBS = Rubens Barrichello Segundo.<br />
O q achou dessa, eu q inventei! by digao12 </strong><br />
R: Maldade.</p>
<p><strong>P: Qual o caminho pra F1 sair da chatice, e voltar a ser empolgante como nos anos 80 e 90? </strong>R: Talvez o problema não seja com a Fórmula 1, mas sim com a gente.</p>
<p><strong>P: Você já comeu frutos de hortaliças árabes adubadas com estrume de papagaios asiáticos amarelo-acinzentado? </strong><br />
R: Não, prefiro comer ceras Parquetina. As de lata são as melhores.</p>
<p><div id="attachment_4156" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.blogdocapelli.com.br/wp-content/uploads/2010/02/20100205lotusi.jpg" rel="lightbox[4150]" title="A histórica Lotus Gold Leaf"><img src="http://www.blogdocapelli.com.br/wp-content/uploads/2010/02/20100205lotusi-300x131.jpg" alt="A histórica Lotus Gold Leaf" title="A histórica Lotus Gold Leaf" width="300" height="131" class="size-medium wp-image-4156" /></a><p class="wp-caption-text">A histórica Lotus Gold Leaf</p></div><strong>P: Qual o patrocinador que marcou a história da F1, na sua opinião? A Marlboro não serve! </strong><br />
R: Gold Leaf, por ter sido o primeiro. Tá, eu sei que houve os cigarros Gunston, mas a Gold Leaf na Lotus abriu uma nova era na categoria.</p>
<p><strong>P: Capelli, por que você deixou acumular tantas perguntas? </strong><br />
R: Porque eu sou desorganizado pra cacete.</p>
<p><strong>P: Capelli, o que é esse novo capacete do Massa? Só brincadeira ou coisa séria? </strong>R: Era só um teste de modelo de capacete, por isso não tinha pintura.</p>
<p>P: Capelli, algum piloto conseguiu vencer seu último GP na F-1? Teria sido Jim Clark?<br />
R: Acho que sim. Não lembro de outro. Mike Hawthorn foi campeão em sua última corrida, mas não venceu.</p>
<p><strong>P: Olá! onde se encontra, na internet, informações ou blogs a respeito das características técnicas dos carros de F1? </strong><br />
R: Tem um site muito bom: <a href="http://www.f1technical.net" target="_blank">www.f1technical.net</a> . Eu adoraria entender mais da parte técnica e mecânica, mas não nasci para isso.</p>
<p><strong>P: Capelli em qual ano e qual foi a 1° equipe a utilizar o câmbio de 7 marchas? Se possível o motor q a equipe utilizava. </strong><br />
R: Devo estar errado como sempre, mas lembro que isso foi uma grande novidade dos motores Peugeot, na Jordan em 1995.</p>
<p><strong>P: Capelli, em qual ano a Ferrari usou um carro azul e amarelo, sem vermelho? </strong><br />
R: Foi azul e branco. Em 1964, nas corridas da América do Norte. Birra do Enzo Ferrari com os organizadores.</p>
<p><strong>P: Uma coisa eu nunca consegui entender: a FIA não é uma entidade exclusiva da F1, certo?! Então porque o pessoal fica perguntando &#8220;Cadê o Todt?&#8221; etc? O correto não seria nem ouvirmos falar dele, diferente de seu antecessor aparecidinho? </strong><br />
R: Não é exclusiva, mas dentro do braço esportivo da FIA, a F1 é a categoria mais importante. Mas concordo com você, prefiro um dirigente mais low profile.</p>
<p><strong>P: Capelli, você assistiu o GP de Fuji 2007 ao vivo? Qual foi sua reação ao ver a disputa entre Massa e Kubica? </strong><br />
R: Achei que eles iam se matar.</p>
<p><strong>P: Você já respondeu qual o mais bem-sucedido, mas qual o apêndice aerodinâmico dos carros de F1 preferido por vossa senhoria? </strong><br />
R: O dia em que eu tiver um apêndice aerodinâmico favorito, me internem.</p>
<p><strong>P: Piloto bonzinho só se f&#8230;? Para ser campeão é preciso ter uma certa dose de mau-caratismo e inimizades dos demais pilotos? </strong><br />
R: Inimizade, acho que não. Mas uma personalidade forte que beire o mau-caratismo é bem importante.</p>
<p><strong>P: Olá Capelli, gostaria de saber se o KERS será implantado 100% no grid 2010?, como li em algum, site, disseram até q por causa disso que o peso iria aumentar, mas na verdade é por causa do tanque maior. by digao12 </strong><br />
R: Ninguém vai usar o KERS em 2010.</p>
<p><strong>P: Capelli, tirando os nossos campeões mundiais, qual você acha que fez (ou está fazendo) mais bonito na F1? </strong><br />
R: Nossos? Eu não tenho nenhum. Como faz pra comprar?</p>
<p><strong>P: Acredito e muito que o retorno de Schumy teve um dedão enorme do Sr. Bernie (Berne mesmo, de doença). Basta ver a reação das vendas dos ingressos para o GP da Spa, quando Shumy foi anunciado no lugar do Massa. O q vc acha? </strong><br />
R: Com toda certeza. Não sei se Bernie foi o mentor, mas certamente ele deu todo o apoio para que acontecesse. E ele está certo, é o negócio dele.</p>
<p><strong>P: Capelli, qual temporada da F1 que você considerou memorável? E por que? </strong><br />
R: 1986, pela luta titânica entre Prost, Senna, Piquet e Mansell. 1990 também foi muito boa, apesar do fechamento infame em Suzuka. E 2008, apesar das corridas ruins, teve um desfecho hollywoodiano. Nunca vou esquecer daquele GP do Brasil.</p>
<p><strong>P: Se fosse para escolher uma temporada da F1, qual você gostaria de ter participado e em qual equipe?</strong><br />
R: Nunca tive vontade de correr. Mas se eu pudesse escolher &#8220;uma temporada para cobrir&#8221;, escolheria 1986.</p>
<p><strong>P: Por que o Senna em 1990 correu com o n° 27, sendo que ele tinha sido o 2° no campeonato anterior e o Prost no ano de 1991 também correu com o n° 27, seguindo o mesmo caso do senna? </strong><br />
R: Naquela época os números não eram definidos pelo mundial de construtores como hoje, mas sim pelo título de pilotos. E só mudava o nº 1, que passava para a equipe onde corria o piloto campeão. A equipe que perdia o 1 trocava de números com quem recebia. A McLaren em 1990 foi 27 e 28 porque estes eram os números da Ferrari em 1989. Prost foi para lá e levou o 1 e o 2 com ele. Quando Senna foi campeão, pegou o 1 de volta e devolveu o 27 para a Ferrari.</p>
<p><strong>P: Qual carcterística em um modelo de F1, muda o nome do carro; ou isso é de livre espontânea vontade? by trinityalfa </strong><br />
R: As equipes é que definem. Geralmente o nome muda quando o projeto sofre alguma alteração substancial, transformando o projeto &#8220;1&#8243; em &#8220;1B&#8221;, por exemplo. Mas não há uma &#8220;regra de versionamento&#8221; como em softwares.</p>
<p><strong>P: Capelli, no embalo de uma temporada com Kubica e Buemi eu pergunto: de cabeça, qual o piloto mais Feio que você já viu correr? (O Niki Lauda pós-incêndio-no-carro não conta) by Reitano </strong><br />
R: O Prost era um diabo também. Um amigo meu, aliás, chama o Kubica de &#8220;o Prost de Cracóvia&#8221;.</p>
<p><strong>P: Capelli, algum piloto já foi pego num escândalo por causa de drogas? tipo doping? by Reitano </strong><br />
R: Na F1, não. Mas na F3000, Thomas Enge perdeu o título de 2002 por causa de um teste positivo para maconha. Houve um caso de doping na Stock brasileira ano retrasado, mas o caso foi abafado por Vicar e CBA.</p>
<p><strong>P: Qual seria a melhor mudança para a f1: tirar a obrigação das equipes de usar pneus duros e moles, tirar os KERS dos carros da equipe, ou tirar o Galvão do cargo e narrador da globo na F1? </strong><br />
R: O Galvão já é folclore, deixa ele lá. O KERS já era. A melhor mudança seria a dos pneus, mesmo.</p>
<p><strong>P: Li dia desses em um site sobre o fato do Viola ter marcado gols em quatro décadas diferentes (80, 90, 00 e 10) e fiquei me questionando: Já teve algum piloto que conseguiu pontuar em três décadas distintitas? </strong><br />
R: Sim. Graham Hill (50-60-70), Jack Brabham (50-60-70), Riccardo Patrese (70-80-90), Jean Alesi (80-90-00).</p>
<p><a href="http://www.blogdocapelli.com.br/wp-content/uploads/2010/02/20100205williams.jpg" rel="lightbox[4150]" title="Pergunte ao Capelli: 5ª Edição"><img src="http://www.blogdocapelli.com.br/wp-content/uploads/2010/02/20100205williams-300x186.jpg" alt="O "></a><strong>P: O &#8220;S&#8221; no bico da williams é uma homenagem ao Ayrton Senna,ou ao Schumacher que deixou o Hill e Villenueve serem campeões? </strong><br />
R: É homenagem ao Fábio Seixas, que tem um nariz tão comprido quanto o dos carros.</p>
<p><strong>P: O que você tá achando da Indy em São Paulo? @Aluado83 </strong><br />
R: Quando ela chegar, eu digo. Eu duvidei até que a corrida fosse sair. Hoje, eu não acho nada.</p>
<p><strong>P: Se o carro da Indy cair no Rio Tiete, afunda, bóia ou continua correndo? </strong><br />
R: Bóia, porque a Indy anda uma merda.</p>
<p><strong>P: Capelli, você sabe o que significa o W do nome do carro da Mercedes? </strong><br />
R: Wagen. Carro, em alemão.</p>
<p><strong>P: Se o objetivo do dim do reabastecimento foi a redução de custos, qual foi o motivo de terem colocado ele em 1994? aumentar os custos? </strong><br />
R: O objetivo, na época, era adicionar mais uma variável às corridas. Hoje o custo é uma preocupação maior do que na época, embora ela também já existisse.</p>
<p><strong>P: Já que se fala tanto em redução de custos, porque banir os carros clientes? A Toro Rosso teve que aumentar o orçamento e contratar mais gente&#8230;</strong><br />
R: Boa pergunta. Deveriam liberar a compra e venda de chassis. Seria a solução para Campos e USF1 saírem do papel, por exemplo.</p>
<p><strong>P: O design do capacete do Hamilton é baseado no do Senna ? </strong><br />
R: Ele já disse que não. Disse que só se deu conta depois que lhe disseram que era parecido e ele não quis mudar porque também gostava do Senna. Mas foi coincidência.</p>
<p><strong>P: Sou meio novo e não peguei a época dos motores turbo. Como eles funcionavam? Começaram quando e com quem ? Ganharam corridas ou titulos ? Eram eficientes e quando deixaram de ser usados e pq ? </strong><br />
R: Rapidamente: a pioneira foi a Renault, em 1977. Ganharam todos os títulos de 1984 a 1988. Eram muito eficientes e foram banidos por razões de segurança e corte de custos.</p>
<p><strong>P: Qual a pior corrida que vc ja viu ? </strong><br />
R: Ultimamente tem havido corridas tenebrosas. Abu Dhabi, por exemplo, foi um lixo. Mas uma corrida ruim que me marcou foi o GP da África do Sul de 1992. Absolutamente nada aconteceu.</p>
<p><strong>P: Vettel ou Hamilton ? Prefiro o Vettel. </strong><br />
R: O Hamilton é, atualmente, um piloto mais completo. Mas acho Vettel um cara legal às pampas. Hamilton tem um falso bom-mocismo que me incomoda.</p>
<p><strong>P: O que voce acha da ESPN? </strong><br />
R: O único canal de esportes que faz jornalismo no Brasil.</p>
<p><strong>P: Sr. &#8220;Capelli&#8221;, não lhe parece temerária a contratação de um piloto como o de la Rosa em detrimento de outro que esteve correndo até recentemente, como o Fisichella? Não se estaria correndo o risco de um novo Badoer? </strong><br />
R: O De la Rosa vinha testando com alguma frequência pela McLaren, diferentemente do Badoer. E ele disputou corridas em 2006&#8230; Badoer não corria há 10 anos.</p>
<p><strong>P: Tu é feio? </strong><br />
R: Pra caralho.</p>
<p><strong>P: Fuçando por aí vi que a Renault usou três carros em 1985. Qta equipe tiveram três ou mais carros num mesmo grid e qual a última? by MarcusLins </strong><br />
R: A última foi a Renault, que fez esse experimento em 1984 e 1985, com fins promocionais. Mas várias equipes no passado inscreveram 3 carros: Lotus, McLaren, Ferrari&#8230;</p>
<p><strong>P: Capelli, Com esta nova regra de usar os pneus do Q3 na largada, tenho a seguinte pergunta: Geralmente os pilotos usavam dois jogos no Q3! Vão poder continuar usando e depois larga com o último ou terão que usar apenas um jogo no Q3? Thiago Raposo </strong><br />
R: Eu acho que só vão poder usar um jogo só. Senão o cara faz uma volta rápida e depois volta aos boxes só para colocar pneus fresquinhos.</p>
<p><strong>P: No ano passado foi postado um artigo em homenagem ao glorioso Red 5 do Mansell. Alguém comentou que ele sempre tinha um vermelho no carro quando venceu. A pergunta é: Por que o Mansell usava macacão vermelho quando o padrão da equipe era azul? Hercule </strong><br />
R: Na verdade, Piquet usava branco. Mas creio que o vermelho foi uma escolha pessoal, não havia padronização nos macacões até então.</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p>Para enviar a sua pergunta, preencha o formulário em <a href="http://www.formspring.me/ivancapelli" target="_blank">www.formspring.me/ivancapelli</a> e aguarde a resposta. Lá eu respondo quase tudo, no blog só entram algumas selecionadas.</p>
<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://blogdocapelli.warmup.com.br/2010/02/pergunte-ao-capelli-5%c2%aa-edicao/' addthis:title='Pergunte ao Capelli: 5ª Edição '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_button_google_plusone" g:plusone:size="medium"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blogdocapelli.warmup.com.br/2010/02/pergunte-ao-capelli-5%c2%aa-edicao/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>82</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Pergunte ao Capelli: 3ª edição</title>
		<link>http://blogdocapelli.warmup.com.br/2010/01/pergunte-ao-capelli-3%c2%aa-edicao/</link>
		<comments>http://blogdocapelli.warmup.com.br/2010/01/pergunte-ao-capelli-3%c2%aa-edicao/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 14 Jan 2010 16:05:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator></dc:creator>
				<category><![CDATA[Box]]></category>
		<category><![CDATA[Pergunte ao Capelli]]></category>
		<category><![CDATA[Alain Prost]]></category>
		<category><![CDATA[Bruno Senna]]></category>
		<category><![CDATA[Ferrari]]></category>
		<category><![CDATA[Nelson Piquet]]></category>
		<category><![CDATA[Nico Rosberg]]></category>
		<category><![CDATA[Nigel Mansell]]></category>
		<category><![CDATA[Vittorio Brambilla]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.blogdocapelli.com.br/?p=4014</guid>
		<description><![CDATA[Vittorio Brambilla, carros medonhos, grandes ultrapassagens, Safety Car e mais um monte de insanidades. <a href="http://blogdocapelli.warmup.com.br/2010/01/pergunte-ao-capelli-3%c2%aa-edicao/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://blogdocapelli.warmup.com.br/2010/01/pergunte-ao-capelli-3%c2%aa-edicao/' addthis:title='Pergunte ao Capelli: 3ª edição '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_button_google_plusone" g:plusone:size="medium"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>P: Vc acha q, caso Senna saísse vivo de Ímola, mesmo com 0 x 30 no placar, conseguiria tirar o título de Schumacher?</strong> by <a href="http://www.formspring.me/carloztavares" target="_blank">carloztavares</a><br />
R: Acho que sim, era começo de campeonato&#8230; seria difícil, mas não impossível.</p>
<p><strong>P: Capelli, não seria mais bacana pro espetáculo da F1 se além de banir o reabastecimento fosse instituído um Bikini Car Wash obrigatório em todos os pit stops?</strong><br />
R: Sim. O problema é que o Nico ia ficar com nojinho.</p>
<p><strong>P: A Lotus vai vir com aquela pintura toda colorida ou vai amarelar?</strong> by <a href="http://www.formspring.me/edimervaldo" target="_blank">edimervaldo</a><br />
R: Parece que vem british green.</p>
<p><strong>P: O que acha de ponto extra para uma pole? Sera que seria legal um campeonato sendo decidido por uma pole? </strong><br />
R: Acho que não. A pole já tem seu valor, que é largar na frente. Não acho que o treino de classificação deva influenciar diretamente no resultado de um campeonato.</p>
<p><strong>P: Capelli, você assiste Chaves e Chapolin ? E também é mais fácil o Zina ir para o chilindro ou o Bruno Senna ganhar com a Campos? </strong><br />
R: Sim, assisto. Mais fácil o Zina voltar. Pepe, a vela.</p>
<p><strong>P: Olá Capelli. Após o escândalo de Cingapura, falou-se muito do Safety Car, inclusive que ele não fazia parte da F1 na época de N Piquet. A partir de que ano o Safety Car passou a ser usado na F1 e quais marcas/modelos de já foram usados para essa função? </strong><br />
R: O SC foi introduzido oficialmente em 1993. Mas antes ele apareceu em algumas corridas com regulamento específico, como Canadá/1973. Marcas e modelos foram vários, no começo dependia da organização da corrida.</p>
<p><strong>P: Capelli, tirando aquela ultrapassagem do Piquet sobre o Senna, qual a mais emocionante que você já viu na F-1 moderna? </strong><br />
R: Aquela briga do Massa com o Kubica em Fuji foi algo&#8230;</p>
<p><strong>P: Para se manter em forma, o Nico corre ou só caminha? </strong><br />
R: Ele faz marcha atlética.</p>
<p><strong>P: Capelli, pergunta de Portugal, o que achava do Pedro Lamy e Tiago Monteiro? Acha que este ultimo é um dos piores que já passou pela F1, nos últimos 10 anos? </strong><br />
R: Claro que não. Tiago era bastante regular e fez uma bela corrida na Bélgica. Pedro Lamy também era um bom piloto.</p>
<p><strong>P: Capelli, você já viu algum F1 mais feio que o Williams-Prestobarba de 2.004? Será que farão algo semelhante, apenas para o pessoal esculachar o Rubens Barrichello? </strong><br />
R: Tem coisa pior, sim&#8230; A Ligier bule-de-chá, por exemplo, me dá medo.</p>
<p><strong>P: Capelli, tenho uma dúvida que me acompanha há muito tempo e nunca tive a resposta. Por que entre 1980 e 1982, vários carros como Williams e Brabham não usavam asas diateiras, o carro tinha somente o bico, sem os spoilers laterais. Obrigado </strong><br />
R: Porque eram carros-asa. A forma de cunha do assoalho já &#8220;prendia&#8221; o carro ao chão, tornando desnecessário o uso de asas dianteiras em determinados circuitos.</p>
<p><strong>P: Capelli, qual a sua opinião sobre a temporada de 2007. O Hamilton bateu Alonso (ficaram empatados em nº de pontos) por mérito próprio ou você acredita que a McLaren puxou a sardinha pro Hamilton, afinal Alonso não tinha nenhum Papa Alonso por perto? </strong><br />
R: Eu acho que os dois tiveram uma igualdade de condições que Alonso não esperava. E, na reta final, a equipe puxou a sardinha para o Hamilton, sim. Tanto que Ron Dennis se entregou dizendo na China que &#8220;corríamos contra Alonso, não contra a Ferrari&#8221;.</p>
<p><strong>P: Capelli, vc não acha que carro bigorna mesmo foi o Lotus 72? Aquela entrada de ar do motor é uma verdadeira bigorna vista de lado, de cima, de qualquer lado. Concorda? </strong><br />
R: Concordo. Os atuais lembram mais barbatana de tubarão mesmo, mas eu acho o nome &#8220;bigorna&#8221; mais engraçado.</p>
<p><strong>P: Capelli, alguma equipe de F-1 já alinhou mais de dois carros no grid? </strong><br />
R: Sim&#8230; a última foi a Renault, em 1985, que colocou três carros no GP da Europa. Warwick, Tambay e Streiff.</p>
<p><strong>P: Por que a Rádio GP nunca mais foi ao ar? </strong><br />
R: Porque o meu ego e o do Victor não cabiam mais no arquivo mp3.</p>
<p><strong>P: Quais são os 3 melhores pilotos de F1 que mandam bem na chuva, que vc viu correr??Poderia me indicar o 1,2 e 3?? </strong><br />
R: Senna, Schumacher e Barrichello.</p>
<p><strong>P: Por favor, cite casos em que o piloto cruzou a linha de chegada com o carro destruido (só lembro do christian fittipaldi naquele clássico momento em que cruzou voando). algum piloto já venceu desse modo? </strong><br />
R: O Vittorio Brambilla cruzou a linha de chegada do GP da Áustria de 1975, sua única vitória na F1, de lado e depois bateu na mureta. Tem vídeo aqui: http://www.youtube.com/watch?v=6a4mbwhuJfI .</p>
<p><strong>P: Qual o seu nome de batismo?</strong> by ozferreira<br />
R: Sou pagão.</p>
<p><strong>P: Sem reabastecimento voltaremos a ver corridas como as do passado, em que o primeiro terminava 137 R: voltas a frente do ultimo, 130 a frente do penultimo e tudo mais? </strong><br />
Acho que pode acontecer, mas não por causa da mudança de regulamento, e sim pelo abismo entre as grandes equipes e as novatas sem estrutura.</p>
<p><strong>P: Que vantagem a Marlboro leva na Ferrari com seu logo sempre censurado nos GPs? </strong><br />
R: Uma espécie de propaganda subliminar. Ela não aparece, mas todo mundo sabe que está lá.</p>
<p><strong>P: Me cite, de bate-pronto, as 5 melhores corridas de F1 que vierem em sua cabeça agora.</strong> by DUDUBALDAO<br />
R: Gosto de corridas doidas. Então: Brasil/2003, Mônaco/1996, Luxemburgo/1999, Canadá/1989 e Japão/1988.</p>
<p><strong>P: Quem foi melhor: Alain Prost ou Nelson Piquet? </strong><br />
R: Eu acho que o Prost. Por um nariz.</p>
<p><strong>P: Duas Perguntas. A partir de que ano passou a ser utilizada as borboletas no lugar do antiga câmbio e os freios da Fórmula 1 são tudo ou nada, ou tem como controlar quanto você quer freiar, como no acelerador? </strong><br />
R: A primeira equipe a usar foi a Ferrari, em 1989. E ganhou a corrida de estreia do novo câmbio, no Brasil, com Mansell. Sobre os freios, me parecem que são progressivos sim.</p>
<p><strong>P: Imagina o seguinte: Schumacher começa com tudo, pole e vitória nas duas primeiras etapas. Quais pilotos da temporada 2010 rachariam a curva na raça com Schumacher na terceira etapa? </strong><br />
R: Todos os que tiverem bolas.</p>
<p><strong>P: Uma pergunta que creio que ninguém lhe fez Capelli. Qual é o seu nome verdadeiro Capelli? E nada de dizer que é Ivan Capelli. E se disser &#8220;Ivan Capelli&#8221; só acredito com scanner do RG. </strong><br />
R: Já disse&#8230; meu nome é Pepson.</p>
<p><strong>P: Vale a pena comprar &#8220;O Boto do Reno&#8221; do FG? </strong><br />
R: Sim, eu tenho uma mesa bamba e o boto foi a melhor solução que achei.</p>
<p><strong>P: Vamos combinar. Qual a frequencia desta bagaça aqui? </strong><br />
R: 2580MHz, 49 metros.</p>
<p>&#8212;&#8211;</p>
<p>Para enviar a sua pergunta, preencha o formulário em <a href="http://www.formspring.me/ivancapelli" target="_blank">www.formspring.me/ivancapelli</a> e aguarde a resposta. Lá eu respondo quase tudo, no blog só entram algumas selecionadas.</p>
<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://blogdocapelli.warmup.com.br/2010/01/pergunte-ao-capelli-3%c2%aa-edicao/' addthis:title='Pergunte ao Capelli: 3ª edição '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_button_google_plusone" g:plusone:size="medium"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blogdocapelli.warmup.com.br/2010/01/pergunte-ao-capelli-3%c2%aa-edicao/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>24</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A entrevista completa</title>
		<link>http://blogdocapelli.warmup.com.br/2009/09/a-entrevista-complet/</link>
		<comments>http://blogdocapelli.warmup.com.br/2009/09/a-entrevista-complet/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 28 Sep 2009 16:11:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator></dc:creator>
				<category><![CDATA[Análises]]></category>
		<category><![CDATA[Flavio Briatore]]></category>
		<category><![CDATA[GP de Cingapura]]></category>
		<category><![CDATA[Nelson Piquet]]></category>
		<category><![CDATA[Renault]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.blogdocapelli.com.br/?p=3840</guid>
		<description><![CDATA[Nelson Piquet apareceu ontem no Fantástico, em entrevista a Reginaldo Leme, explicando a sua visão sobre o escândalo de Cingapura. O resultado da reportagem, na minha visão e na de diversos outros jornalistas, foi decepcionante. Não trouxe nenhuma novidade, um &#8230; <a href="http://blogdocapelli.warmup.com.br/2009/09/a-entrevista-complet/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://blogdocapelli.warmup.com.br/2009/09/a-entrevista-complet/' addthis:title='A entrevista completa '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_button_google_plusone" g:plusone:size="medium"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="550" height="410"><param value="http://video.globo.com/Portal/videos/cda/player/player.swf" name="movie" /><param value="high" name="quality" /><param value="midiaId=1131836&#038;autoStart=false&#038;width=550&#038;height=410" name="FlashVars" /><embed width="550" height="410" flashvars="midiaId=1131836&#038;autoStart=false&#038;width=550&#038;height=410" type="application/x-shockwave-flash" quality="high" src="http://video.globo.com/Portal/videos/cda/player/player.swf"></embed></object></p>
<p>Nelson Piquet apareceu ontem no Fantástico, em entrevista a Reginaldo Leme, explicando a sua visão sobre o escândalo de Cingapura. O resultado da reportagem, na minha visão e na de diversos outros jornalistas, foi decepcionante. Não trouxe nenhuma novidade, um monte de mais do mesmo em um depoimento travestido de entrevista.</p>
<p>No entanto, o <a href="http://globoesporte.globo.com/Esportes/Noticias/Formula_1/0,,MUL1320387-15011,00-PIQUET+RECRIMINA+A+FARSA+DE+CINGAPURA+MAS+DEFENDE+NELSINHO+FOI+INEVITAVEL.html" target="_blank" class="texto">GloboEsporte.com</a> publicou a entrevista completa, com 24 minutos. Você pode acompanhá-la clicando no vídeo acima. Assim, pode-se ter outra visão da conversa. </p>
<p>Não vou dar palpites agora, vou deixar para fazer meus comentários à noite. Mas lanço a pergunta: vendo a íntegra, a entrevista foi mesmo decepcionante ou foi a edição do Fantástico que matou a matéria?</p>
<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://blogdocapelli.warmup.com.br/2009/09/a-entrevista-complet/' addthis:title='A entrevista completa '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_button_google_plusone" g:plusone:size="medium"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blogdocapelli.warmup.com.br/2009/09/a-entrevista-complet/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>86</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Curiosidades do GP da Hungria</title>
		<link>http://blogdocapelli.warmup.com.br/2009/07/curiosidades-do-gp-da-hungria/</link>
		<comments>http://blogdocapelli.warmup.com.br/2009/07/curiosidades-do-gp-da-hungria/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2009 17:30:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator></dc:creator>
				<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[Estatísticas]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Ayrton Senna]]></category>
		<category><![CDATA[Damon Hill]]></category>
		<category><![CDATA[Felipe Massa]]></category>
		<category><![CDATA[Fernando Alonso]]></category>
		<category><![CDATA[Ferrari]]></category>
		<category><![CDATA[GP da Hungria]]></category>
		<category><![CDATA[Heikki Kovalainen]]></category>
		<category><![CDATA[Jenson Button]]></category>
		<category><![CDATA[McLaren]]></category>
		<category><![CDATA[Michael Schumacher]]></category>
		<category><![CDATA[Nelson Piquet]]></category>
		<category><![CDATA[Nigel Mansell]]></category>
		<category><![CDATA[Rubens Barrichello]]></category>
		<category><![CDATA[Williams]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.blogdocapelli.com.br/?p=3623</guid>
		<description><![CDATA[* Esta será a 24ª edição do GP da Hungria. Desde que estreou na Fórmula 1, em 1986, a corrida acontece todos os anos, ininterruptamente. * Todas as provas aconteceram no circuito de Hungaroring. O traçado, no entanto, já sofreu &#8230; <a href="http://blogdocapelli.warmup.com.br/2009/07/curiosidades-do-gp-da-hungria/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://blogdocapelli.warmup.com.br/2009/07/curiosidades-do-gp-da-hungria/' addthis:title='Curiosidades do GP da Hungria '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_button_google_plusone" g:plusone:size="medium"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_3624" class="wp-caption aligncenter" style="width: 560px"><img src="http://www.blogdocapelli.com.br/wp-content/uploads/2009/07/20090723hungaroring.jpg" alt="Foto: Reprodução/Google Maps" title="Hungaroring" width="550" height="303" class="size-full wp-image-3624" /><p class="wp-caption-text">Foto: Reprodução/Google Maps</p></div>
<p>* Esta será a 24ª edição do GP da Hungria. Desde que estreou na Fórmula 1, em 1986, a corrida acontece todos os anos, ininterruptamente.</p>
<p>* Todas as provas aconteceram no circuito de Hungaroring. O traçado, no entanto, já sofreu duas alterações com relação ao desenho original.</p>
<p>* Em 1989, uma variante foi retirada do traçado. Em 2003, a reta de chegada foi alongada e a primeira curva teve seu traçado modificado, assim como o trecho final que leva à reta dos boxes.</p>
<p>* O primeiro vencedor foi Nelson Piquet, em 1986. Nesta prova, uma das melhores manobras da história da F1: <a href="http://www.youtube.com/watch?v=F7lOQLWB3kA" target="_blank" class="texto">Piquet ultrapassou Ayrton Senna por fora</a> no final da reta dos boxes e partiu para a vitória.</p>
<p>* Nos primeiros anos do GP da Hungria, por sinal, só vitórias brasileiras. Piquet venceu em 1986 e 1987, Senna em 1988. Depois, Senna repetiria a dose em 1991 e 1992. Outra vitória nacional, só dez anos depois, com Rubens Barrichello.</p>
<p>* O recordista de vitórias no GP húngaro é Michael Schumacher, com quatro conquistas. Senna tem três, contra duas de Nelson Piquet, Damon Hill, Jacques Villeneuve e Mika Hakkinen.</p>
<p>* Apesar de ser uma corrida historicamente com poucas ultrapassagens, algumas vitórias improváveis já aconteceram na Hungria. Em 1989, Nigel Mansell partiu do 12º lugar para uma espetacular vitória com a Ferrari. Em 2006, Jenson Button venceu pela primeira vez na Fórmula 1 largando da 14ª posição.</p>
<p>* E os finais de corrida já reservaram surpresas em terras magiares. Em 1987, uma porca soltou-se do pneu traseiro direito de Nigel Mansell a seis voltas do fim, caindo a vitória no colo de Piquet. Dez anos depois, em 1997, um problema hidráulico impediu uma histórica vitória de Damon Hill com a Arrows. Ele acabou ultrapassado por Jacques Villeneuve na última volta. No ano passado, o motor Ferrari de Felipe Massa estourou a três giros do fim, dando a Heikki Kovalainen sua primeira vitória na Fórmula 1.</p>
<p>* Além de Kovalainen e Button, Damon Hill e Fernando Alonso também tiveram em Hungaroring o palco de suas primeiras vitórias na Fórmula 1.</p>
<p>* Michael Schumacher e Nigel Mansell são outros que possuem boas lembranças do GP da Hungria. Foi lá, em 2001 e 1992, respectivamente, que eles confirmaram seus títulos mundiais.</p>
<p>* Em 11 das 23 edições até aqui, a vitória ficou com o pole position. </p>
<p>* Pole position, aliás, amplamente dominada por Michael Schumacher. O alemão marcou sete poles na Hungria. Ayrton Senna é o segundo, com três.</p>
<p>* Entre as equipes, mais equilíbrio nas poles. Sete da Ferrari e sete da McLaren, contra seis da Williams.</p>
<p>* Nas vitórias, vantagem para a McLaren, com oito. A Williams venceu sete vezes em Hungaroring, contra cinco da Ferrari.</p>
<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://blogdocapelli.warmup.com.br/2009/07/curiosidades-do-gp-da-hungria/' addthis:title='Curiosidades do GP da Hungria '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_button_google_plusone" g:plusone:size="medium"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blogdocapelli.warmup.com.br/2009/07/curiosidades-do-gp-da-hungria/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>22</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Um momento angustiante</title>
		<link>http://blogdocapelli.warmup.com.br/2009/06/um-momento-angustiante/</link>
		<comments>http://blogdocapelli.warmup.com.br/2009/06/um-momento-angustiante/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2009 03:45:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator></dc:creator>
				<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Carlos Reutemann]]></category>
		<category><![CDATA[Dave Luckett]]></category>
		<category><![CDATA[Didier Pironi]]></category>
		<category><![CDATA[Gilles Villeneuve]]></category>
		<category><![CDATA[Giovanni Amadeo]]></category>
		<category><![CDATA[GP da Bélgica]]></category>
		<category><![CDATA[Nelson Piquet]]></category>
		<category><![CDATA[Riccardo Patrese]]></category>
		<category><![CDATA[Siegfried Stohr]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.blogdocapelli.com.br/?p=3502</guid>
		<description><![CDATA[Há duas semanas, quando preparei aquele Quiz do Capelli, lembrei de um fato envolvendo o atropelamento de um mecânico da equipe Arrows por um carro da própria equipe. Dentre todas as respostas do quiz, foi uma das menos acertadas e &#8230; <a href="http://blogdocapelli.warmup.com.br/2009/06/um-momento-angustiante/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://blogdocapelli.warmup.com.br/2009/06/um-momento-angustiante/' addthis:title='Um momento angustiante '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_button_google_plusone" g:plusone:size="medium"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há duas semanas, quando preparei aquele Quiz do Capelli, lembrei de um fato envolvendo o atropelamento de um mecânico da equipe Arrows por um carro da própria equipe. Dentre todas as respostas do quiz, foi uma das menos acertadas e que gerou alguns e-mails de leitores questionando sobre o acidente. Assim, tive a ideia para este post.</p>
<p><object width="550" height="410"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/wFdWRsDrBN8&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/wFdWRsDrBN8&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="550" height="410"></embed></object></p>
<p>Foi um momento absolutamente angustiante. Não só pelo fato em si, mas também por todo o contexto no qual esteve envolvido. Assim como no GP de San Marino de 1994, quando uma sucessão de fatos trágicos aparentemente não relacionados aconteceu de forma inacreditável, uma aura negativa cobria aquele final de semana em Zolder, no GP da Bélgica de 1981.</p>
<p>Durante o treino de classificação de sexta-feira, Carlos Reutemann, da Williams, havia atropelado um mecânico da eqiupe Osella, Giovanni Amadeo. O pit lane de Zolder era demasiado apertado e mais hora menos hora, algo assim viria a acontecer. No final da sessão, Amadeo atravessou o pit lane sem perceber a presença de Reutemann, que entrava rápido, mas dentro dos limites de velocidade regulamentares. O mecânico foi atingido por um dos pneus traseiros da Williams, sendo que Reutemann nem percebeu o que havia acontecido. Há inclusive relatos de que o mecânico teria escorregado e caído por sobre o carro que passava, o que explicaria o estranho acidente. Com traumatismo craniano severo, Amadeo foi levado ao hospital em estado grave. </p>
<p>Todo o sábado transcorreu com uma aura ruim e com a informação de que o mecânico estava em coma profundo. Na madrugada de domingo, chega a notícia do diagnóstico de morte cerebral. A Fórmula 1 ficou de luto.</p>
<p>Minutos antes do começo da corrida, mecânicos de diversas equipes resolvem fazer um protesto em frente ao grid de largada, exigindo mais segurança nos pit lanes. Alguns pilotos juntam-se ao movimento, entre eles Gilles Villeneuve, Didier Pironi e Jacques Laffite. Outros ficam batendo boca com os mecânicos, exigindo liberação da pista para que a prova possa iniciar.</p>
<p>Nisso, a direção de prova autoriza o início da volta de apresentação, mesmo com vários pilotos fora de seus carros. O cenário é de caos, mas os carros partem sem maiores incidentes. O problema é que, ao alinhar seu carro para a largada, Nelson Piquet erra a sua posição. A direção de prova permite que ele parta para uma segunda volta de apresentação, enquanto todos os outros carros ficam esperando no grid.</p>
<p>Quando Piquet finalmente alinha, a largada é autorizada. Mas o motor da Arrows de Riccardo Patrese não aguenta um minuto e meio em ponto morto e apaga. Parado no grid, o italiano começa a agitar os braços, e eis que um mecânico seu, Dave Luckett, invade a pista para acionar seu motor novamente.</p>
<p>E aí começam momentos de agonia. Imagine um carro parado no grid, correndo o risco de ser atingido por alguém que vem mais veloz atrás. Agora imagine este carro parado com um mecânico atrás. O provável acontece: outro carro vem e atinge a Arrows de Patrese em cheio, com Luckett no meio. Ironicamente, a outra Arrows inscrita para a prova, do italiano (sim, italiano!) Siegfried Stohr.</p>
<p>A cena é chocante: o mecânico está estirado no chão, desmaiado e com as pernas fora de esquadro. Todos temem pelo pior. E Stohr é o próprio retrato do desespero. Tenta sair do carro, tropeça, quase cai, leva as mãos à cabeça e gesticula sem parar, como que dizendo: &#8220;o que eu fiz? o que eu fiz?&#8221;.</p>
<p>Passado o susto, Luckett é atendido e seu estado, felizmente, não é grave. Ele tem fraturas nas pernas, mas não corre risco de vida. Assim, a corrida reinicia normalmente, mas sem as duas Arrows. Foi apenas um grande susto, causado por absoluta incompetência da organização da prova, que conseguiu fazer uma besteira atrás da outra.</p>
<p>As marcas do acidente, no entanto, não se apagaram para Siegfried Stohr. Mesmo sendo um psicólogo formado, o italiano não reagiu bem ao fato de quase ter matado um mecânico da própria equipe. Perdeu a velocidade que tinha e nunca mais competiu em bom nível. Nos treinos para o GP da Itália, sofreu um acidente e optou por abandonar as pistas definitivamente. E Luckett, felizmente, vive sem sequelas daquele dramático acidente.</p>
<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://blogdocapelli.warmup.com.br/2009/06/um-momento-angustiante/' addthis:title='Um momento angustiante '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_button_google_plusone" g:plusone:size="medium"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blogdocapelli.warmup.com.br/2009/06/um-momento-angustiante/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>68</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Pergunte ao Capelli: Vitórias em todos os continentes</title>
		<link>http://blogdocapelli.warmup.com.br/2009/05/pergunte-ao-capelli-vitorias-em-todos-os-continentes/</link>
		<comments>http://blogdocapelli.warmup.com.br/2009/05/pergunte-ao-capelli-vitorias-em-todos-os-continentes/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 28 May 2009 03:43:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator></dc:creator>
				<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Pergunte ao Capelli]]></category>
		<category><![CDATA[Alain Prost]]></category>
		<category><![CDATA[Ayrton Senna]]></category>
		<category><![CDATA[Jim Clark]]></category>
		<category><![CDATA[Michael Schumacher]]></category>
		<category><![CDATA[Nelson Piquet]]></category>
		<category><![CDATA[Nigel Mansell]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.blogdocapelli.com.br/?p=3353</guid>
		<description><![CDATA[Capelli, minha pergunta é a seguinte: existe algum piloto na Fórmula 1 que venceu em todos os continentes (América, Europa, Ásia, África e Oceania)? Não precisa ser necessariamente na mesma temporada. &#8211; Márcio Luís Duarte Márcio, a pergunta é muito &#8230; <a href="http://blogdocapelli.warmup.com.br/2009/05/pergunte-ao-capelli-vitorias-em-todos-os-continentes/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://blogdocapelli.warmup.com.br/2009/05/pergunte-ao-capelli-vitorias-em-todos-os-continentes/' addthis:title='Pergunte ao Capelli: Vitórias em todos os continentes '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_button_google_plusone" g:plusone:size="medium"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_3355" class="wp-caption aligncenter" style="width: 560px"><img src="http://www.blogdocapelli.com.br/wp-content/uploads/2009/05/20090528mapa.jpg" alt="Arte: Reprodução/vmapas.com" title="Ninguém é dono do mundo..." width="550" height="275" class="size-full wp-image-3355" /><p class="wp-caption-text">Arte: Reprodução/vmapas.com</p></div>
<p><b><i>Capelli, minha pergunta é a seguinte: existe algum piloto na Fórmula 1 que venceu em todos os continentes (América, Europa, Ásia, África e Oceania)? Não precisa ser necessariamente na mesma temporada. &#8211; </i>Márcio Luís Duarte</b></p>
<p>Márcio, a pergunta é muito interessante. Considerando apenas as provas válidas pelo Mundial de Fórmula 1, não existe nenhum piloto que tenha vencido nos cinco continentes. </p>
<p>Como provas nas Américas e na Europa são mais comuns, todos os grandes vencedores possuem conquistas nestes dois continentes. Porém, os outros três é que acabam fazendo a diferença. Alain Prost e Nigel Mansell, por exemplo, nunca conseguiram vencer um GP na Ásia. Em seus respectivos períodos de atividade, apenas o Japão fazia parte do calendário, etapa na qual nunca conseguiram lograr sucesso. Niki Lauda, por sua vez, ficou devendo a Oceania, nunca tendo conquistado um GP da Austrália. Vale considerar que ele pôde disputar apenas um, justamente sua corrida de despedida da Fórmula 1, em 1985. </p>
<p>Jim Clark, que venceu na América, Europa e África, ficou devendo no continente asiático, onde não aconteciam corridas na época. Ele até venceu várias na Oceania pela <a href="http://www.tasman-series.com" target="_blank" class="texto">Tasman Series</a>, um espetacular campeonato de pré-temporada que ocorreu na Austrália e na Nova Zelândia entre 1964 e 1967.</p>
<p>Três dos maiores nomes da história da Fórmula 1 possuem a mesma brecha no currículo. Ayrton Senna, Michael Schumacher e Nelson Piquet nunca conseguiram vencer no continente africano, embora tenham reinado em todos os demais. Piquet disputou seis GPs na África do Sul, Senna quatro e Schumacher apenas dois. Sem vitórias para nenhum deles. </p>
<p>Para os pilotos atuais, atingir tal meta é impossível. Embora hoje o calendário esteja repleto de corridas na Ásia (Japão, China, Bahrein, Cingapura, Turquia e Abu Dhabi), já há 16 anos a África não é mais visitada pela Fórmula 1.</p>
<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://blogdocapelli.warmup.com.br/2009/05/pergunte-ao-capelli-vitorias-em-todos-os-continentes/' addthis:title='Pergunte ao Capelli: Vitórias em todos os continentes '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_button_google_plusone" g:plusone:size="medium"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blogdocapelli.warmup.com.br/2009/05/pergunte-ao-capelli-vitorias-em-todos-os-continentes/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>33</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

